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Sunday, October 23, 2022

A cerveja realmente causa o acúmulo de gordura abdominal na mulher? - Edital Concursos Brasil

A cerveja é um dos produtos mais consumidos no mundo, portanto, é normal que as pessoas questionem o seu impacto no organismo. Primeiramente, o próprio álcool já exige cuidado quanto ao excesso, priorizando a moderação. Entre os riscos do alcoolismo estão problemas hepáticos e agravamento de distúrbios crônicos, além das próprias consequências psicológicas do vício. 

Veja também: Motivo para beber: duas cervejas por dia podem reduzir risco de demência, diz estudo

É verdade que cerveja engorda? 

Por incrível que pareça, não há nenhuma pesquisa científica mostrando que as cervejas podem aumentar, mais do que outras bebidas e alimentos, a gordura abdominal. Isso inclui homens e mulheres, ainda que ambos apresentem suas distinções fisiológicas, o sistema imunológico costuma ficar enfraquecido sob doses exageradas de insumos alcoólicos, destilados ou não. 

Cuidado com o colesterol 

A gordura visceral, conforme menciona o nome, diz respeito ao acúmulo de gordura na região abdominal, difícil de eliminar. Quando alguém enfrenta essa situação, precisa seguir uma dieta regrada, buscando atingir o déficit calórico. A falta de cuidado com os hábitos, resultando em desequilíbrio, aumenta o risco de desenvolver colesterol, diabetes tipo II e outras patologias. 



O desequilíbrio hormonal na mulher

Uma diferença observada no corpo feminino, quando este está sujeito a um abdômen mais saliente, é o descontrole da produção hormonal. A mulher não depende apenas do estrogênio, mas precisa de uma série de hormônios. Quando ocorre alguma intervenção, ou seja, os órgãos precisam trabalhar a mais para processar o carboidrato do álcool, mulheres sentem os efeitos de forma densa.

Considerando essas informações, uma ou duas latinhas de cerveja na semana não são suficientes para aumentar o peso de alguém. Contudo, essa grande quantidade de carboidrato sem muitos nutrientes eleva a porcentagem de gordura. Dessa maneira, também vale observar os alimentos que são consumidos com cerveja, entre frituras, massas e produtos industrializados. Restringir o ganho de gordura abdominal à ingestão dessa mistura não é a melhor maneira de definir seus danos.  

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4 alimentos para evitar o envelhecimento do seu cérebro - Escola Educação

Não só o nosso corpo muda com o passar dos anos. O cérebro e as funções cognitivas também são afetados com o avançar da idade. E se você pretende minimizar os impactos causados pelo envelhecimento, a dieta e os alimentos que você consome possuem importância fundamental nesse processo.

Leia mais: Comidas ultraprocessadas podem contribuir para o declínio cognitivo

O neurologista da Universidade Estadual de Ohio, Kiran F. Rajneesh, indica alimentos bons para o cérebro e as vantagens obtidas pelo seu corpo ao adicioná-los em sua dieta regular. Na lista a seguir, você vai conhecer quais alimentos incluir na sua rotina alimentar com o objetivo de obter melhorias nas funções cognitivas e fortalecer o funcionamento do cérebro.

Peixe

Os peixes são famosos pelos diversos benefícios à saúde. Consumir duas ou mais porções de peixe por semana contribui para o desenvolvimento saudável do cérebro, uma vez que possuem substâncias que auxiliam na reconstrução da mielina, estrutura que protege o cérebro.

Acrescentar o peixe na dieta semanal também auxilia na melhora da memória e da cognição de modo geral, algo importante quando se fala em envelhecimento.

Nozes

As nozes são oleaginosas essenciais para manter a saúde do cérebro. Isso acontece em razão da grande quantidade de vitamina E e ácidos graxos presentes nesse alimento.

Dessa forma, o consumo regular de nozes ajuda a reparar os danos do cérebro e a manter um bom desempenho cognitivo, aumentando o raciocínio crítico e lógico de quem a consume.

