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Wednesday, July 6, 2022

Homem é internado com overdose de vitamina D. Entenda os riscos - Metrópoles

Em um relato publicado na revista científica BMJ Case Reports, médicos britânicos alertaram para o caso de um homem de meia-idade que foi hospitalizado com overdose de vitamina D. O paciente tomou 20 comprimidos de suplemento em um único dia, o equivalente a 375 vezes a quantidade recomendada do hormônio.

Ele foi admitido no hospital três meses depois de tomar os remédios com vômito constante, diarreia, dor de estômago e perda de peso acentuada (- 12 kg). Também apresentava tinitus (zumbido persistente no ouvido), boca seca e sede incontrolável. A princípio, os médicos achavam que ele estava com câncer, mas o diagnóstico foi descartado depois de vários exames.

Durante a investigação médica, a equipe descobriu que a quantidade de vitamina D no sangue do paciente estava sete vezes mais alta do que o normal, o que havia provocado a falência aguda de seus rins. O hormônio é responsável por aumentar a absorção de cálcio no organismo, e o excesso da substância pode fazer mal a vários órgãos.

O paciente ficou no hospital mais uma semana, e tomou remédios e fluidos intravenosos para tirar o suplemento do organismo. Porém, os níveis de cálcio no corpo só voltaram ao normal três meses depois da alta hospitalar — ainda assim, a quantidade de vitamina D continuava muito alta.

O britânico conta que começou a tomar os suplementos por indicação do nutricionista, e que assim que se sentiu mal, suspendeu os medicamentos.

Os médicos responsáveis pelo caso alertam para o potencial tóxico de suplementos de vitaminas quando consumidos em exagero ou em combinações perigosas. Eles lembram que qualquer suplemento deve ser consumido com acompanhamento profissional.

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Tuesday, July 5, 2022

Bicho geográfico: confira suas causas, sintomas e tratamentos - VivaBem

Quem mora no litoral ou costuma viajar para praias, já deve ter ouvido falar do bicho geográfico. Também chamado de larva migrans cutânea, é uma infecção causada pelo solo contaminado das fezes de cães e gatos infectados pelo parasita. Desenvolvem-se em forma de larvas em locais quentes e úmidos, como a areia.

Qualquer pessoa pode ter o problema, mas ele costuma se manifestar mais em crianças, já que elas ficam mais sentadas nas praias e nos parques.

Quando cachorros ou gatos evacuam na terra ou areia, os ovos da larva, presentes nos intestinos destes animais, são liberados. Em contato com o solo quente, as larvas se desenvolvem e ficam lá. Ao entrarem em contato direto com a pele, penetram, causando a doença.

A seguir, você confere as principais dúvidas sobre bicho geográfico, sintomas, formas de tratamento e quais são os fatores de risco.

Bicho geográfico: o que é, causas e tratamentos

Quais as partes do corpo mais afetadas pelo bicho geográfico?

São os pés e as nádegas, pois a pessoa senta ou pisa onde tem a larva. Mas qualquer local da pele pode desenvolver bicho geográfico, ou seja, mãos, antebraços e pernas. Há risco até de quadros de disseminação, pois se o indivíduo deitar no gramado ou na areia e ter contato com a larva, pode desenvolver o problema nas costas, por exemplo.

Quais os principais sintomas da doença?

A pessoa sente coceira intensa e as lesões se caracterizam por trajetos sinuosos rosados com edema, podendo formar bolhas. Com o passar dos dias, a larva vai fazendo um caminho (1 a 2 centímetros por dia), que é parecido com um mapa geográfico. Daí vem o nome da doença.

Como é feito o diagnóstico?

Pelo exame físico, com quadro clínico de coceira, lesões sinuosas formando trajetos nas áreas de maior contato com solo, como pés e nádegas. O histórico do paciente também é avaliado.

Quais riscos à saúde o bicho geográfico causa?

O maior risco seria a infecção secundária, por bactérias (como a erisipela), pois a pessoa tem uma coceira intensa e pode machucar a pele, com risco de deixar cicatrizes se não for tratado adequadamente. Em pessoas bem alérgicas, pode haver quadros de alergia com tosse e falta de ar, pela liberação de toxina das larvas.

