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Monday, June 27, 2022

Urina preta: Pará investiga uma morte e mais 3 casos após consumo de peixe - UOL Confere

A Secretaria de Saúde do Pará está investigando quatro casos suspeitos da doença de Haff, conhecida como doença da urina preta. Um dos pacientes, que tinha outras comorbidades, morreu. Os outros três estão sendo acompanhados. Em 2021, o estado registrou 25 casos confirmados da doença.

Os casos foram registrados na zona rural de Óbidos. Os pacientes apresentaram sintomas como dor muscular intensa, abdominal e urina escura após o consumo de peixe da espécie pacu, que é típico da região. Amostras foram coletadas para análise na Vigilância Epidemiológica do município.

O órgão também emitiu um alerta epidemiológico a profissionais de saúde da rede pública e privada para a identificação e comunicação de casos suspeitos e às autoridades municipais para aplicação de medidas preventivas.

Moradores da região foram orientados a evitar o consumo de pescados como pirapitinga (Piaractus brachypomus), tambaqui (Colossoma macropomum) e pacu (Piaractus mesopotamicus).

A doença de Haff está associada ao consumo desses pescados de água doce, por conta da presença de uma toxina que provoca a síndrome. Mas também pode estar relacionada ao consumo de crustáceos, como o camarão.

A orientação do órgão de saúde é que os pacientes com sintomas como fraqueza, dor muscular, dor de cabeça, dormência e urina escura, no período de 2 a 12 horas após o consumo do peixe, procurem atendimento médico.

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Teve Covid-19? Atenção com 5 sintomas vasculares que podem aparecer - Terra

Sintomas vasculares da Covid 19

Sintomas vasculares da Covid 19

Foto: Shutterstock / Sport Life

Não são apenas os sintomas clássicos das doenças respiratórias que podem ser associados com Covid-19. Já se sabe que a doença possui impacto vascular significativo no organismo por causar lesão endotelial, que é a camada interna do vaso.

"Esta lesão pode causar dissecção deste vaso, inflamação do endotélio com comprometimento da circulação, tromboembolismo arterial e venoso, alteração da microcirculação e, consequentemente, uma repercussão em todo o organismo", explica o médico Dr. Josualdo Euzébio da Silva, especialista em cirurgia vascular e endovascular.

Segundo ele, a comunidade médica tem observado que problemas circulatórios podem ocorrer, tanto na fase da doença, quanto meses pós-covid. "Algumas destas alterações podem ser tratadas com medicamentos e outras necessitam de tratamento cirúrgico", afirma o médico.

De acordo com artigo publicado pela revista científica norte-americana Circulation Research, o Sars-CoV-2 promove a hipercoagulabilidade do sangue, sobretudo por fomentar uma produção elevada de substâncias inflamatórias e de uma enzima chamada trombina, que participa do processo de coagulação. "As complicações circulatórias deste evento podem comprometer pulmões, coração, rins e cérebro. O tromboembolismo arterial e venoso e o comprometimento da microcirculação podem levar até mesmo a perda dos membros inferiores", destaca o cirurgião.

O Dr. Euzébio esclarece que a principal complicação da trombose venosa é a embolia pulmonar, que ocorre quando um coágulo ou parte dele se desloca de uma veia até as artérias pulmonares. Os principais sintomas incluem dificuldade para respirar, muitas vezes acompanhada de tosse sem motivo aparente e dor súbita no peito, que piora quando a pessoa inspira profundamente.

Embora a trombose possa ser totalmente assintomática, o cirurgião vascular alerta para uma série de sintomas não respiratórios que devem receber atenção especial, por estarem relacionados à Covid-19. Confira:

1 - Dores nos membros inferiores

Normalmente, o paciente sente dor no trajeto de alguma veia ou dor difusa na perna ou na coxa. O desconforto (que pode ser forte ou não) ocorre principalmente nas panturrilhas, podendo chegar até o pé e o tornozelo.

2 - Sensação de formigamento e queimação nas pernas

O paciente pode sentir um calor quase insuportável na região ou um formigamento que pode subir até a virilha. Há também a possibilidade de sensação de pressão elevada, nos locais onde há varizes mais evidentes.

