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Tuesday, January 25, 2022

Combate à dengue ganha reforço em regiões onde há mais mosquitos - Agência Brasília

O ataque ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, será intensificado a partir desta semana em várias regiões do Distrito Federal. Em reunião na última sexta-feira (21), no Palácio do Buriti, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde – órgão da Secretaria de Saúde – e diversos administradores ajustaram ações para o combate à doença. Segundo números da pasta, foram notificados 800 casos prováveis de dengue na primeira quinzena de janeiro na capital.

Arte: Agência Brasília

Levantamento mensal feito pela subsecretaria apontou que seis regiões administrativas (RAs) do DF apresentam alto índice de infestação do mosquito. Estão no vermelho as seguintes RAs: lagos Sul e Norte, Park Way, Sobradinho II, Planaltina e Itapoã. Tais regiões receberão nessa semana a ação do fumacê e a visita de técnicos da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival).

Em reunião no Palácio do Buriti, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde apresentou as notificações de 800 casos prováveis de dengue na primeira quinzena de janeiro na capital | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

“Estamos atuando em todo o DF. Porém, o estudo apontou que essas cidades apresentam no momento maior vulnerabilidade para a dengue. Dessa forma, várias ações de combate serão realizadas nesses locais”, explicou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.

“Não se trata somente de visitas domiciliares, agora faremos o tratamento focal no combate ao mosquito. Sabemos que ele está ali no local e vamos eliminá-lo”, complementou.

O DF conta atualmente com 1.257 agentes de vigilância ambiental, já em ação na ‘guerra’ ao Aedes aegypti. Além do tradicional fumacê, estratégias como o uso de armadilhas para o vetor da dengue, de drones para identificar áreas infestadas e a ‘fabricação’ de mosquitos com a bactéria Wolbachia, que inibe a transmissão da doença, são empregadas pela Secretaria de Saúde.

O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, lembra que a ajuda da população no combate ao Aedes aegypti é fundamental. Para ele, “é importantíssimo que cada cidadão incorpore o papel de agente contra a dengue dentro do próprio domicílio”

Valero, no entanto, lembra que a colaboração da população é fundamental neste enfrentamento. “É importantíssimo que cada cidadão incorpore o papel de agente contra a dengue dentro do próprio domicílio. O morador deve observar seu quintal e checar se há algum depósito com água, um balde que possa acumular água quando chover. Verificar também se a caixa d’água está fechada corretamente. Tudo isso é indispensável”, frisou.

Em cada cidade, tipos diferentes de foco

Um dos participantes do encontro, o administrador do Itapoã, Marcus Cotrim, contou que se surpreendeu com o alto índice de infestação em sua RA. “Trata-se de um problema antigo no Itapoã e temos de reforçar esse combate. Em nossa cidade, o acúmulo de lixo nas residências e também a existência de muitos terrenos baldios são as principais dificuldades”, pontuou.

Já o gestor do Park Way, Maurício Tomaz, destacou a preocupação em conscientizar os moradores sobre a necessidade de eliminar qualquer tipo de água parada. “A ‘guerra’ é individual, mas o resultado é coletivo. É necessário divulgar, fazer ações midiáticas para que o cidadão possa fazer sua parte e combater o mosquito”, finalizou.

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Theresa Amayo morreu com câncer de rim; saiba como prevenir a doença - VivaBem

Theresa Amayo, uma das primeiras atrizes da teledramaturgia brasileira, morreu ontem, aos 88 anos, em sua casa no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nas redes sociais da artista.

Ela enfrentava uma batalha contra um câncer no rim desde o ano passado, segundo o jornal O Globo. A doença, embora silenciosa, em fases iniciais, pode dar sinais de alerta durante sua evolução.

Esse tipo de câncer não é dos mais comuns e tem a incidência estimada entre 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes, principalmente em pessoas acima dos 60 anos. De acordo com projeções do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil registra mais de 6 mil casos por ano.

Segundo Gustavo Cardoso Guimarães, cirurgião oncológico, diretor do IUCR (Instituto de Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótica) e coordenador dos departamentos cirúrgicos oncológicos da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, os três sintomas mais comuns da doença são: sangue na urina, dor e massa palpável no abdome.

Outros sinais também podem aparecer como dor lombar de um lado, massa (caroço) na lateral ou na parte inferior das costas, fadiga, perda de apetite, perda de peso, febre e anemia.