Existe transmissão de uma pessoa para outra?

Não. A transmissão é feita pelas fezes dos animais que estejam infectados pelo parasita, principalmente cães e gatos (sobretudo os que vivem nas ruas), que contaminam o solo.

Além da areia, é possível se contaminar em outro tipo de solo?

Sim. Gramados, tanques de areia, quintais, parques, escolas, quadras de esportes. Todos estes locais podem abrigar o parasita, caso estejam contaminados com fezes de animais. Além disso, há o agravante das chuvas, que facilitam a disseminação das larvas no solo. Por isso ocorre o aumento dos casos de bicho geográfico nos períodos chuvosos.

Como tirar o bicho geográfico da pele?

Não se retira o bicho geográfico manualmente. Somente se faz com tratamento medicamentoso antiparasitário e, muitas vezes, usa-se compressa de gelo, que diminui o inchaço e ajuda a matar a larva. Não dá para tirá-la, pois ela fica profundamente no tecido subcutâneo.

É possível tirar o bicho geográfico com pinça, por exemplo?

Não se deve tentar retirar as larvas de forma caseira com pinça ou outros métodos. Isso pode levar a infecções bacterianas, dermatites de contato, ferimentos e cicatrizes.

Quais os tratamentos indicados para problemas com bicho geográfico?

Compressas de gelo e antiparasitários indicados por um dermatologista, que pode ser usado na forma de pomada ou comprimidos. A escolha vai depender da gravidade de cada caso e da idade do paciente.

Há riscos para quem opta por tratamentos caseiros?

Sim. Além de ineficazes, tratamentos caseiros podem levar a dermatites de contato, infecções bacterianas e queimaduras.

Há como se prevenir do bicho geográfico?

  • A prevenção se faz com o uso de calçados, evitando contato dos pés com solos contaminados, além da recomendação de não sentar em terrenos arenosos. Ao ficar por um período longo nestes locais, procure cobrir com toalha ou esteira.
  • Lavar os pés com água corrente depois de andar descalço na praia ou superfícies que possam abrigar ovos de bicho geográfico para tentar matar as larvas com temperatura fria.
  • Manter boas medidas de higiene, como lavar sempre bem as mãos.
  • Evitar passear com seus bichos de estimação em praias e parques, mas se levar, recolha suas fezes e descarte em local adequado.
  • Cuide para seus animais sejam antiparasitados, com uso de vermífugos, para evitar a doença.

Fontes

Silvana Coghi, dermatologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo; Vivianne Lira da Camara Costa, dermatologista do Huol-UFRN (Hospital Universitário Onofre Lopes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte) ligado à rede Ebserh; e Leonardo Abrucio Neto, médico dermatologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

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Chá de aroeira: para que serve e como fazer? - VivaBem

Ela pode ter entre oito a 20 metros de altura, é encontrada em qualquer canto do Brasil e oferece um chá poderoso, que traz vários benefícios à saúde. Essa é a aroeira, árvore que tem a capacidade de colonizar e se adaptar a várias condições ambientais.

O nome científico da aroeira é Schinus terebinthifolius, da família Anacardiaceae. Ela também pode ser chamada aroeira-vermelha e apresenta frutos vermelhos e pequenos que, após o processo de industrialização, são conhecidos como pimenta-rosa. Já suas folhas, cascas, flores, sementes e frutos são amplamente utilizados na medicina popular.

A planta é rica em flavonoides, saponinas, terpenos e taninos, compostos que lhe conferem propriedades anti-inflamatórias, tônicas, diuréticas, cicatrizantes e antimicrobianas. A parte mais usada para a preparação de chá é a casca, no entanto, ela também pode ser usada para fazer banhos de assento, compressas ou pomadas.

Quais os benefícios da aroeira?

A casca, folhas e raízes da planta são estudadas por seus benefícios à saúde. Revisões de estudos já mostraram que das atividades encontradas, destacam-se as anti-inflamatória, antifúngica, antibacteriana, cicatrizante, antiparasitária e antioxidante. A planta teria até uma atuação como inseticida natural.

Há ainda uma pesquisa, feita por brasileiros e publicada em 2013 no periódico Evidence-based Complementary and Alternative Medicine, que mostrou que a planta pode reduzir a inflamação provocada pela gengivite, apesar de não tratar o problema.