3 - Inchaço e rigidez na musculatura

Muitas vezes, o próprio paciente nota essa sintoma, pela desproporção entre uma perna e a outra, assim como a rigidez na musculatura e até o aparecimento de vasos superficiais (varizes), não existentes anteriormente.

4 - Mudanças na cor da pele da região afetada

Nos casos de trombose venosa, a pele pode ficar avermelhada ou azulada. Isso acontece por conta da formação de coágulos sanguíneos em uma ou mais veias localizadas nas pernas. "Caso o paciente note a mudança de cor, é fundamental procurar ajuda rapidamente, pois isso pode sinalizar para um quadro grave da complicação".

5 - Alterações na temperatura dos membros

Sintoma que pode aparecer em casos mais raros, caso a interrupção no trajeto do sangue ocorra em uma artéria, a área que fica sem recebê-lo torna-se esbranquiçada e gélida, alterando a temperatura da pele no local. "Este é outro cenário perigoso, que requer avaliação médica urgente", finaliza Dr. Euzébio.

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Goiânia libera vacina contra a gripe para todos os moradores; veja onde se vacinar - Globo

Vacina contra gripe começa em Goiânia — Foto: Claudivino Antunes - prefeitura/Divulgação

Vacina contra gripe começa em Goiânia — Foto: Claudivino Antunes - prefeitura/Divulgação

Nesta segunda-feira (26), Goiânia e Aparecida de Goiânia abrem a vacinação contra a gripe para toda a população acima de 6 meses de idade. Os locais de imunização são os mesmos usados na campanha contra a Covid-19 nas duas cidades – veja lista ao fim da reportagem.

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Sunday, June 26, 2022

Gravidez ectópica: o que é essa condição e quais mulheres correm mais risco - VivaBem

Complicação é a principal causa de mortalidade materna no primeiro trimestre de gestação.

Uma gravidez ectópica acontece quando o óvulo fecundado se desenvolve fora do útero. Isso ocorre em cerca de 2% das gestações.

Como enfermeira obstétrica e pesquisadora de saúde reprodutiva, acho fundamental entender esta complicação relativamente comum na gravidez.

Normalmente, o óvulo e o espermatozoide se encontram e se combinam dentro de uma das tubas uterinas. O óvulo fecundado se desloca então pela tuba até o útero, onde se implanta no revestimento uterino e cresce.

Mas, às vezes, o óvulo fecundado não chega ao útero, implantando-se na tuba —ou pode acabar também em um ovário, no colo do útero ou até no abdômen. Foram registrados casos ainda de óvulos fecundados implantados em cicatrizes de cesarianas anteriores ou outras cirurgias.

Mas mais de 90% das gestações ectópicas são tubárias. Levar uma gravidez tubária até o fim é quase impossível, porque um óvulo fecundado não sobreviverá por muito tempo preso a locais fora do útero.

Outras estruturas do corpo simplesmente não são capazes de proteger ou nutrir um embrião. As mulheres com maior risco de gravidez ectópica são aquelas que já tiveram uma antes.

A probabilidade também é maior naquelas com infecções pélvicas ou cirurgias uterinas prévias. A fertilização in vitro também aumenta o risco.

Metade das gestações ectópicas, no entanto, ocorre em mulheres sem nenhum fator de risco.

Riscos da gravidez ectópica

O ultrassom é um dos métodos para detectar gestações ectópicas - GETTY IMAGES - GETTY IMAGES

O ultrassom é um dos métodos para detectar gestações ectópicas

Imagem: GETTY IMAGES

A gravidez ectópica é perigosa. O embrião implantado continua crescendo na estreita tuba uterina. Por volta da terceira semana após a implantação, é grande o suficiente para pressionar a tuba por dentro.

À medida que a pressão aumenta, a paciente costuma apresentar sintomas como dor abdominal unilateral, sangramento vaginal e desmaios.

Quando a tuba se rompe devido à pressão do embrião em crescimento, a paciente sente uma dor aguda ou dilacerante em um lado do abdômen, perto da virilha, e apresenta queda da pressão arterial e outros sintomas de choque.

A ruptura da tuba causa uma hemorragia que pode ser fatal se não for tratada com cirurgia. A gravidez ectópica é a principal causa de mortalidade materna no primeiro trimestre de gestação.

O tratamento depende do histórico de saúde da paciente e de uma avaliação médica da sua condição.

