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Saturday, July 31, 2021

Dia do Orgasmo: 6 alimentos que ajudam a aumentar o prazer sexual - Terra

Dia do Orgasmo: 6 alimentos que ajudam a aumentar o prazer sexual

Dia do Orgasmo: 6 alimentos que ajudam a aumentar o prazer sexual

Foto: Shutterstoc / Saúde em Dia

Existem diversas táticas para quem deseja apimentar um pouco mais a relação. Mas já parou para pensar que o segredo para o prazer pode estar na alimentação? Apostar em alimentos para aumentar a libido pode deixar a intimidade do momento a dois ainda melhor!

Segundo o Dr. Paulo Lessa, nutrólogo, "alguns alimentos, além de saudáveis, mexem com os níveis de hormônio, a química do cérebro e a energia, aumentando a excitação", explica o Dr. Paulo Lessa, nutrólogo. "Já outros apresentam conotação romântica, como morangos, chocolate e chantilly, que podem contribuir, mesmo que de maneira indireta, a criar o clima perfeito para 'chegar lá", explica.

Neste sábado (31), quando se comemora o Dia do Orgasmo, "ponto alto" do prazer sexual, o profissional lista seis alimentos que ajudam a estimular a libido.

Melancia

Refrescante, a melancia contém agentes bioativos como a citrulina, que promove uma maior circulação sanguínea nas regiões genitais, seja pênis ou clitóris. "Portanto, proporciona um relaxamento dos vasos sanguíneos e garante um alto desempenho sexual, quase agindo como um viagra natural", aponta.

Frutos-do-mar

Diversos frutos-do-mar contém boas quantidades de minerais, como proteínas, ferro, cálcio, vitaminas do complexo B e o zinco, que podem estar relacionados à disposição sexual e produção de hormônios como a testosterona. "Alguns exemplos desses alimentos são ostras, camarões, lagostas, vieira, lula, etc", cita.

Chocolate

Ao comer chocolate, o cérebro libera a endorfina, que causa sensações de euforia e prazer, muito semelhante ao que se sente durante o ápice sexual. "É um alimento que contém triptofano, que ajuda o corpo a produzir serotonina, substância química natural do bem-estar, que pode atuar positivamente na excitação sexual. Por isso, o ingrediente é frequentemente relacionado ao aumento da libido", descreve Paulo.

Mamão

"O mamão é estrogênico, ou seja, tem compostos que agem como o estrogênio, hormônio feminino. Logo, pode ser usado para aumentar a libido da mulher."

Pimenta

De acordo com o médico, os alimentos mais picantes são conhecidos como ativadores. Eles aumentam o metabolismo, elevam a temperatura do corpo e, portanto, facilitam o orgasmo. "A ingestão de pimenta gera reações no corpo como, por exemplo, transpiração, aumento da frequência cardíaca e da circulação sanguínea. Este efeito estimulante pode ajudar no apetite sexual, destaca.

Mel

"É um alimento rico em vitaminas do complexo B, necessárias para a produção de testosterona, e em boro, substância que auxilia o organismo a metabolizar estrogênio - hormônio feminino", acrescenta.

Consultoria: Dr. Paulo Lessa, nutrólogo.

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Quais os sintomas da Covid-19 em pessoas vacinadas? Estudo responde - iG Saúde

Sintomas da covid podem se confundir com os de gripe e resfriado
Reprodução: ACidade ON
Sintomas da covid podem se confundir com os de gripe e resfriado

Os sintomas da Covid-19 não são os mesmos em homens e mulheres, de acordo com uma pesquisa do Kings College de Londres, no Reino Unido, com 38 mil pessoas. Segundo resultados publicados na revista científica Lancet Digital Health, os sintomas também mudam conforme a idade e o estágio de imunização.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que os homens costumam sentir mais falta de ar, fadiga, calafrios e febre. Enquanto isso, as mulheres estão mais propensas a perder o olfato, sentir dor no peito e tosse persistente. Quanto a pessoas com mais de 60 anos, a probabilidade de apresentar diarreia é maior, enquanto a perda de olfato é menos comum.