"Há necessidade de realização de estudos mais aprofundados, cuja finalidade garanta uma maior segurança em seu uso e maior eficácia da sua terapêutica, para assim orientar melhor a população quanto a sua utilização tal como, para a formulação de novos medicamentos a partir de seus compostos bioativos", diz uma revisão.

Para que serve o chá de aroeira?

É benéfico para a redução de sintomas de úlceras, azia, gastrite, bronquite, infecções e inflamações, além de ajudar em cicatrizações. Entretanto, é importante reforçar que mesmo chás naturais precisam ter o seu consumo recomendado por médicos ou nutricionistas com experiência em plantas medicinais.

Como fazer o chá de aroeira?

O preparo do chá de aroeira vai variar de acordo com o tipo de uso que a pessoa pretende fazer da bebida. Existem algumas maneiras de prepará-lo. Para as doenças internas, ele pode ser feito por infusão, já para as doenças externas o preparo se faz através do cozimento das cascas ou folhas, para ser usado diretamente ou com uso de compressas.

Ingredientes:

  • 150 gramas de folhas de aroeira
  • 4 pedaços de casca de aroeira
  • 1 litro d'água

Modo de preparo:

  1. Aqueça a água em um recipiente, coloque as folhas e as cascas e ferva por cerca de 5 minutos.
  2. Coe assim que esfriar. Ele pode ser tomado morno ou gelado.

Com que frequência o chá de aroeira pode ser consumido?

Seu consumo deve ser feito com moderação e o indicado é que se tome o chá de aroeira por, no máximo, 15 dias, reavaliando se está fazendo efeito ou não. É importante perceber se há necessidade de um outro tipo de acompanhamento. Tudo isso é muito individual e tem que ser analisado caso a caso, sempre com acompanhamento médico.

O consumo excessivo de chá de aroeira pode fazer mal?

A aroeira pode desencadear uma diarreia muito forte, se utilizada em excesso, isso porque ela tem efeito purgante. Além disso, outros efeitos colaterais são as lesões que pode causar na pele e nas mucosas, reações alérgicas, dor de estômago, dermatite, irritação na boca ou garganta. Por isso, o uso da planta deve ser feito com indicação médica ou de um nutricionista com experiência em plantas medicinais.

Existe contraindicação para o consumo do chá de aroeira?

Sim. O chá de aroeira ou qualquer outro produto feito com a planta não é recomendável para gestantes, lactantes, crianças, pessoas com pele sensível ou que têm condições gastrointestinais. O uso da planta pode causar contração uterina, efeito laxativo ou resultar em crises alérgicas.

O chá de aroeira emagrece?

Não. Alguns estudos apresentam uma das propriedades do chá de aroeira como potencial diurético, como resultado da ação dos antioxidantes e polifenóis que combatem radicais livres e o estresse oxidativo no organismo. O chá não é emagrecedor e sua propriedade bioativa auxilia na resposta à retenção hídrica. O importante é usar a planta com a orientação médica.

Fonte: Natalia Galassini Naswaty, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo; Bruna Lima, nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz de São Paulo; Érica Oliveira, nutricionista do Hospital Nove de Julho de São Paulo; Débora Souza Lima, nutricionista da Pró-Saúde que atua no Hospital Regional do Sudeste do Pará, em Marabá (PA).

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Monday, July 4, 2022

Apesar de calórica, pasta de amendoim é aliada do emagrecimento e da saúde - VivaBem

A pasta de amendoim vem ganhando cada vez mais popularidade no Brasil --principalmente entre a turma que pratica exercícios físicos, por se tratar de uma boa fonte de energia: uma colher de sopa (30 g) contém cerca de 163 calorias.

Quando ela é integral --ou seja, feita 100% de amendoim, sem adição de açúcar, conservantes e outros ingredientes--, oferece uma série de vantagens. O alimento tem gorduras saudáveis, proteínas, minerais como magnésio, ferro e zinco, antioxidantes, vitaminas do complexo B e vitamina E. Por isso, contribui com a saúde dos ossos, fortalece a imunidade e reduz o risco de doenças do coração, diabetes e Alzheimer.