As mulheres saudáveis, com baixo risco de ruptura iminente podem receber uma injeção de metotrexato, que é também usado para tratar certos tipos de câncer e distúrbios autoimunes e dificulta a formação de DNA ou a multiplicação das células.

Com este medicamento, o embrião para de crescer, e o organismo acaba por reabsorvê-lo. Uma ou duas doses costumam ser eficazes.

Se a tuba uterina se romper, a paciente precisa de cirurgia de emergência. Por meio de uma pequena incisão, o cirurgião retira o embrião da tuba uterina, às vezes junto com parte da própria tuba (ou toda ela).

O tratamento desta condição interrompe a gestação, e é por isso que algumas pessoas confundem o tratamento da gravidez ectópica com abortos eletivos.

Mas, com ou sem intervenção, gestações ectópicas não sobrevivem além dos primeiros meses. Muito pelo contrário, terminam bem antes de um parto saudável ser possível.

A condessa de Wessex, Sophie, mulher do filho mais novo da rainha Elizabeth 2ª, foi submetida a uma cirurgia por causa de uma gravidez ectópica em 2002 - GETTY IMAGES - GETTY IMAGES

A condessa de Wessex, Sophie, mulher do filho mais novo da rainha Elizabeth 2ª, foi submetida a uma cirurgia por causa de uma gravidez ectópica em 2002

Imagem: GETTY IMAGES

Também é impossível "salvar" uma gravidez ectópica transferindo o embrião para o útero. A remoção do embrião do local onde está implantado causa danos irreparáveis nele.

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Vacina contra influenza estará disponível para toda população nesta segunda - Correio Braziliense

Correio Braziliense

postado em 26/06/2022 20:25 / atualizado em 26/06/2022 20:33

A expectativa da SES é aumentar a cobertura vacinal em toda a população do DF no início do inverno, período de aumento do número de casos - (crédito: Breno Esaki/Agência Saúde-DF)

A expectativa da SES é aumentar a cobertura vacinal em toda a população do DF no início do inverno, período de aumento do número de casos - (crédito: Breno Esaki/Agência Saúde-DF)

Quem quiser se vacinar contra a influenza poderá receber o imunizante a partir desta segunda-feira (27/6). Agora, as doses serão disponibilizadas para toda a população. A Secretaria de Saúde (SES) conta com um estoque de mais de 500 mil doses, aplicado em 111 unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal.

A lista completa de unidades de saúde que estarão aplicando o imunizante pode ser vista neste link.

De acordo com o subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, é importante que as pessoas procurem os pontos de vacinação e recebam essa vacina, pois no fim do ano passado houve um surto de influenza em todo o país. “A vacina deste ano já traz a proteção contra o vírus que circulou em 2021”, comunicou.

A Campanha Nacional de Vacinação Contra Influenza foi iniciada em 4 de abril, restrita a grupos prioritários, como idosos, professores e crianças de seis meses a cinco anos. A meta, no entanto, de vacinar pelo menos 90% das 1.086.547 pessoas desses grupos, não foi atingida. 

Saiba Mais

Agora, a expectativa da SES é aumentar a cobertura vacinal em toda a população do DF no início do inverno, período de aumento do número de casos. A campanha de vacinação seguirá até o fim do estoque de imunizantes.

*Com informações da Agência Brasília

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Carla Marins exibe corpo musculoso durante rotina de exercícios: 'Que arraso' - Marie Claire Brasil

Carla Marins exibe corpo musculoso durante rotina de exercícios (Foto: )

Carla Marins exibe corpo musculoso durante rotina de exercícios (Foto: Reprodução/Instagram )

Carla Marins mostrou que tem muita disposição durante rotina de exercícios que mostrou em suas redes sociais.

Em um vídeo compartilhado em suas redes sociais nesta sexta-feira (24), a atriz, de 54 anos, aparece suando a camisa enquanto malha ao lado de um treinador que filma a cena.

"Um pouquinho do treino de hoje", avisou na legenda.

As imagens chamaram a atenção dos seguidores que encheram a publicação com mensagens carinhosas. "Que arraso", disse uma delas. "Bom demais Carla!! Parabéns!! Trabalho sensacional, com variações interessantes," observou outra. "Maravilhosa. Treino espetacular. Parabéns", publicou uma terceira.