Já pessoas que tomaram as duas doses da vacina contra a Covid-19 costumam sofrem com dor de cabeça, nariz escorrendo, espirros e dor de garganta quando contaminadas. 

"É importante que as pessoas saibam que os primeiros sintomas estão em uma gama grande, e podem ser diferentes para cada membro da família", afirmou Claire Steves, uma das autoras pelo estudo, ao Daily Mail. As informações, segundo a pesquisadora, são essenciais para a testagem e o rastreamento de casos.

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Friday, July 30, 2021

Proteína de células imunológicas faz cobaias emagrecerem, sem diminuir alimentação - Diário de Pernambuco

 (O excesso de peso acomete 13% dos adultos e 20% das crianças: um desafio de saúde global. Foto: Lucas Jackson/AFP)
O excesso de peso acomete 13% dos adultos e 20% das crianças: um desafio de saúde global. Foto: Lucas Jackson/AFP

Que a obesidade afeta negativamente o sistema imunológico, a ciência já sabia. Porém, ao estudar os efeitos de uma proteína participante das defesas do organismo no diabetes, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, fizeram uma descoberta inesperada e curiosa. Em camundongos, uma citocina chamada linfopoietina estromal tímica (TSLP) ajudou os animais a perderem gordura abdominal e peso, independentemente da redução de alimentos ou da ativação do metabolismo. Segundo os autores, esse pode ser o primeiro passo para o desenvolvimento de um novo tipo de tratamento para uma condição que, globalmente, afeta 13% dos adultos e uma em cada cinco crianças e adolescentes.

Citocinas são proteínas produzidas por células do sistema imunológico, que exercem diversas funções no combate a infecções e inflamações. A TSLP é conhecida pelo papel contra a asma e outras doenças alérgicas. Além disso, Taku Kambayashi, pesquisador do Laboratório de Medicina Patológica da universidade e principal autor do estudo, publicado hoje na revista Science, diz que trabalhos anteriores sugerem que essa substância poderia influenciar o diabetes 2 ativando células T que regulam o metabolismo energético.

Por isso, o grupo do cientista resolveu investigar se, em ratos obesos — uma condição associada ao diabetes —, a TSLP teria algum impacto sobre a resistência à insulina, que caracteriza a doença metabólica. “Não tínhamos em mente que a citocina teria algum efeito sobre a obesidade. A ideia era testar se a TSLP poderia corrigir o diabetes 2 independentemente de os ratos perderem peso”, explica o pesquisador.

Para isso, os cientistas injetaram, em cobaias obesas, um vetor viral que faria aumentar os níveis de TSLP no organismo. A citocina, inesperadamente, tratou a obesidade dos animais, que continuavam sendo alimentados com uma dieta rica em gordura. Enquanto o grupo de controle ainda ganhava peso, os camundongos tratados com TSLP perderam 20g, passando de 45g (obesidade) para 25g, em 28 dias.

De acordo com Kambayashi, “mais surpreendentemente, os camundongos tratados com TSLP também diminuíram a massa de gordura visceral”. Trata-se do tecido adiposo branco, que é armazenado no abdômen, associado ao risco elevado de diabetes e doenças cardiovasculares. Como imaginava o grupo, a citocina também teve um efeito positivo nos níveis de glicose no sangue e de insulina no jejum, além de reduzir a doença hepática gordurosa.

“Suor de gordura”

Kambayashi conta que chegou a pensar que a citocina inibiu o apetite dos ratos e que os animais estavam ficando doentes. Porém mais testes foram realizados, e a equipe descobriu que os roedores tratados com TSLP estavam, na verdade, ingerindo 20% a 30% a mais de calorias, enquanto exibiam gastos de energia, taxas metabólicas básicas e níveis de atividade semelhantes aos do grupo de controle.

A explicação foi tão surpreendente quanto a descoberta: estava associada à produção de sebo. “Ao olhar para o pelo dos ratos tratados com TSLP, notei que brilhavam na luz. Eu sempre soube quais eram os ratos tratados porque via o pelo deles reluzindo”, diz Kambayashi. Mesmo achando a ideia estranha, o pesquisador imaginou que os animais poderiam estar excretando gordura pela pele.