Embora seja bastante calórica, a pasta de amendoim pode ser aliada da perda de peso quando consumida com moderação e dentro de um cardápio saudável. Por ter proteínas e gorduras boas, o alimento prolonga a saciedade, fazendo com que você coma menos ao longo do dia. Além disso, é composto de ácido oleico, um tipo de gordura monoinsaturada que ajuda na queima da gordura corporal.

A pasta de amendoim ainda ajuda a aliviar aquela vontade de comer um docinho e vai bem com frutas —experimente com banana!

Em Cardápios para Emagrecer VivaBem, as refeições são pensadas para você se alimentar com prazer e ganhar saúde, aumentando o consumo de produtos que fazem bem, como a pasta de amendoim. Assine o UOL e veja todos os menus da semana, além de ter acesso a vários outros conteúdos exclusivos.

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Em vez de reduzir, remédios prolongam dores nas costas. Entenda - Extra

Cientistas brasileiros à frente de um estudo que propôs uma mudança na compreensão e no tratamento da inflamação e da dor investigam agora outras formas de aliviar o sofrimento. Publicada no periódico científico Science Translational Medicine (STM) e com ampla repercussão internacional, a pesquisa sugeriu que alguns dos medicamentos mais usados para aliviar a dor lombar podem, em vez disso, prolongá-la.

Estima-se que nada menos do que quatro em cada cinco pessoas tenham dor lombar, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). É a mais comum das dores. E elas são muitas e frequentes. Cerca de 20% da população mundial sofre com dores crônicas severas o suficiente para reduzir a qualidade de vida.

É um sofrimento que permanece sem tratamento eficiente, afirma o brasileiro Lucas Lima, um dos principais autores do estudo e cientista do Centro de Pesquisa da Dor da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá.

O estudo sugere uma verdadeira mudança de paradigma ao dizer que controlar a inflamação da lesão com corticosteroides e anti-inflamatórios não esteroides pode transformar uma dor aguda em crônica, aquela que persiste por três meses ou mais.

A cientista Gabrielle Guanaes Dutra, também do grupo da McGill, observa que combater a dor bloqueando a inflamação sempre pareceu o mais lógico a fazer. Porém, o estudo revelou evidências de que isso, na verdade, impede o processo de recuperação natural do organismo de uma lesão e deixa como sequela a cronificação da dor. A seguir, os pesquisadores revelam detalhes do estudo.

Tempo para o corpo

Lucas Lima diz que o estudo abre caminho para uma mudança de paradigma ao sugerir que a inflamação decorrente de lesões não deve ser tratada e que é justamente o bloqueio do processo inflamatório reparador que leva à cronificação da dor. O melhor seria deixar o processo de inflamação seguir seu curso, dando ao corpo a chance de se recuperar de uma lesão. O estudo ilumina possíveis caminhos para tratar a dor crônica e abre uma janela na compreensão da inflamação, destaca Gabrielle Dutra.

Sem agonia

Não interferir na inflamação não quer dizer que a dor aguda deve ser deixada sem alívio, frisam os cientistas. Até porque a dor aguda, quando não tratada, vira um fator de risco para que se torne crônica. Existem analgésicos que não interferem na inflamação, caso do paracetamol, da lidocaína, da morfina e da gabapentina.

Alerta vermelho

A inflamação é a forma como o corpo alerta o sistema imunológico sobre lesões ou risco de infecções. Nesse processo, diferentes tipos de células são enviadas para a região afetada, para remover tecidos que tenham sido danificados, promover cicatrização, eliminar possíveis bactérias e vírus que estejam infectando o local.

Para que serve a dor

A dor faz parte do processo inflamatório, com a função de alerta. Por exemplo, em uma torção do tornozelo é preciso que a área afetada fique imobilizada por um tempo para que possa cicatrizar. A dor indica que não se deve movimentar a região nem colocar peso sobre o seu tornozelo. Mas, mesmo com o conhecimento da função do processo inflamatório, observa Gabrielle Dutra, no tratamento o instinto tem sido bloquear a resposta inflamatória.