Como os sintomas são parecidos com outras doenças, é importante que a pessoa procure um médico. Um simples exame de ultrassom é capaz de detectar o problema.

"Exames preventivos, como um ultrassom, são a principal arma para fazer o diagnóstico precoce", diz Guimarães. "É um exame relativamente barato, simples de fazer, e não invasivo", explica. Caso seja encontrado o nódulo renal, uma tomografia computadorizada ou uma ressonância magnética são capazes de fechar o diagnóstico.

Já o tratamento do câncer de rim, para casos iniciais, costuma ser a remoção do órgão por cirurgia. Se o câncer se espalhou para além do rim, tratamentos adicionais podem ser recomendados, incluindo radioterapia, terapias-alvo e imunoterapia.

Câncer de rim pode ser evitado com estilo de vida saudável

Os principais fatores de risco associados com o surgimento de câncer de rim são doenças e hábitos potencialmente modificáveis, comuns na população ocidental, como a obesidade, diabetes, tabagismo, índice de massa corpórea (IMC) elevado e uso crônico de medicações para controle de hipertensão.

Portanto, na maioria dos casos, são fatores potencialmente modificáveis por hábitos de vida saudável. Dentre eles, a adoção de dieta equilibrada, rica em vegetais e sem excessos de carnes vermelhas e gorduras animais, assim como a cessação do tabagismo, controle de peso e a inclusão da atividade física na rotina diária como medida de redução das taxas de obesidade.

Ao estimular a prática de atividade física, a coalizão visa, além de diminuir o risco de surgimento da doença, auxiliar na melhora da qualidade de vida dos pacientes. Praticar atividades físicas moderadas pode melhorar em até 15% as chances de sucesso do tratamento, além de reduzir sintomas de fadiga, ansiedade e depressão.

*Com informações de reportagem publicada em 17/06/2021.

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A ervilha é rica em fibras: confira 5 principais benefícios do alimento - Tudo Bahia

Um dos alimentos ricos para proporcionar benefícios à nossa saúde é da mesma família do feijão e lentilhas: a ervilha. Originária da Europa Meridional e Central, ela é um legume e possui mais de uma variedade. Existe a ervilha que pode ser consumida com a vagem e a mais tradicional, que são os grãos verdes. Consumida in natura, esses legumes são ricos em nutrientes e benefícios à nossa saúde. A ervilha pode ser consumida em forma de sopa, salada, dentro do arroz e em muitas receitas.

As vitaminas presentes na ervilha são K1, C, B1, B6 e A. Para aqueles que fazem dieta vegetariana e vegana, a ervilha está sempre presente, sobretudo por ser rica em fibras e vários nutrientes. Possui ainda poder antioxidante e boa concentração de manganês. Existem diversos tipos de ervilhas sendo comercializadas, desde frescas a enlatadas.

Confira os principais benefícios da ervilha

Colabora na redução das taxas de triglicérides, colesterol e glicemia

A vitamina B3, encontrada na ervilha, ajuda a controlar e reduzir o teor de triglicérides. Não apenas inibe o desenvolvimento do colesterol ruim, como ajuda no desenvolvimento do chamado HDL que é o colesterol mais benéfico à saúde. De igual modo, o controle deste colesterol ajuda na prevenção de doenças cardíacas.

Devido à boa concentração de fibras solúveis, não só diminuem a quantidade de colesterol ruim, como promovem uma melhoria no controle da glicemia.

Ajuda no processo de emagrecimento

Como leguminosa, a ervilha já ajuda muito com seu efeito antioxidante no processo de perda de peso. Sua ação é direta no combate às inflamações que são provocadas pelos radicais livres. Uma das peculiaridades da ervilha é que ela é fonte de fibras solúveis e insolúveis, sabendo que as solúveis atuam mais diretamente na absorção de carboidratos.

Isso indica que ela é capaz de evitar os picos de glicose e insulina. As fibras insolúveis, presentes na ervilha, colaboram diretamente para manter a saciedade e fazem melhorar o funcionamento de nosso intestino. Isso acaba favorecendo a perda de peso para quem busca emagrecer.

Excelente na prevenção da osteoporose

A falta de cálcio é a mola propulsora para o surgimento da osteoporose e sua ausência prejudica além dos ossos, nossos dentes e até mesmo as unhas. A ervilha é rica em cálcio e, portanto, fornece esse mineral necessário para evitar a osteoporose.