Frutas

Consumir frutas e vegetais frescos é uma medida importante na reparação do tecido cerebral e das membranas celulares que revestem o corpo. Isso acontece por causa da ação contida em alimentos ricos em vitamina C e antioxidantes, como é o caso de algumas frutas.

A presença de micronutrientes e grande quantidade de antioxidantes tornam as frutas grandes aliadas da reparação e restauração das funções cerebrais ao longo do tempo.

Cúrcuma

A cúrcuma, ou açafrão, é um ótimo ingrediente para acrescentar à sua dieta. Além de adicionar sabor, a cúrcuma é conhecida por manter a saúde da memória e pelas suas propriedades anticancerígenas e antienvelhecimento.

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Friday, October 21, 2022

Como a peste bubônica de 700 anos atrás ainda afeta nossa saúde hoje em dia - BBC News Brasil

  • James Gallagher
  • Correspondente de Ciência e Saúde da BBC News

Covas no leste de Londres

Crédito, Museum of London

A devastação causada pela pandemia de peste deixou uma marca genética tão forte na humanidade que ainda afeta nossa saúde quase 700 anos depois.

Cerca de metade da população morreu quando a peste bubônica, também conhecida como peste negra, varreu a Europa em meados de 1300.

Um estudo pioneiro que analisou o DNA de ossadas centenárias encontrou mutações que ajudaram as pessoas a sobreviver à doença.

Mas essas mesmas mutações estão ligadas a doenças autoimunes que afligem a população hoje.

A peste bubônica marcou um dos capítulos mais significativos, mortais e sombrios da história humana. Estima-se que até 200 milhões de pessoas morreram.

Pesquisadores de um novo estudo suspeitam que um evento de tamanha proporção pode ter moldado a evolução humana.

Eles analisaram o DNA retirado dos dentes de 206 esqueletos antigos — e foram capazes de datar com precisão os restos mortais como sendo de antes, durante ou depois da peste bubônica.

A análise incluiu ossadas das covas para vítimas da peste do cemitério de East Smithfield que foram usadas ​​para sepultamentos em massa em Londres, no Reino Unido, além de amostras vindas da Dinamarca.

Pesquisadora segurando dente antigo com pinça

Crédito, McMaster University

A descoberta, publicada na revista científica Nature, envolve mutações em um gene chamado ERAP2.

Quem possui determinadas mutações tem 40% mais chances de sobreviver à peste.

"É bastante, é um efeito enorme, é uma surpresa encontrar algo assim no genoma humano", afirma Luis Barreiro, professor da Universidade de Chicago, nos EUA.

A função do gene é produzir as proteínas que desmembram os micróbios invasores e mostrar os fragmentos ao sistema imunológico, preparando-o para reconhecer e neutralizar o inimigo de forma mais eficaz.

O gene aparece em diferentes versões — aquelas que funcionam bem e aquelas que não fazem nada — e você recebe uma cópia de cada progenitor.

Assim, os sortudos, com maior probabilidade de sobreviver, herdaram uma versão de alto desempenho da mãe e do pai.

E os sobreviventes da peste tiveram filhos, transmitindo assim essas mutações úteis, de modo que de repente se tornaram muito mais comuns.

"É grandioso ver uma mudança de 10% ao longo de duas a três gerações, é o evento de seleção mais forte em humanos até hoje", afirma o geneticista evolutivo Hendrik Poinar, professor da Universidade McMaster, no Canadá.

Os resultados foram confirmados em experimentos modernos usando a bactéria causadora da peste — Yersinia pestis. Amostras de sangue de pessoas com as mutações úteis foram mais capazes de resistir à infecção do que aquelas sem.

"É como assistir à peste negra se desenvolver em uma placa de Petri — é revelador", diz Poinar.

Análise de tecidos, pesquisadora segurando tubo de ensaio

Crédito, University of Chicago

Ainda hoje essas mutações resistentes à peste são mais comuns do que eram antes da peste bubônica.

O problema é que foram associadas a doenças autoimunes, como a doença inflamatória intestinal de Crohn — ou seja, a mesma coisa que ajudou a manter seus ancestrais vivos há 700 anos pode estar prejudicando sua saúde hoje.