A equipe, então, raspou os pelos dos camundongos e extraiu o óleo que os recobriam. Ao analisar o material, constataram que havia, nele, lipídeos específicos do sebo, uma substância densa em caloria produzida por células epiteliais altamente especializadas, chamadas sebócitos. Essa “capa” gordurosa ajuda a formar uma barreira cutânea.

Para investigar se a TSLP poderia desempenhar um papel no controle da secreção de gordura em humanos, os pesquisadores analisaram um painel de 18 genes associados às glândulas sebáceas, em um banco de dados público. Segundo eles, “a expressão de TSLP está significativamente e positivamente correlacionada com a expressão do gene da glândula sebácea na pele humana saudável”.

No artigo, os pesquisadores afirmam que “estimular a liberação de sebo em alta velocidade pode resultar no ‘suor de gordura’ e na perda de peso”. “Eu não acho que controlamos naturalmente nosso peso regulando a produção de sebo, mas podemos estimular o processo, aumentando a sua quantidade e, assim, provocando a perda de gordura”, diz Kambayashi. Para ele, a TSLP poderá ter um importante papel em tratamentos futuros da obesidade.

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Covid-19: medicamentos para doenças reumáticas diminuem resposta da vacina - VivaBem

Pesquisadores da FM-USP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) constataram que alguns tipos de medicamentos usados no tratamento de pacientes com doenças reumáticas autoimunes, como artrite reumatoide, são capazes de diminuir a resposta imunológica de vacinas contra a covid-19.

No estudo, cujos resultados foram divulgados na revista Nature Medicine, foram avaliados pacientes imunizados com a CoronaVac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan. Ainda é preciso testar se o mesmo efeito ocorre com vacinas de outros laboratórios.

Conduzida com apoio da Fapesp e da B3 - Bolsa de Valores, a pesquisa teve o objetivo de avaliar a segurança e a eficácia da CoronaVac em pacientes com nove tipos de doenças reumáticas autoimunes.

Com base nos resultados, os autores estão elaborando novas estratégias de vacinação para esses pacientes, que incluem suspender o tratamento uma ou duas semanas antes da aplicação da CoronaVac e retomá-lo após a vacinação, com o objetivo de melhorar a resposta imune.

"Observamos que algumas medicações, como glicocorticoides, além de imunossupressores, como o metotrexato e o micofenolato mofetil, e alguns biológicos diminuem a resposta imune nesses pacientes", diz à Agência FAPESP Eloísa Bonfá, professora da FM-USP e coordenadora do estudo.

"Baseados nessa observação, começamos a estudar algumas estratégias de vacinação, como suspender a medicação com mofetil uma semana e a de metotrexato duas semanas antes da aplicação da vacina", afirma Bonfá.

De acordo com a pesquisadora, em razão da imunidade deficiente, os pacientes imunossuprimidos - que compreendem não só os com doenças autoimunes, mas também em tratamento contra o câncer, transplantados e os que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), entre outros - apresentam alto risco de ter uma resposta diminuída às vacinas. Além disso, as doenças autoimunes reumáticas podem aumentar a propensão a tromboses.

A fim de avaliar se as vacinas contra a COVID-19 eram eficientes e seguras para essas pessoas, os pesquisadores da FM-USP acompanharam 910 pacientes adultos, atendidos no laboratório de reumatologia do Hospital das Clínicas da FM-USP, até 40 dias após receberem a segunda dose da CoronaVac.

"Os pacientes são acompanhados em centro terciário e, portanto, apresentam quadros mais graves de artrites reumatoide e psoriásica, além de espondiloartrite axial e outras doenças reumáticas autoimunes sistêmicas, como lúpus eritematoso, vasculite, síndrome de Sjögren, esclerose sistêmica, miopatias inflamatórias idiopáticas e síndrome antifosfolípide", explica Bonfá.