O alimento possui vitaminas do complexo B, que são aliadas nesse processo.

Melhora a imunidade

Muita gente não sabe que a imunidade também pode ser fortalecida por intermédio da ervilha, que possui muitas vitaminas e antioxidantes. A imunidade baixa é a vulnerabilidade do nosso organismo a doenças, tais como Influenza. Uma imunidade alta faz toda a diferença na hora de evitar alguma dessas famigeradas doenças que assolam o mundo.

Retarda o envelhecimento das células

A ação antioxidante é muito eficaz no combate ao envelhecimento das células e, consequentemente, ajuda a evitar o surgimento de doenças mais graves. Isso ocorre porque os efeitos antioxidantes ajudam a combater os radicais livres.

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Monday, January 24, 2022

4ª dose triplica proteção contra Covid-19 grave em idosos, aponta estudo - Revista Galileu

4ª dose da vacina contra Covid-19 foi administrada em pessoas com mais de 60 anos em Israel e as tornou três vezes mais resistentes a casos graves (Foto: Pima County )

4ª dose da vacina contra Covid-19 foi administrada em pessoas com mais de 60 anos em Israel e as tornou três vezes mais resistentes a casos graves (Foto: Pima County )

Idosos com mais de 60 anos em Israel que receberam a quarta dose da vacina de Covid-19 tornaram-se três vezes mais resistentes contra casos graves da doença em comparação a pessoas da mesma faixa etária vacinadas com apenas três doses.

O resultado está em um estudo preliminar divulgado pelo Ministério de Saúde israelense neste domingo (23). A análise indicou ainda que a quarta dose duplicou a proteção contra infecções pelo coronavírus nos idosos

A pesquisa realizada por várias instituições israelenses, incluindo o centro médico Sheba, comparou dois grupos: o primeiro composto por 400 mil pessoas com mais de 60 anos imunizadas com quatro doses e o segundo de 600 mil idosos vacinados com a terceira dose há pelo menos quatro meses.

O Ministério da Saúde de Israel enfatizou que a metodologia da análise foi semelhante a de artigos anteriores revisados por pares e publicados no jornal científico New England Journal of Medicine. Os dados da nova pesquisa ainda serão atualizados conforme novos dados ficarem disponíveis.

Segundo a agência de notícias Reuters, um outro estudo preliminar do centro médico Sheba indicou que a quarta dose aumenta a quantidade de anticorpos em relação à terceira. Porém, o aumento ainda não é suficiente para prevenir infecções pela variante de preocupação ômicron, considerada altamente transmissível.

Ainda assim, a quarta aplicação é “excelente contra as variantes Alfa e Delta”, segundo conta Gili Regev-Yochay, autora principal do estudo, ao site The Times Of Israel. Ela defende que o mais novo reforço é uma boa ideia para proteger aqueles que correm maior risco, mas que talvez a campanha de vacinação em Israel deva ser alterada para incluir pessoas ainda mais velhas.

Desde o início deste mês, o país do Oriente Médio tem vacinado os idosos com mais de 60 anos com a quarta dose da vacina Pfizer/BioNtech. Com a explosão de casos da ômicron em novembro de 2021, viagens internacionais foram rapidamente restringidas e o rastreamento de casos ficou mais rigoroso.

Jonathan Sterne, professor de estatística médica da Universidade de Bristol, no Reino Unido, observa que há boas evidências quanto à terceira dose da vacina, mas que o mesmo não ainda não se aplica à quarta. “Quartas doses estão sendo feitas principalmente por precaução; temos muito pouca evidência de seu efeito, seja em estudos de função imunológica ou em estudos observacionais de eventos clínicos”, escreve Sterne em artigo publicado no The Lancet Respiratory Medicine no último dia 11 de janeiro.

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Alagoas tem 86 pacientes com Covid-19 em leitos de UTI do SUS; maioria não tomou vacina ou está com esquema vacinal atrasado - Gazetaweb.com

Alagoas tem 86 pacientes com Covid-19 em leitos de UTI [Unidade de Terapia Intensiva] do SUS [Sistema Único de Saúde]. A maioria dos internados não tomou a vacina ou está com esquema vacinal atrasado. A informação é da Sesau [Secretaria de Estado da Saúde].

Ainda segundo a Sesau, no último final de semana, foram confirmados cerca de 2 mil casos da Covid em Alagoas, o que acende um alerta quanto à disseminação do vírus em todo o Estado. O número vem aumentando nos últimos dias. O de óbito, no entanto, segue estabilizado.