Males necessários

Dor, febre e medo são mecanismos naturais de defesa e alerta. São altamente complexos e ainda não completamente compreendidos. Pessoas que devido a uma doença genética não sentem dor morrem cedo porque se ferem mais, têm infecções recorrentes e seu organismo é incapaz de perceber e reagir.

Sem controle

Nem toda a inflamação é benéfica, adverte Lucas Lima. Há diferentes situações em que a inflamação é prejudicial. Na inflamação crônica, por exemplo, não existe mais a função de reparo. Um exemplo é a artrite reumatoide. Outra situação nociva ocorre quando o sistema imunológico tem uma resposta inflamatória exagerada, como no caso da sepse.

Dor crônica

Segundo Lima, por muito tempo, o estudo da dor crônica tem focado na investigação do sistema nervoso. Em especial, do sistema nervoso central (o cérebro e a medula espinhal). Já se sabe que existe um fenômeno chamado sensibilização central. São alterações que fazem com que uma pessoa tenha maior sensibilidade à dor.

Surpresa

“Imaginamos que iríamos descobrir algum processo do sistema imune que fosse causa de dor crônica”, afirma Lucas Lima. Descobriram o contrário. Os cientistas viram que pessoas que se recuperam da dor aguda e não desenvolveram dor crônica tinham uma resposta imune inflamatória mais exacerbada, mais eficaz. E o sistema imunológico de pessoas com dor crônica era debilitado, pouco ativo.

Linha de frente

A hipótese é que os anti-inflamatórios inibem a ação dos neutrófilos. Estes são a linha de frente das defesas do organismo, as primeiras células ativadas pelo sistema imunológico, seja para recuperar uma lesão ou atacar uma inflamação. Até agora os neutrófilos não eram associados à dor, pois se pensava que tinham papel no combate de infecções. A dor crônica seria sequela da interferência no funcionamento dos neutrófilos.

Comprovação

Se os achados do estudo forem reproduzidos em ensaios clínicos, que são pesquisas em que remédios são testados em pacientes, a dor aguda poderá passar a ser tratada sem interferência no processo inflamatório, destaca Lucas Lima. No estudo, os cientistas trabalharam com testes em animais, análises de bancos de dados genéticos e observações de pacientes com dor lombar.

Novos caminhos

Uma possibilidade seria melhorar a resposta imunológica das pessoas com o sistema de defesa enfraquecido. Lima diz que isso poderá ser feito por meio de novos medicamentos ou com exercício.

Gelo

Outra linha de pesquisa do grupo de Lima é o papel do gelo na inflamação. Ele é considerado anti-inflamatório. Mas pode não ser bem assim. Na verdade, pode apenas ter efeito analgésico e, em vez, de combater a inflamação, retardaria a recuperação. Um estudo japonês de 2021 mostrou que a aplicação de gelo após uma lesão muscular atrasa o reparo do tecido. Quando se aplica gelo, o músculo demora mais tempo a se regenerar. A hipótese de Lima é que ao reduzir a circulação sanguínea, o gelo dificulta a migração de células do sistema imunológico ao local da lesão, prejudicando a recuperação do tecido danificado.

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Sunday, July 3, 2022

Saiba quais os hábitos alimentares que pessoas acima de 50 anos precisam ter - Escola Educação

Uma pessoa com mais de 50 anos pode ter mais saúde e disposição do que alguém de 20. Isso irá depender de como essas pessoas vivem. Afinal, a prática de exercícios físicos, os cuidados com a saúde mental e com a alimentação são imprescindíveis para viver bem. Por isso, separamos algumas dicas para pessoas com mais de 50 anos e que são fundamentais para manter o corpo saudável!

Veja mais sobre a alimentação acima dos 50 anos e fique atento!

Leia mais: Benefícios do alho que você precisa conhecer

Reduzir o consumo de carne vermelha

É difícil encontrar alguém que não goste de um bom churrasco, mas esse tipo de refeição pode trazer uma série de malefícios. Isso porque as carnes vermelhas são muito pesadas e precisam de muito tempo e energia para a sua digestão. Assim, é melhor evitá-la depois dos 50 anos, já que o metabolismo de uma pessoa dessa idade não é mais o mesmo de quando ela tinha 20. Portanto, a melhor opção é realmente consumir carnes brancas e magras, o que nos leva à segunda dica!