As amostras de sangue dos pacientes para identificação de anticorpos contra o SARS-CoV-2 foram analisadas antes, depois de 28 dias e de seis semanas da vacinação completa com a CoronaVac. Os resultados foram comparados com os de 182 pessoas sem doenças autoimunes ou que não tomavam imunossupressores, que formaram um grupo-controle.

Os resultados das análises indicaram que o imunizante foi capaz de induzir a soroconversão para anticorpos do tipo IgG de 70,4% nos pacientes com doenças reumáticas autoimunes contra 95,5% no grupo-controle.

"Vimos uma redução da resposta imunológica nesses pacientes em comparação com o grupo-controle que consideramos moderada e está dentro dos padrões estabelecidos pela OMS [Organização Mundial de Saúde]", afirma Bonfá.

"Uma taxa de 70,4% de resposta sorológica já é muito importante para pessoas que têm a imunidade diminuída ou que tomam medicamentos que diminuem a imunidade", avalia.

Até dez dias após a primeira dose da imunização, quando a resposta da vacina ainda não está completa, 33 dos participantes do estudo tiveram COVID-19. E 40 dias após esse período, quando a resposta imune da vacinação já estava formada, apenas seis pacientes tiveram a doença. Somente quatro indivíduos necessitaram ser internados e não foram registrados óbitos.

Essa redução de casos de infecção entre os participantes, de 33 para apenas seis, ocorreu de forma inversa ao pico de registros de novas infecções pelo SARS-CoV-2 em São Paulo, que no mesmo período teve um aumento de 45%, ressaltou Bonfá.

"A observação de que dez dias após a segunda dose ocorreu uma redução importante de casos mostra que a vacina parece ter uma efetividade muito boa mesmo nessa população de pacientes imunossuprimidos, que é mais propensa a ter infecção", diz a pesquisadora.

"Isso reforça a recomendação para que esses pacientes sejam vacinados", sublinha.

Grupo prioritário

Segundo a pesquisadora, além de apresentar maior risco de contrair doenças infecciosas e evoluir para um quadro grave, os pacientes imunossuprimidos têm incidência mais elevada de comorbidades, como hipertensão e obesidade, que são fatores de risco para a covid-19. Por isso, deveriam ter sido priorizados desde o início da campanha de vacinação contra a doença.

Além disso, os pacientes imunossuprimidos têm maior dificuldade de "limpar" o vírus do organismo em comparação com pessoas saudáveis, o que favorece o desenvolvimento de mutações.

"Priorizar a vacinação desse grupo é importante não só para eles, mas também para a população em geral, porque dessa forma é possível reduzir o risco de surgirem mutações", afirma.

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Sintomas confundem e simples resfriados estão levando muitos a fazer teste de Covid; saiba a diferença - Banda - Banda B

PATRÍCIA PASQUINI

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No inverno e com o tempo seco é comum o aumento de episódios de doenças respiratórias, como gripe, resfriado, sinusite e rinite. Alguns sintomas, como a dor de garganta, podem estar presentes em todas essas doenças, assim como nos quadros de infecção pelo coronavírus.

A dor de garganta se dá pelo acometimento da mucosa e pelo fato de a secreção do nariz pingar na faringe.

Em tempos de Covid-19, é comum que os pacientes procurem um médico ao menor sintoma de doença respiratória, até mesmo quando se trata de um simples resfriado.

Foto Pixabay

“O que a Covid-19 tem muito mais frequente do que qualquer virose é que acomete o pulmão e leva a insuficiência respiratória grave com maior frequência”, explica Luís Fernando Camargo, professor da Faculdade Israelita de Ciência da Saúde Albert Einstein e infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

“Vemos coisas que não são observadas nas outras doenças, como os eventos de trombose, lesão da via aérea com pneumotórax, embolia de pulmão, sintomas neurológicos e sequelas de longo prazo.

A Covid-19 é uma virose respiratória como qualquer outra, mas a falta de imunidade leva a casos mais graves. As taxas de mortalidade e de complicação são bem maiores”, completa.

A Folha de S.Paulo explica a diferença entre a Covid-19, gripe, o resfriado, a sinusite e a rinite.

