Uma apresentadora de podcast no Reino Unido fez uma comovente despedida no Instagram, depois de seis anos em tratamento de câncer de intestino.
"Meu corpo simplesmente não pode mais continuar", disse Deborah James em um post na rede social, ao falar que não sabe quanto tempo de vida lhe resta.
Deborah James é apresentadora do podcast You, Me and the Big C, da BBC, que discute a vida de pessoas com câncer. Ela disse que os últimos seis meses foram "de partir o coração", mas que ela está "cercada de amor".
James foi diagnosticada em 2016 e fez diversas postagens sobre seu tratamento para seus mais de 300 mil seguidores no Instagram.
Em dezembro, ela refletiu sobre os cinco anos que se passaram desde o diagnóstico do câncer incurável: "Tenho plena consciência de que não deveria estar viva para escrever isso hoje".
Mas em um novo post no Instagram, na segunda-feira (10/5), ela disse que postava "a mensagem que nunca quis escrever".
James disse que seu câncer não estava mais sendo combatido no tratamento e, em vez disso, o foco estava em garantir que ela não sentisse dor — permitindo que ela passasse tempo com sua "família incrível", que estava ao seu redor.
"Ninguém sabe quanto tempo me resta, mas não sou capaz de andar, estou dormindo a maior parte dos dias, e a maioria das coisas que eu dava como certas são sonhos distantes", disse ela.
"Eu sei que buscamos todas as possibilidades. Mas mesmo com todos os tratamentos inovadores contra o câncer no mundo ou mesmo se houver uma nova descoberta mágica, meu corpo simplesmente não consegue mais continuar."
Ela disse que será criado o fundo Bowelbabe — batizado com o nome da conta dela no Instagram — para financiar pesquisas sobre medicina personalizada para pacientes com câncer e para apoiar campanhas de conscientização sobre o câncer de intestino.
Crédito,Getty Images
James começou a apresentar o podcast You, Me and the Big C com em 2018, com o programa recebendo elogios por sua discussão franca sobre o câncer.
Rachel Bland, outra apresentadora, morreu aos 40 anos, seis meses após o lançamento do programa. Ela havia sido diagnosticada com câncer de mama dois anos antes.
Em seu post no Instagram, James disse: "Agora, para mim, a meta é levar um dia de cada vez, passo a passo, e ser grata por outro nascer do sol."
"Toda a minha família está ao meu redor e vamos dançar juntos, tomando sol e rindo (eu vou chorar!!) em todos os momentos possíveis!"
Ela agradeceu a seus seguidores online por "desempenhar sua parte na minha jornada", antes de se despedir com as palavras: "Sem arrependimentos. Aproveite a vida".
Já assistiu aos nossos novos vídeos noYouTube? Inscreva-se no nosso canal!
Os caramujos são transmissores de doenças como a meningite eosinofílica, que atinge o sistema nervoso central
Moradores da rua Aruaque no bairro São Francisco, estão incomodados com a infestação de caramujos em um terreno baldio, localizado próximo aos fundos da Superintendência de Assistência Farmacêutica (SAF).
Eles reclamam que o problema ocorre há mais de 3 anos e contam que já procuraram o 156 (canal de comunicação com a prefeitura) para relatá-lo, mas que nada foi resolvido.
“Fiz uma denúncia ano passado, e me disseram que o dono do terreno foi multado, mas não houve nenhum comparecimento da fiscalização da vigilância sanitária para verificar a infestação de caramujos”, disse uma das moradoras.
De acordo com moradores o terreno tem sido usado para a prática de crimes (Foto: Nilzete Franco/FolhaBV)
A mulher informou que os caramujos invadiram o terreno de sua casa, mas que tenta aos poucos controlar o problema fazendo uso do sal. E que sua maior preocupação é por não saber os riscos que isso pode trazer para a sua mãe que já é idosa.
Ainda de acordo com ela, o terreno está em situação de abandono há mais de 10 anos e tem se tornado local para uso de drogas.
A reportagem esteve no local e constatou que os muros e portão dos fundos da SAF também estão infestados de caramujos.
Um único caramujo é capaz de botar 200 ovos de uma vez e se reproduzir mais de uma vez por ano. (Foto: Nilzete Franco/FolhaBV)
RISCOS – Os caramujos são transmissores de doenças como a meningite eosinofílica, que atinge o sistema nervoso central. Um único caramujo é capaz de botar 200 ovos de uma vez e se reproduzir mais de uma vez por ano.
PREFEITURA - Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o terreno apresenta condições favoráveis para a proliferação de caramujos, por apresentar muitos vegetais e material orgânico.
Disse também que em 2021 o proprietário já foi notificado para que fizesse a manutenção do local por meio da limpeza, catação de cada animal, além de aplicação de cal no terreno para que elimine os ovos dos caramujos. No entanto, a equipe retornará ao local para notificar novamente o proprietário para que faça a limpeza da área.