A vacina, segundo especialistas, não impede de contrair a Covid-19, mas evita gravidade e morte. A médica infectologista Claudiane Bezerra enfatizou que as pessoas não devem escolher vacina nem ter medo dos efeitos colaterais.

Claudiane ainda alerta que é importante completar o ciclo vacinal. "As pessoas não imunizadas têm maiores chances de se infectar e de desenvolver formas graves da Covid-19, como também de ficar internadas", disse ela, acrescentando:

"Observamos que, neste momento, as pessoas que estão internando com a Covid-19 são aquelas que não tomaram a vacina ou que não concluíram o esquema vacinal. A vacina é importante para evitar formas graves da doença, levando a sintomas mais brandos, e deixa o indivíduo com potencial de carga viral mais baixa, fazendo com que ele dissemine menos o vírus".

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA

A capacidade de proteção das vacinas está diretamente ligada à quantidade de vírus que circula nos ambientes. Por isso, é tão importante que a população continue obedecendo aos protocolos de segurança e, principalmente, cuidando do distanciamento social, para ajudar a evitar a disseminação.

"No momento, há uma grande circulação do vírus SARS-CoV-2 - Covid-19 -, então, mesmo as pessoas vacinas, elas precisam manter as medidas de precaução já bastante disseminadas: uso correto da máscara, higienização frequente das mãos e evitar tocar em mucosas de olhos, boca e nariz sem que esteja com as mãos adequadamente limpas. Além disso, é essencial manter o distanciamento social", concluiu Claudiane Bezerra.

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Sunday, January 23, 2022

13 curiosidades sobre o sangue que você talvez não conheça - G1

Quantos grupos sanguíneos você diria que existem? — Foto: Getty Images via BBC

Quantos grupos sanguíneos você diria que existem? — Foto: Getty Images via BBC

A cada minuto, cada um dos seus glóbulos vermelhos completa sua jornada por todo o sistema circulatório, levando oxigênio a todas as células — da ponta da cabeça aos dedos dos pés.

E, a cada segundo, seu corpo produz 2 milhões de glóbulos vermelhos — ou eritrócitos — que substituem aqueles que já morreram.

Esta é uma das 13 curiosidades sobre o sangue que a matemática Hannah Fry e o geneticista Adam Rutherford compilaram para a BBC:

1. Você tem cerca de 26 trilhões de glóbulos vermelhos

As células mais abundantes em seu corpo são os glóbulos vermelhos. Acredita-se que haja cerca de 26 trilhões nos homens — entre as mulheres, a quantidade é um pouco menor.

As plaquetas também são bastante abundantes, embora seu número seja bem menor.

No total, quase 90% das células do seu corpo se encontram no sangue.

Os glóbulos vermelhos viajam por suas veias e artérias a cerca de 2 quilômetros por hora — Foto: Getty Images via BBC

Os glóbulos vermelhos viajam por suas veias e artérias a cerca de 2 quilômetros por hora — Foto: Getty Images via BBC

2. Em seus 3 ou 4 meses de vida, cada glóbulo vermelho dá 150 mil voltas ao redor do seu corpo

Eles percorrem uma "autoestrada" viscosa (nossas veias e artérias) a uma velocidade de cerca de 2 km/h.

3. Os eritrócitos mortos favorecem que as fezes sejam marrons

Seu corpo não pode simplesmente descartar os glóbulos vermelhos "velhos", porque eles contêm ferro, algo muito valioso para fabricar mais eritrócitos.

Em vez disso, certas células extraem o ferro e, ao mesmo tempo, geram bilirrubina, que chega ao fígado.

Este órgão o excreta na forma de bile para o sistema digestivo, onde é posteriormente transformado em uma substância chamada urobilinogênio, que posteriormente dá às fezes sua cor característica.

4. Há mais de 30 sistemas de grupo sanguíneos

Os quatro mais conhecidos são A, B, AB e O, mas há muito mais.

Na verdade, "sabemos que existem 34 sistemas com mais de 300 variantes conhecidas", escreveu para o site "The Conversation Robert Flower", professor da Universidade de Sydney, na Austrália, que trabalha para o Banco de Sangue da Cruz Vermelha.