GRIPE

É uma infecção causada pelo vírus influenza Acomete a via respiratória -nariz, seio da face, traqueia e pulmão- em uma intensidade muito maior do que um resfriado Sintomas: coriza, espirros, dor de garganta, dor de cabeça, tosse e febre alta Se não forem tratados, os quadros gripais podem evoluir para infecção bacteriana e pneumonia Oseltamivir, comercializado sob a marca Tamiflu, é um antiviral usado no tratamento de gripe por influenza; o medicamento é distribuído nos postos de saúde a pacientes com prescrição médica

RESFRIADO

Infecção viral no nariz e na garganta, mas sem gravidade Também é causado por vírus; mais comumene pelo rinovírus Sintomas: coriza, espirros, dor de garganta, tosse, febre baixa e um pouco de cansaço Não há medicação específica e geralmente melhora em poucos dias; contra a congestão nasal, o ideal é usar soro fisiológico ou Rinossoro Camargo alerta para o cuidado com a automedicação: “Os remédios que secam o nariz e trazem a sensação de melhora, por exemplo, podem causar eventos adversos indesejáveis, como o aumento da pressão arterial e de infecção bacteriana por acumular secreção nos seios da face”

SINUSITE

Qualquer infecção que afeta o seio da face Causada por vírus que causam o resfriado comum e eventualmente o da gripe Sintomas: coriza, dor de garganta, febre, tosse, dor de cabeça e na maçã do rosto, mal-estar, cansaço, redução do olfato “Quase todas as sinusites são virais e muitas vezes as pessoas tomam antibióticos desnecessariamente. O uso de antibióticos é indicado se houver como complicação uma sinusite bacteriana”, alerta Camargo

RINITE

Acomete a mucosa do nariz Sintomas: coriza, espirros, sangramento nasal, sensação de catarro, prurido no ouvido, dor de garganta e facial, alteração no paladar, febre baixa e irritação nos olhos quando de fundo alérgico Geralmente, as crises não trazem complicações Lavagem nasal, indicada para os casos acima

Na falta do soro fisiológico 0,9%, prepare um soro caseiro: 1 litro de água fervida ou filtrada, acrescida de duas colheres (chá) de sal e 1 colher (chá) de bicarbonato; coloque a solução em uma seringa com capacidade para 20 ml e aplique

COVID-19

Infecção respiratória aguda causada pelo Sars-CoV-2, da família dos coronavírus, que pode levar à morte Sintomas: tosse seca, febre, dor no corpo, indisposição, perda de olfato e paladar, diarreia e dor de cabeça e nas costas; no caso da variante delta, há sintomas parecidos com os de um resfriado, o que inclui coriza e espirros com mais frequência.

A infecção pelo coronavírus pode ser evitada com distanciamento físico, uso de álcool em gel e preferência por locais com ventilação natural, além da vacinação Para influenza e coronavírus, há vacina É importante que a população se vacine contra a gripe e contra a Covid-19. As duas vacinas são ofertadas pelo PNI (Programa Nacional de Imunização).

A vacina contra o vírus influenza reduz o risco de complicações respiratórias e de pneumonia. São necessárias duas semanas para que o imunizante comece a fazer efeito. A ação acontece sempre no outono para oferecer proteção no inverno, quando ocorre maior circulação do vírus.

Como os vírus da gripe têm diferentes mutações e variantes, é necessário o desenvolvimento a cada ano de novas vacinas específicas para a cepa em circulação.

A vacinação contra o coronavírus teve início em 2021. Alguns especialistas acreditam que, como se trata de um vírus respiratório, a imunização deverá passar a ocorrer anualmente.

O estado de São Paulo superou nesta quinta-feira (29) a marca de mais de 10 milhões de pessoas com esquema vacinal completo contra a Covid-19, composto por duas doses no caso dos imunizantes do Butantan/Coronavac, Fiocruz/Astrazeneca/Oxford e da Pfizer, ou por dose única da Janssen.

São 9 milhões de vacinados com a segunda dose e 1 milhão com a dose única. O balanço também aponta mais de 26 milhões de aplicações de primeira dose.