"Assim, essas cicatrizes do passado ainda impactam nossa suscetibilidade a doenças hoje, de uma maneira bastante notável", observa Barreiro.

Segundo ele, a vantagem de sobrevivência de 40% foi o "efeito de aptidão seletiva mais forte já estimado em humanos". Aparentemente, diminui o benefício das mutações de resistência ao HIV (vírus causador da Aids) ou daquelas que ajudam a digerir o leite — embora ele alerte que as comparações diretas são complicadas.

Mas a pandemia de covid-19 não deixará um legado semelhante.

A evolução funciona por meio de sua capacidade de reproduzir e transmitir seus genes. A covid mata em grande parte os idosos que já passaram da fase de ter filhos.

Foi a capacidade da peste de matar em todas as faixas etárias e em números tão grandes que fez a doença ter um impacto tão duradouro.

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Médico se veste de unicórnio e anuncia remissão de câncer de criança - UOL Confere

Em um hospital em Nova York (EUA), os médicos têm a tradição de celebrar o fim da quimioterapia de um paciente com uma festa especial chamada "No More Chemo" ("Chega de quimioterapia", em tradução livre). Desta vez, um médico viralizou nas redes sociais pela maneira criativa que comemorou a vitória de uma criança contra o câncer.

Santosh Upadhyaya, oncologista pediátrico, surpreendeu a paciente Kyla, 4, vestindo-se com uma fantasia de unicórnio rosa para anunciar o fim do tratamento e marcar a despedida dela do St. Jude Children's Research Hospital, segundo a revista norte-americana People.

A cena foi gravada por outros funcionários da unidade de saúde. Nas imagens, o médico entra no quarto da criança vestindo a fantasia inflável e dá um grande abraço em sua paciente, que usava um tutu de ballet.

Os demais funcionários se reúnem para cantar uma música especial para Kyla, cuja letra termina com a frase "Arrume suas malas, saia pela porta, você não faz mais quimioterapia!"

Em entrevista à People, o Dr. Upadhyaya disse que sua "maior alegria" foi ver o sorriso de Kyla quando ele entrou na sala.

"Eu só estava me perguntando como Kyla vai reagir e ela vai me reconhecer com essa roupa?", contou. "Essa foi a primeira vez que eu acho que a vi tão feliz."

De acordo com o oncologista, a menina chegou ao hospital com um tumor cerebral "agressivo". O quadro de saúde dela era tão grave que os médicos temiam que o tratamento não fosse bem-sucedido.

Após mais de oito meses de quimioterapia, os exames mostraram que o tumor de Kyla reduziu consideravelmente, marcando o período da remissão do câncer. Então, os médicos decidiram que era hora de mandá-la para casa.

Para o Dr. Upadhyaya, as festas de despedida são muito especiais para os pacientes, sobretudo às crianças como Kyla, pois simbolizam a esperança e que, daqui para frente, será uma nova etapa em suas vidas.

"Não é apenas uma celebração para eles", explicou. "É meio que muitas vezes o sentimento, 'Ok, agora nós vencemos o câncer e espero que isso não volte'".

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Pão francês vira queridinho das dietas para perder peso; veja como inserir - UOL

Na chapa, com manteiga, patê, no misto quente, sanduíche, hambúrguer e até no famoso vatapá da Bahia. Várias são as receitas à base do pão, alimento cuja criação milenar é reivindicada por diversos países. Mas, quando se trata de emagrecimento ele era, até pouco tempo, deixado de lado. Agora, porém, sua versão mais famosa no Brasil, o pão francês, se tornou o queridinho das dietas.

Se antes era preterido pelas calorias que ameaçavam quem decidia cortar o carboidrato, hoje é um alimento que faz parte da rotina daqueles que tentam emagrecer. Nas redes sociais, receitas como pão com ovo ou acompanhado de queijos saudáveis e outros frios são incentivadas por nutricionistas e influenciadores como boas opções para quem deseja perder peso.