Virologista identificou novos casos do norovírus em Salvador
Foto: Reprodução/TV Globo
Os casos registrados do norovírus vêm aumentando em Salvador (BA), de acordo com amostras analisadas pelo laboratório de virologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Segundo o virologista do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA, Gúbio Soares - que foi quem identificou o vírus na cidade -, entre o fim de abril e a primeira semana de maio, das 35 amostras examinadas, ao menos 15 testaram positivo.
O norovírus é altamente contagioso e pode ser transmitido pela comida ou água contaminadas, além de poder se espalhar através do contato com pessoas infectadas. O vírus provoca diarréia, vômitos, febre alta, dores no corpo e no estômago.
Segundo Gubio, este vírus tem genoma RNA e já é conhecido mundialmente. "Ele acontece em vários países bastante desenvolvidos, como os EUA e o Japão. E em cruzeiros de navios é muito comum acontecer casos de norovírus, porque como todo mundo está confinado, basta que uma pessoa esteja infectada a bordo para passar para outra. Mas, as companhias já sabem e fazem o controle", afirma.
Os sintomas do norovírus duram de um a três dias e surgem entre 24h a 48h após a infecção. De acordo com o virologista, o laboratório já havia identificado um grande surto do vírus na região em 2006. "Agora, algumas amostras de um hospital particular chegaram até nós, porque eles estavam fazendo testes para outro vírus, que deram negativo, e quando fizemos para norovírus deu positivo", alega.
Segundo Gubio, cerca de 35% a 40% das amostras deram resultado positivo para o vírus: "Eu estive conversando com várias pessoas, que não procuraram o sistema de saúde, mas entraram em contato comigo dizendo que tiveram esses sintomas, então é altamente contagioso".
O virologista explica ainda que o norovírus é muito resistente a superfícies duras e sólidas, então é preciso fazer a limpeza com hipoclorito de sódio. Além disso, o vírus se espalha muito rápido por meio do vômito.
"Esse vírus atinge bebês recém-nascidos a pessoas de 100 anos, não tem faixa etária exclusiva, o perigo é a desidratação que ele pode causar. Então é sempre bom as pessoas infectadas usarem máscara, lavarem as mãos e não trabalharem em locais que têm contato com as pessoas enquanto tiverem com o norovírus", aconselha Gubio.
Por telefone, a assessoria da Secretaria de Saúde informou ao Terra que o município não tem registro de casos desse vírus, por não ser uma doença de notificação obrigatória. Segundo a pasta, a cidade só faz notificação de vírus como esse em casos de surto e epidemia, o que alega que não é o caso.
UOL - Na pandemia, a iniciativa privada tomou a frente em várias situações. Faltou liderança do Ministério da Saúde?
Leandro Reis Tavares - Acredito que a pandemia mostrou a real infraestrutura, até a intelectual, de um país na saúde. Na hora que a covid nos atingiu, foram expostas as nossas fragilidades construídas ao longo de décadas. Precisamos ficar atentos a isso, formar líderes e gestores cada vez mais competentes, tanto no setor público quanto no privado.
Precisamos entender a real necessidades da população. Por vezes, a discussão fica em um campo intelectual e etéreo, que não alcança as dores das pessoas que estão nas emergências e não conseguem atendimento. No setor privado, somos guiados pelo que nossos pacientes nos dizem.
Durante a pandemia, nós tomamos a iniciativa e nos conectamos com um conjunto de hospitais do norte da Itália, que já estavam sofrendo muito com a covid. Vimos que precisávamos nos preparar de uma forma que ainda não estávamos sendo capazes de enxergar. Por isso, nunca precisamos fechar uma emergência.
Por que a pandemia não deixou como legado uma maior cooperação entre os setores público e o privado?
Eu concordo com você que tem espaço para parceria, concordo que falta no Brasil a construção formal de onde essa parceria pode se dar sem que seja questionada ou que fique parecendo uma simples doação pontual. Falta esse espaço formal.
Fazer a gestão para o poder público, por vezes, é muito difícil. A gente não tem participação em instituições públicas, quando assumimos algum compromisso, o fazemos gratuitamente com dinheiro privado. Temos uma preocupação muito grande e reconhecemos que hoje muitos gestores públicos cometem equívocos e o MP [Ministério Público] pega, a polícia também.
A vida dos gestores públicos sérios também não é fácil. Eu vi muitos sendo questionados porque estavam comprando máscaras e luvas a um preço cinco vezes maior do que o normal. O mundo inteiro comprou desta forma. Muitas vezes o gestor público não tem capacidade de negociação, compra mais caro e acaba atropelado por uma série de investigações.