Os dados indicam que 76,9% da população adulta residente no estado já recebeu ao menos uma dose da vacina.

Como as duas campanhas de vacinação -contra a gripe e a Covid-19- coincidem, a orientação é priorizar a vacina contra a Covid-19 e respeitar o intervalo mínimo de 14 dias entre quaisquer das doses das duas vacinas.

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Anvisa alerta sobre casos raros de síndrome após vacina da covid - Catraca Livre - Notícias

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um alerta sobre casos raros de Síndrome de Guillain-Barré após a vacinação contra a covid-19. Segundo a Agência, foram recebidas 34 notificações de casos suspeitos desse distúrbio neurológico no Brasil em pessoas que receberam imunizantes variados.

Foram 7 notificações de casos suspeitos após a imunização com a vacina da AstraZeneca, três casos com a vacina da Janssen e outros quatro com a CoronaVac.

Apesar do comunicado, a Anvisa ressalta que os benefícios dos imunizantes superam os riscos e mantém a recomendação da continuidade da vacinação em todo o país.

vacinação

Crédito: Divulgação/Governo de São PauloAnvisa alerta sobre casos raros de síndrome neurológica após vacina

A Anvisa explica que a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) é um distúrbio neurológico autoimune raro, no qual o sistema imunológico danifica as células nervosas. Os episódios pós-vacinação (eventos adversos) também são raros, mas já conhecidos e relacionados a outras vacinas, como a da gripe.

De acordo com a agência, a maioria das pessoas se recupera totalmente do distúrbio. “O principal risco provocado pela síndrome é quando ocorre o acometimento dos músculos respiratórios. Nesse último caso, a SGB pode levar à morte, caso não sejam adotadas as medidas adequadas”, alertou a agência.

É importante destacar que a Anvisa mantém a recomendação pela continuidade da vacinação com todas as vacinas contra covid-19 aprovadas pela Agência, dentro das indicações descritas em bula, uma vez que, até o momento, os benefícios das vacinas superam os riscos”, ressaltou a agência.

Diante dos relatos de eventos adversos raros pós-vacinação, a agência solicitou que as empresas responsáveis pela regularização das vacinas AstraZeneca, Janssen e CoronaVac incluam nas bulas dos respectivos produtos informações sobre o possível risco de SGB.

Sinais e sintomas

A maior parte dos pacientes percebe inicialmente a SGB pela sensação de dormência ou queimação nas extremidades dos membros inferiores (pés e pernas) e, em seguida, superiores (mãos e braços).

Outra característica, segundo a Anvisa, percebida em pelo menos 50% dos casos, é a presença de dor neuropática (provocada por lesão no sistema nervoso) lombar ou nas pernas. Fraqueza progressiva é o sinal mais perceptível, ocorrendo geralmente nesta ordem: membros inferiores, braços, tronco, cabeça e pescoço.

A Anvisa destaca que pessoas vacinadas devem procurar atendimento médico imediato se desenvolverem sinais e sintomas sugestivos de SGB, que incluem, ainda, visão dupla ou dificuldade em mover os olhos, dificuldade de engolir, falar ou mastigar.

“Também devem ficar atentas a problemas de coordenação e instabilidade, dificuldade em caminhar, sensações de formigamento nas mãos e pés, fraqueza nos membros, tórax ou rosto, além de problemas com o controle da bexiga e função intestinal”, acrescentou a agência.

Com informações da Agência Brasil.

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Keto flu: restringir carboidratos da dieta gera mesmo sintomas de gripe? - VivaBem

Nem sempre o cansaço, a dor no corpo e a falta de concentração indicam que uma gripe pode estar a caminho. Dependendo de como anda sua alimentação, esses sintomas podem evidenciar a falta do consumo de carboidratos.

Quando isso acontece, o que o corpo sente, de verdade, é falta de energia, provocada pela restrição a esse tipo de nutriente, muito comum em dietas cetogênicas, nas quais a ingestão de carboidratos pode representar apenas 5% das calorias totais do dia —o que daria cerca de 25 g, considerando uma dieta de 2.000 calorias. O resultado é o aparecimento de sintomas bem similares aos da gripe.