A partis de novembro, vai ser possível assistir Carla Marins nas telinhas. É que a novela Bambolê, será reprisada pelo canal Viva em novembro, segundo informação do jornal O Globo.  

+Saúde e conforto: faça exercícios físicos sem sair do sofá de casa

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Saturday, June 25, 2022

Ácaros minúsculos vivem e acasalam em nossos rostos. Devemos nos preocupar? - VivaBem

Um recente estudo da Universidade de Reading, no Reino Unido, aponta que existem minúsculos ácaros parasitas que vivem nos poros da pele dos rostos humanos e eles podem estar destinados a um beco sem saída na escala evolutiva.

Mais de 90% das pessoas hospedam os ácaros de 0,3 mm nas dobras oleosas do rosto, a maioria vivendo nos poros próximos ao nariz e cílios.

O ácaro, Demodex folicularum, passa toda a sua vida vivendo nos folículos da pele humana. Durante o dia eles se alimentam das secreções geradas pela pele oleosa. À noite, saem do poro para encontrar parceiros e encontrar novos folículos para fazer o cruzamento e botar seus ovos.

De acordo com a Alejandra Perotti, coautora do estudo, qualquer esforço para lavar o rosto com a intenção de se livrar dos ácaros será em vão, pois eles existem no corpo humano desde o nascimento e são transmitidos da mãe para o bebê durante a amamentação. Além disso, eles vivem nas profundezas dos poros, em uma área inalcançável para qualquer limpeza. Segundo a especialista, eles não são nocivos e estão em 90% dos seres humanos.

"Devemos amá-los, porque são os únicos seres que vivem em nossos corpos a vida inteira, e devemos apreciá-los porque limpam nossos poros", disse a Alejandra Perotti.

Eles são muito pequenos e fofos. Não há nada para se preocupar em tê-los. Eles limpam nossos poros e os mantêm em ordem. Não se preocupe. Fique feliz por ter uma pequena criatura microscópica vivendo com você, pois eles não causam nenhum dano. Alejandra Perotti, à BBC

Esconderijos do amor

"À noite, enquanto dormimos profundamente, eles visitam os poros para fazer sexo e ter bebês", conta Perotti. Sim, essas criaturas estão usando nossos poros como esconderijos do amor. Uma noção bastante romântica e agradável.

O estudo mostra que, à medida que a diversidade genética dos ácaros diminui, a dependência deles aumenta - o que significa que correm o risco de uma possível extinção.

Os ácaros têm quatro pares de pernas curtas, cada uma com um par de garras. Além de contarem com um longo corpo semelhante ao de um verme.

Um estudo publicado na revista Molecular Biology and Evolution apontou que o relacionamento dos ácaros com os humanos é mais íntimo do que parece.

Os pesquisadores analisaram o genoma dos ácaros e descobriram que ele tem o menor número de genes funcionais de qualquer artrópode (insetos, aracnídeos e crustáceos).

Os microorganismos se tornaram tão dependentes de seu hospedeiro humano que seu genoma está "erodido", reduzido ao mínimo de genes necessários para sobreviver, dizem os pesquisadores.

O gene que normalmente regula a vigília e o sono em artrópodes está inativo. Então, o organismo detecta alterações nos níveis do hormônio melatonina nas secreções da pele humana. Ele se manifesta quando dormimos e volta à reclusão quando acordamos.

Dessa maneira, fica claro que esses microrganismos funcionam em uma dinâmica cada vez mais sincronizada com os humanos, indicando que as pessoas vivem com um parasita externo, um organismo inteiramente dependente delas para sua existência.

Por outro lado, conforme sua diversidade genética diminui e, com isso, sua capacidade de deixar o hospedeiro e encontrar novos companheiros, eles também correm o possível risco de serem extintos.

Para Alejandra Perotti, em muitos casos, o Demodex deve ser um motivo de preocupação para a saúde das pessoas, já que eles também contribuem para a prevenção de problemas como acne, por meio do desbloqueio dos poros. O cuidado com eles também é essencial para uma relação equilibrada entre os humanos e todos os seres vivos na natureza, apontou a especialista.

Eles estão associados a uma pele saudável. Então, se forem extintos, poderemos enfrentar mais problemas dermatológicos.

*Com informações da BBC

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