Temos clareza de que as ferramentas de controle do Estado são importantes porque vemos todos os dias malfeitos sendo pegos, mas é desafiador para o gestor sério fazer gestão na saúde pública.
Mas, é fato, precisamos ter ambientes formais onde essa parceria possa se dar de forma mais estruturada e o setor privado possa colaborar de forma mais ativa.
Montes Claros, 09 de maio de 2022, por Élia Meireles – Manter a saúde em dia considera a manutenção de um corpo proporcional às características de cada um. Assim, enquanto uns tentam perder peso, outros tentam ganhar massa muscular. Para aqueles que estão treinando e firmes no projeto de ganho de peso, há muitas opções possíveis.
Continua depois da publicidade
Embora as frutas normalmente sejam ligadas ao processo de emagrecimento, a verdade é que há várias opções de frutas anabólicas, que você pode aproveitar no projeto de ganhar massa muscular. Assim Você suplementa a alimentação de maneira saudável e, claro, muito saborosa.
Conforme ESPN, em artigo de 3 de setembro de 2018, há uma lista imensa de possibilidades para quem deseja ganhar massa muscular comendo frutas. Então, é hora de conhecer as melhores opções entre elas, que o AgroNews preparou hoje.
Abacate
O abacate, por exemplo, está no topo da lista de frutas a se inserir na dieta para ganho de massa saudável. De maneira geral a fruta é indicada para o pós treino, e realiza muito bem o seu trabalho. Isso porque possui uma boa quantidade de gorduras boas além de uma excelente proporção de glutatonia, que além de aumentar a síntese de GH, é um poderoso antioxidante.
Ganhar massa muscular – Reprodução Canva
Coco
Enquanto isso, uma boa opção de pré-treino é o coco. Contudo, por ser um bom repositor de energia, não há mal nenhum em incluir a fruta no pós também. Entre os principais benefícios do consumo está a riqueza em elementos como potássio, fósforo e manganês, que ajudam na aceleração do metabolismo. Mas, suas vantagens não param por aí. O coco também é importante para a proteção das funções do organismo e aumento da imunidade.
Outra boa opção para quem está na busca por ganhar massa é a melancia. Uma das principais razões para isso é o fato de a fruta possuir bons indutores de energia para o corpo. Afinal, 90% de sua composição é água, e nela há muita riqueza de vitaminas A, C e B6. Além disso, ela possui outras propriedades como zinco, ferro, cálcio, magnésio e potássio. E há ainda mais nessa fruta maravilhosa. Seu consumo ajuda a formar os músculos.
Banana
Para finalizar a nossa lista das principais frutas que ajudam a ganhar massa muscular está banana. Inclusive, esse é um dos itens mais procurados na dieta. Isso porque, além do sabor que o brasileiro aprecia, também é uma fruta muito versátil para se consumir, além de barata e fácil de encontrar. Carboidrato e potássio são os principais elementos que contribuem para a jornada. Assim, é uma opção excelente tanto para o pré quanto para o pós treino.
O Ministério da Saúde aprovou o uso no Sistema Único de Saúde (SUS) do primeiro remédio para casos leves de Covid-19. É o Paxlovid, fabricado pela Pfizer e composto pelos medicamentos antivirais nirmatrelvir e ritonavir. A pasta tem 180 dias para fornecer o remédio na rede pública.
O medicamento não deverá ser usado em todos os pacientes. Ele vai ser indicado para quadros leves e moderados, que não estejam hospitalizados nem precisem de oxigênio suplementar, mas com alto risco de complicações, caso de pessoas acima de 65 anos ou com sistema imunológico comprometido.
Para poder usá-lo, será preciso ter um teste positivo para Covid-19. O tratamento deve começar em até cinco dias após o início dos sintomas. Os antivirais que compõem o tratamento serão ingeridos via oral. Para receber o medicamento, a pessoa pode estar vacinada ou não contra a doença.
Segundo o Ministério da Saúde, o nirmatrelvir é uma molécula que inibe uma enzima importante do coronavírus, impedindo que ele se prolifere. Já o ritonavir inibe outra enzima que ataca o nirmatrelvir. Pela decisão tomada pela pasta, também será feita uma reavaliação em até 12 meses sobre o uso do remédio.
Na última quinta-feira (5), a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou a incorporação do remédio no SUS. Na sexta-feira, a medida foi aprovada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde.
Em março, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a aprovou o uso emergencial do Paxlovid, por um período não superior a cinco dias, e mediante apresentação de receita médica. Também recomendou evitar seu uso durante a gravidez, e em pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal. Antes da Anvisa, o remédio já tinha sido autorizado pelas agências dos Estados Unidos, da União Europeia, do Canadá, da China, da Austrália, do Japão, do Reino Unido e do México.
Em abril, o Ministério da Saúde tinha incorporado o remédio baricitinibe para casos graves.