"O consumo de carboidratos é fundamental para obter energia. Quando existe uma restrição muito drástica e brusca, surgem sintomas que se assemelham aos da influenza, por isso o nome 'keto flu' [algo como gripe cetogênica, em tradução livre]", explica Antônio Chacra, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês.

Segundo ele, a falta do macronutriente pode causar cansaço, dor no corpo, falta de concentração e de energia. "Isso acontece na dieta cetogênica, que faz uma restrição intensa de carboidratos e favorece a alimentação à base de proteínas e, eventualmente, gordura", diz.

Essa mudança alimentar, de acordo com Chacra, favorece a queima de gordura estocada, gerando a formação de corpos cetônicos, os principais responsáveis pelo surgimento de sintomas. "Outros sintomas comuns são mau hálito e fadiga, também observados em dietas com jejum intermitente. Eles costumam desaparecer em alguns dias ou semanas, com a adaptação do organismo", afirma.

Isso é perigoso?

A dieta cetogênica não chega a ser uma dieta perigosa, mas exige certa atenção em alguns pontos. De acordo com a nutricionista Lara Natacci, da SBAN (Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição), na dieta cetogênica clássica, a gordura representa 90% do valor energético total. Nesses casos, o consumo de carboidratos é de apenas 5%. "Podem existir variações de dieta, onde o consumo de carboidrato pode chegar a 10%, 20%".

Em alguns casos, o consumo de carboidratos dentro da dieta de restrição pode variar a menos de 50 gramas por dia, acendendo o sinal de alerta para a queda da imunidade. "Quando há uma restrição muito intensa, é possível haver alteração na imunidade, por conta da perda de peso que ela acarreta. É possível dizer que o organismo fica mais fraco, mas é uma fraqueza relativa. Não existe uma comprovação definitiva de que a diminuição ou ausência de carboidratos diminui a resistência imunológica, mesmo porque ninguém consegue restringir a ingestão de carboidratos por um longo período de tempo", analisa Chacra.

Para Natacci, é preciso ficar atento a todo e qualquer sintoma que a falta de carboidratos possa evidenciar. "Ele é o nutriente mais utilizado como fonte energética, inclusive, para o funcionamento cerebral. Mudanças muito drásticas na alimentação colocam nosso organismo em risco, pois, se restringe muitos alimentos, restringe a injeção de nutrientes", aponta.

Além disso, o momento que vivemos hoje deve ser levado em consideração. "Agora não é hora para fazer nenhuma mudança drástica na alimentação ou no consumo de nutrientes, porque estamos em época de pandemia. O ideal seria ter uma alimentação equilibrada, ingerir a quantidade de frutas e legumes que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda de, no mínimo, cinco porções ao dia, consumir cereais integrais, que são ricos em fibras, e consumir fontes de proteína. Isso vai garantir a nossa imunidade", diz Marchiori.

Por que dieta costuma não durar muito?

Indicada, principalmente, para pessoas com epilepsia, a keto tem sido procurada também por quem deseja perder peso de forma rápida. O problema é que, por cortar a principal fonte de energia do nosso organismo, é uma dieta muito difícil de ser seguida. "Realmente causa uma perda de peso, mas é um tipo de padrão alimentar que não é fácil de ser mantido, pois você restringe alimentos que, normalmente, estão presentes na alimentação. E quando você volta a consumir, volta a engordar. O efeito sanfona é uma das consequências desse tipo de dieta", explica a nutricionista Vanderli Marchiori, também da SBAN.

Chacra diz que a dieta cetogênica é indicada quando o paciente tem um grande excesso de peso, mas hoje há medicamentos seguros e eficazes que podem auxiliar no emagrecimento, o que progressivamente foi diminuindo a relevância das dietas altamente restritivas na gestão do sobrepeso e obesidade. "Além disso, a dieta cetogênica é contraindicada para crianças, idosos e pacientes com histórico de doença cardiovascular", diz ele.

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