Profissionais da área ouvidos pela Folha dizem que é, sim, possível incluir o alimento na dieta, desde que haja equilíbrio, moderação e variação no cardápio.

A nutricionista Luciana Labidel, mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), diz que não existem impedimentos para a ingestão de pães na dieta, mas frisa que o ideal é fazer uma avaliação nutricional prévia.

"Tudo depende muito da composição, da quantidade, da frequência com a qual o alimento é consumido", afirma. "Na avaliação, costuma-se verificar os hábitos alimentares para adequar as quantidades de acordo com as necessidades nutricionais de cada indivíduo."

Faixa etária, estilo de vida, nível de atividade física, fatores relacionados a doenças são variantes levadas em consideração no momento em que o profissional vai estimar a quantidade ideal de cada alimento, aponta Labidel.

"Se a pessoa costuma consumir três, quatro pães no dia, mas está com excesso de peso, alteração na glicemia, vamos orientá-la, por meio de um processo de reeducação, para que ela reduza a quantidade. Sempre com base na individualidade", pontua.

De acordo com a profissional, o pão pode ser ingerido mesmo em dietas de baixo consumo de carboidratos. "Até porque é uma fonte de energia, principalmente para quem faz atividades físicas", diz.

A nutricionista Jamile Baptista indica, para quem já possui um cardápio personalizado para o emagrecimento, associar o pão a alguma proteína. "Como queijo, carne, frango, atum, junto com alface e tomate, para aumentar o valor nutricional do alimento."

Embora também não condene o pão francês em tempos de dieta, Baptista sugere o consumo em dias alternados.

Nesse sentido, a nutricionista indica substituí-lo, por exemplo, por pães de fermentação natural. "Ou então por outras variedades, como o pão de milho ou de farinha de amêndoa."

No caso dos pães integrais, as profissionais chamam atenção para a necessidade de se observar a composição no rótulo dos produtos, pois nem sempre são, de fato, integrais.

"Os pães com farinha integral têm um benefício maior por causa da quantidade de fibras", aponta Labidel. "Mas ela tem que ser o primeiro componente da lista de ingredientes. Senão, não é integral de fato. Ainda assim, tem que haver um consumo moderado", completa.

"Muitas vezes, quando observamos a composição, em vez de farinha integral, o primeiro item é farinha especial, que é apenas a farinha branca refinada", pontua Baptista. "Às vezes, o segundo item é o açúcar. Como uma pessoa diabética vai comer esse pão?", indaga.

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Thursday, October 20, 2022

Importante saber: 6 sinais de ansiedade em crianças - Escola Educação

A ansiedade pode se manifestar tanto no âmbito físico, quanto no âmbito emocional. Segundo especialistas, tal problema afeta e/ou se manifesta em crianças de uma forma diferente. Por isso, no artigo de hoje, vamos mostrar como identificar os sinais de ansiedade que podem se manifestar em crianças.

Leia mais: Ansiedade social: dificuldade nas interações sociais e outros sintomas

Saiba identificar os sinais de ansiedade em crianças

Não existe uma causa específica para a ansiedade infantil, entretanto, ela pode ser causada por histórico familiar dessa doença, alteração nos neurotransmissores, pelo indivíduo ter vivenciado momentos estressantes, timidez e entre outros. Além disso, o aumento de casos desse transtorno no país foi muito agravado com a pandemia mundial da Covid-19. Dessa maneira, infelizmente, a ansiedade é crescente no país e o Brasil lidera o ranking dos países mais ansiosos do mundo.

A ansiedade pode causar consequências para saúde mental das crianças, por isso, é essencial que você aprenda a identificar os sinais de ansiedade e ver se seu filho apresenta um deles, para assim, tratar o mais rápido possível. Existem algumas práticas ou hábitos que podem ajudar a controlar a ansiedade nas crianças, são estas: prática de exercícios físicos, alimentação saudável e valorização dos seus sentimentos.