Nem todos os grupos sanguíneos são compatíveis entre si — Foto: Getty Images via BBC

Nem todos os grupos sanguíneos são compatíveis entre si — Foto: Getty Images via BBC

"Todos eles são classificados por 'antígenos', que se encontram na superfície de nossos glóbulos vermelhos."
"Os antígenos são moléculas (na maioria das vezes proteínas, mas também carboidratos) capazes de fazer com que nosso sistema imunológico ataque", acrescentou o especialista.

5. Mas os dois grupos principais testados são ABO e fator Rh positivo ou negativo

O teste ABO mostra se a pessoa tem um destes quatro tipos sanguíneos: A, B, AB ou O.

O teste de Rh verifica a existência do antígeno (ou fator) Rh.

Dentro deles, há subgrupos.

6. A primeira transfusão de sangue bem-sucedida...

...foi realizada em 1818 pelo obstetra britânico James Blundell.

A paciente era uma mulher com hemorragia que havia acabado de dar à luz.

Blundell tirou sangue do braço do marido e inseriu na paciente com uma seringa. Ela viveu para contar a história, assim como metade de suas pacientes.

Acredita-se que aquelas que morreram eram de tipos sanguíneos incompatíveis.

7. O sangue pode ser rejeitado pelo seu corpo se for do grupo incorreto

Após fazer o teste ABO, você pode obter como resultado A, B, ambos (AB) ou nenhum (O).

Se alguém do tipo A recebe sangue do tipo B, seu corpo tentará atacar as proteínas estranhas do tipo B.

8. Se você é AB, é um 'receptor universal'

Uma vez que você tem A e B, seu corpo pode receber qualquer combinação destas duas proteínas em uma transfusão de sangue.

9. Se você é do tipo O, é um 'doador universal'

O sangue do tipo O não contém nenhum "invasor estranho" que possa resultar em rejeição.

Este é o tipo de sangue armazenado nas emergências de hospitais e em ambulâncias, quando não há tempo para testar o tipo de sangue do paciente antes de fazer uma transfusão.

10. Se o seu grupo sanguíneo é O, você tem menos probabilidade de sofrer de trombose venosa profunda

Trata-se de um coágulo que causa dor e inflamação e pode ser perigoso.

Pode acontecer com qualquer pessoa a qualquer momento, mas este tipo de sangue determina que o risco é menor.

11. O fator Rh é outro tipo de proteína fora dos glóbulos vermelhos

A chamada proteína "fator Rh" é herdada por meio dos genes. Se você a tem, é Rh positivo. Se não tiver, é Rh negativo.

Mulheres grávidas são examinadas para ver se são Rh negativo. Neste caso, se o bebê for Rh positivo e houver qualquer tipo de mistura de sangue durante o parto, a mãe pode provocar uma reação imune e produzir anticorpos, o que poderia prejudicar gestações posteriores, uma vez que os mesmos permanecem no corpo.

Hoje em dia, se detecta se existe o chamado "fator Rh" e, se necessário, são administrados antibióticos para bloquear a reação imune da mãe e proteger futuros embriões.

12. Alguns dos grupos sanguíneos minoritários têm suas próprias vantagens evolutivas

Por exemplo, se você tem sangue "Duffy negativo", é mais resistente à malária.

Na África Ocidental, mais de 95% da população herda esta característica útil.

* Este artigo foi escrito com base em um episódio do programa The Curious Cases of Rutherford & Fry, da BBC Radio 4.

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Para rejeitar diretriz do SUS, Saúde diz que hidroxicloroquina funciona e vacina não - MSN

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em documento usado para justificar a rejeição de diretrizes de tratamento da Covid-19 ao SUS, o Ministério da Saúde contraria entidades científicas e afirma que há eficácia e segurança no uso da hidroxicloroquina contra a Covid-19.

Na mesma nota técnica, a pasta declara que as vacinas não demonstram essas características. Os textos arquivados contraindicavam o uso de medicamentos do chamado kit Covid.

A manifestação antivacina foi feita em tabela dentro de documento assinado pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Helio Angotti, uma liderança de ala do governo defensora das bandeiras negacionistas do presidente Jair Bolsonaro (PL).

As diretrizes rejeitadas haviam sido elaboradas por especialistas de entidades médicas e científicas e aprovadas pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS).

Na mesma tabela, o ministério afirma que a hidroxicloroquina é barata, não tem estudos "predominantemente financiados pela indústria", mas não é recomendada por sociedades médicas. Já a vacina, segundo a pasta, é cara, tem estudos bancados pela indústria e é recomendada por essas entidades.