Coma mais peixe

Os peixes são muito saborosos, mas também muito benéficos para a saúde do nosso corpo e mente. Isso se deve ao fato de que os pescados possuem maior reserva de gordura boa, além de conter diversas vitaminas e nutrientes importantes. A começar pelo Ômega 3, que é um composto que toda pessoa acima de 50 anos precisa conhecer. Afinal, ele ajuda na manutenção do sistema nervoso, melhora a memória, regula o humor e gera mais disposição. Assim, ao investir em mais refeições com salmões, sardinhas, atuns e outros peixes, você ganha mais saúde!

Aumente a quantidade de fibras

Como já mencionamos, o metabolismo do nosso corpo deixa de ser o mesmo após certa idade. Com isso, pode ser que a digestão se torne um verdadeiro desafio. Portanto, invista em alimentos com maior quantidade de fibras, como a aveia, ameixas e laranjas. Dessa forma, você garante que o seu intestino funcione sem problemas.

Coma mais salada

Por fim, vale a pena mencionar a necessidade de balancear as refeições. Isso inclui a necessidade de colocar mais folhas, verduras e grãos no prato. Para isso, você pode colocar mais da metade de sua refeição de saladas. Essa será a garantia de que o seu corpo receberá mais nutrientes e vitaminas.

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Saturday, July 2, 2022

Alimentos importantes para manter a saúde do fígado - Escola Educação

Depois da pele, o fígado é o segundo maior órgão do corpo humano. Ele é de extrema importância para a manutenção do corpo, afinal, é o responsável por eliminar substâncias tóxicas e produzir a bile. Nesse sentido, manter a saúde do órgão é fundamental para que todo o corpo possa se encontrar em harmonia.

Neste artigo, preparamos alguns alimentos que ajudam na saúde do fígado.

Leia também: Entenda sobre algumas das principais causas da gordura no fígado

Alimentos bons para o fígado

Alimentos que são considerados bons para a saúde do fígado são aqueles ricos em vitaminas C e E e ômega-3, que são anti-inflamatórios e possuem uma camada protetora que contribui para manter o bom funcionamento desse órgão, evitando a formação do acúmulo de gordura. Veja alguns desses alimentos:

  • Alcachofra

A alcachofra é rica em cinarina e silimarina, apresentando antioxidantes que protegem o fígado de danos causados por radicais livres. Assim, aumenta a produção de bile e reduz a produção de colesterol, estimulando o crescimento de novas células.

  • Suco de beterraba

O suco de beterraba é uma ótima opção para o fígado, principalmente por ser rico em antioxidantes e nitratos. A beterraba também contribui para a formação de enzimas do fígado, que atuam para a sua desintoxicação.

A aveia é rica em beta-glucano, um tipo de fibra de extrema importância para o organismo. Pois, ela ajuda a diminuir o colesterol e o acúmulo de gordura no fígado.

O café é uma ótima bebida, pois protege o fígado de doenças com sua ação antioxidante e o controle do colesterol. O consumo de café diariamente pode ajudar na prevenção de doenças hepáticas.

Alimentos que fazem mal ao fígado

Se preocupar com a saúde do fígado é de suma importância. Manter uma alimentação balanceada e ficar longe de alimentos gordurosos e embutidos também é fundamental nesse processo.

Agora que você já sabe alguns dos alimentos bons para o fígado, veja de quais você precisa ficar longe, já que causam danos sérios nas células. São eles: frituras, alimentos ricos em gordura ou açúcares, temperos ou molhos artificiais e carnes processadas, como presunto, peito de peru, salsicha, linguiça ou bacon.

O consumo de bebidas alcoólicas em excesso também precisa ser controlado nesses casos. Afinal, o acúmulo dessas substâncias pode provocar o quadro de cirrose hepática.

Este artigo não apresenta soluções para problemas médicos ou psicológicos. Consulte um especialista antes de iniciar qualquer tratamento.

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Essa é a dieta que você deve seguir para emagrecer em 2023, segundo a ciência - Minha Vida

Estudo comparou cinco dietas diferentes e definiu qual é a mais eficaz para quem quer perder peso a longo prazo Perder peso ou ter um est...