Sinais do ansiedade na infância

Confira agora os principais sinais de ansiedade em crianças:

  1. Mudanças na regulação emocional – estar mais irritada e chorosa do que o normal;
  2. Ter pesadelos frequentes e acordar mais vezes que o normal durante a noite;
  3. Interrupções na vida cotidiana – falta de concentração, sono e/ou apetite;
  4. Regressões – urinar sem controle, roer unhas, voltar a chupar dedo e/ou comportamento carente;
  5. Sintomas físicos – dores de cabeça, dores de barriga e/ou fadiga;
  6. Dificuldade nas interações sociais.

Se você notar alguns desses sinais em sua criança, o ideal é que você procure a ajuda de um profissional, que te auxiliará nesse processo.

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Tuesday, October 18, 2022

É normal ter sangramento na gengiva enquanto escovo meus dentes? - VivaBem

Não, sangramento nunca é normal. Geralmente, a causadora do sangramento na gengiva é a chamada gengivite. Esse problema nada mais é do que uma inflamação provocada, na grande maioria das vezes, por uma higiene bucal inadequada.

Por conta da má escovação dos dentes e da falta de uso do fio dental, ocorre o acúmulo de placa bacteriana, que seria uma espécie de biofilme composto por vários micróbios e bactérias.

Esses microrganismos são trazidos até a região bucal por conta do depósito de saliva, alimentos e fluidos na superfície do dente ou em superfícies duras da cavidade oral como as próteses.

O tratamento para gengivite se dá por meio da boa higiene bucal. Ou seja, escovar os dentes pelo menos três vezes por dia, limpando todas as superfícies; utilizar uma escova adequada e creme dental, e não esquecer o fio dental, passando sempre onde houver ponto de contato entre um dente e outro.

Ao seguir o tratamento corretamente, o sangramento na gengiva deve chegar ao fim após três a cinco dias.

Além disso, também é indicada a consulta periódica com um dentista em intervalos de quatro a seis meses. Já pacientes com alterações hormonais (como durante a gestação ou na menopausa) ou certas doenças sistêmicas (diabetes, Aids etc.) que predispõem à gengivite requerem limpezas profissionais mais frequentes, a cada duas semanas ou a cada três meses. Tudo vai depender da avaliação do dentista.

É de extrema importância manter a higiene bucal em dia para evitar que a gengivite evolua para a chamada periodontite, que é a inflamação do periodonto, conjunto de tecidos que revestem os dentes, e que pode causar a perda do dente.

Vale dizer que o sangramento na gengiva também pode surgir por conta de patologias sistêmicas, em que as causas podem ser diversas. Entre os principais fatores estão:

  • falta de vitamina K;
  • má alimentação;
  • tabagismo;
  • baixa imunidade;
  • alguns medicamentos broncodilatadores, anticonvulsivantes, anticoagulantes, antibióticos, antidepressivos e diuréticos.

Nesses casos, o dentista deve instruí-lo a consultar outros profissionais de saúde para determinar se há falta de nutrientes no organismo ou se alguma doença mais grave possa estar provocando os sangramentos.

Portanto, não deixe de procurar o seu dentista imediatamente e fazer a higiene bucal de forma correta.

Fontes: Cynthia De Carlo, dentista da Clínica Gravital em São Paulo, pós-graduada em periodontia, implante, pediatria e odontologia integrativa biológica; Fabiana Quaglio, cirurgiã dentista, especialista em estomatologia e consultora científica da ABCD (Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas); Ozawa Brasil Júnior, cirurgião dentista bucomaxilofacial do HULW-UFPB (Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba), vinculado a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares); Patricia Izabel Colombo, responsável técnica da Amil Dental.

Quais são suas principais dúvidas sobre saúde do corpo e da mente? Mande um email para pergunteaovivabem@uol.com.br. Toda semana, os melhores especialistas respondem aqui no VivaBem.

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Essa é a dieta que você deve seguir para emagrecer em 2023, segundo a ciência - Minha Vida

Estudo comparou cinco dietas diferentes e definiu qual é a mais eficaz para quem quer perder peso a longo prazo Perder peso ou ter um est...