Esse argumento reforça distorções já levantadas pelo presidente Bolsonaro de que há interesses impróprios na aprovação das vacinas.

A diretora da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Meiruze de Freitas reagiu à nota da Saúde e disse à Folha que "todas as vacinas autorizadas no Brasil passaram pelos requisitos técnicos mais elevados no campo dos estudos clínicos randomizados (fase I, II e III) e da regulação sanitária".

"Não é esperado e admissível que a ciência, tecnologia e inovação no Brasil estejam na contramão do mundo", afirmou a diretora. "É preciso que todos estejam unidos na mesma direção, ou seja, salvar vidas", completou.

O Ministério da Saúde aponta que não há demonstração de efetividade da vacina "em estudos controlados e randomizados" nem de segurança "em estudos experimentais e observacionais adequados".

Ainda afirma que outros tratamentos contra a Covid não têm resultado, como manobra de prona e ventilação não invasiva. Na tabela, a pasta diz que anticorpos monoclonais funcionam.

Procurados, a assessoria da Saúde e o ministro Marcelo Queiroga não se manifestaram sobre a tabela.

A tabela contradiz declarações oficiais da Saúde. Em nota enviada à Folha na sexta-feira (21), a pasta disse que "a vacinação é segura e foi autorizada pela Anvisa".

Ao assumir o Ministério da Saúde, em março de 2021, Queiroga anunciou que promoveria o debate na Conitec para encerrar a discussão sobre o uso do kit Covid. Ele indicou o médico e professor da USP Carlos Carvalho, contrário aos fármacos ineficazes, para organizar grupo que iria elaborar os pareceres.

Queiroga, porém, modulou o discurso e tem investido em agrados a Bolsonaro para se agarrar ao cargo. Ele passou a evitar o tema, ainda que admita a colegas que não vê benefícios no uso destes medicamentos.

O ministro ainda alterna, em discursos, elogios à compra e entrega das vacinas com acenos à ala bolsonarista que duvida da segurança e eficácia da imunização. Gestores do SUS cobram que Queiroga, além de atuar na compra das doses, faça campanha de estímulo a imunização das crianças.

Nas redes sociais, porém, a Saúde aposta em reforçar que a imunização dos mais jovens é uma decisão dos pais e responsáveis.

Especialistas e sociedades médicas que participaram da elaboração da diretriz preparam um recurso ao ministério para reverter a decisão de rejeitar o texto.

Devem assinar o recurso a Amib (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), a SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), a SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) e a AMB (Associação Médica Brasileira).

"Não tem lógica e base técnica nenhuma essa análise [do ministério]", afirma o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz e professor da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul). "Mostra claramente que é uma decisão política [rejeitar a diretriz] e não técnica".

"Já passou do ato de ato de autonomia médica para algo criminoso, de indução do uso de medicações sem nenhuma comprovação científica", disse ainda Croda.

Angotti também questionou, na nota da Saúde, a metodologia utilizada pelos especialistas, o rigor técnico dos estudos e até mesmo possíveis conflitos de interesse do grupo.

O secretário rejeitou três capítulos da diretriz hospitalar da Covid, todos aprovados por unanimidade na Conitec. Além disso, arquivou o texto sobre tratamento ambulatorial, aprovado por sete a seis no mesmo colegiado.

" Essas vacinas que são alvos de ataque por parte do secretário estão autorizadas em todas as agências do mundo", disse Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma (Sindicato da Indústria dos Produtos Farmacêuticos).

"Todos os estudos são patrocinados pelo detentor da patente", afirmou ainda, sobre menção do ministério ao patrocínio da indústria às pesquisas sobre vacina. Mussolini é membro da Conitec como representante do CNS (Conselho Nacional de Saúde).

Em movimento liderado pelo pelo secretário, o governo tentou boicotar o debate da Conitec. Agora, o mesmo grupo quer retirar do comando da comissão a servidora Vania Canuto, que votou a favor do texto que contraindica a hidroxicloroquina, entre outros medicamentos.

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Para rejeitar diretriz do SUS, Saúde diz que hidroxicloroquina funciona e vacina não - MSN
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Estudo comparou cinco dietas diferentes e definiu qual é a mais eficaz para quem quer perder peso a longo prazo Perder peso ou ter um est...