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Tuesday, January 4, 2022

'Flurona': entenda o que é a dupla contaminação por Covid e gripe - G1

Covid e Influenza: Rio, São Paulo e Ceará têm casos de dupla infecção

Covid e Influenza: Rio, São Paulo e Ceará têm casos de dupla infecção

O Brasil registrou, nesta semana, casos de contaminação dupla por Covid-19 e Influenza. O quadro está sendo chamado de "flurona", uma mistura das palavras “flu” (gripe, em inglês) e “corona” (de coronavírus).

No Rio de Janeiro, um adolescente de 16 anos fez dois exames em laboratórios diferentes. No Ceará, por sua vez, foram três casos – dois bebês de um ano, e um homem de 52 anos. Moradores de São Paulo também foram diagnosticados com gripe e Covid-19 ao mesmo tempo.

A “flurona” acontece quando os dois testes – para gripe e para Covid – dão positivo. Em tópicos, o g1 explica o que é essa dupla contaminação, quais os cuidados e se ela pode agravar o caso do paciente:

  • O que é a flurona?
  • A dupla contaminação é normal?
  • O paciente com flurona pode ter um quadro pior de saúde?
  • Como se proteger?
  • Como saber se eu tenho flurona?
Pessoas vestem máscara de proteção nas ruas de Lisboa, Portugal, por conta da Covid-19 em foto de 17 de dezembro de 2021 — Foto: Pedro Nunes/Reuters

Pessoas vestem máscara de proteção nas ruas de Lisboa, Portugal, por conta da Covid-19 em foto de 17 de dezembro de 2021 — Foto: Pedro Nunes/Reuters

O que é a flurona?

A "flurona" acontece quando os dois testes – para gripe e para Covid – dão positivo. Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará já confirmaram casos de dupla contaminação.

A dupla contaminação é normal?

Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que ter uma contaminação dupla (por dois vírus) não é algo raro. “Quando temos duas epidemias simultâneas, a chance de positivar os dois vírus é grande”, diz.

Entretanto, quase nunca a pessoa está infectada pelos dois vírus. O infectologista explica que é preciso separar a coinfecção da codetecção.

“Os métodos para identificar vírus no nosso corpo, como o teste PCR, são muito sensíveis. Eles detectam facilmente pedaços do vírus que não necessariamente estão trazendo infecção ou doença para o indivíduo. Essa codetecção é muito frequente, mas não significa que os dois vírus estão agindo no corpo”, diz o infectologista.

O paciente com flurona pode ter um quadro pior de saúde?

Ainda não é possível dizer se o paciente com flurona terá um quadro pior de saúde. Kfouri explica que a flurona pode comprometer a saúde de pessoas que já são imunocomprometidas, mas, em geral, a dupla contaminação não significa que você terá quadro mais grave.

Jamal Suleiman, infectologista do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, lembra que a vacina é extremamente importante para evitar o quadro grave das duas doenças. "Se você estiver vacinado, o risco de desenvolver forma grave dessas doenças é remoto. Se você não estiver imunizado, vai seguir o fluxo e correr riscos, seja com um, dois ou três vírus".

Mirian Dal Ben, infectologista do Hospital Sírio Libanês, explica infecção dupla não aumenta as chances de óbito nem faz com que as doenças sejam mais leves. "O importante é que as pessoas precisam saber que a gente não tem nada ainda na ciência que fale pra gente que pegar as duas coisas ao mesmo tempo aumente as chances da pessoa morrer ou que faça a doença talvez ser mais leve. Nenhuma das duas coisas".

Como podemos nos proteger?

Os dois vírus são respiratórios. As medidas de prevenção continuam as mesmas: usar máscara, vacinação, distanciamento social, higiene das mãos.

“É extremamente importante prevenir contra os dois vírus. Ainda temos poucas informações sobre agravamento e o que vai acontecer. O que podemos fazer agora é prevenir, colocar as medidas de prevenção em curso”, alerta a epidemiologista Ethel Maciel.

Kfouri concorda e reforça que as medidas de relaxamento precisam ser revistas.

“São doenças de transmissão respiratória e os cuidados são os mesmos. Além disso, é preciso rever protocolos de relaxamento. O que norteia esses protocolos são as taxas de transmissão. Estamos com taxas elevadas de gripe e Covid e precisamos diminuir”, diz o infectologista.

A boa notícia, segundo Kfouri, é que a temporada de Influenza dura de quatro a oito semanas.

Como saber se eu tenho flurona?

Por causa da semelhança dos sintomas, as duas infecções podem ser inicialmente confundidas. A única forma de identificar a flurona é fazendo os testes para Covid-19 e influenza. Alguns sinais podem ajudar a diferenciar as doenças.

"Os sintomas da influenza, de maneira geral, são quadro súbito de febre alta, dor de garganta e um intenso mal-estar. Já a Covid chega de maneira discreta, com sintomas mais exuberantes depois de sete dias", explica Suleiman.

Sintomas da gripe (influenza)

A gripe, como é chamada a infecção pelo vírus influenza, apresenta sintomas agudos logo nos primeiros dias da doença.

  • Febre alta;
  • Calafrios;
  • Dores musculares;
  • Tosse;
  • Dor de garganta;
  • Intenso mal-estar;
  • Perda de apetite;
  • Coriza;
  • Congestão nasal (nariz entupido);
  • Irritação nos olhos.

Sintomas da Covid-19

Já nos casos de Covid-19, a doença começa a evoluir a partir do 7° dia, podendo ou não levar a um quadro de insuficiência respiratória.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, os sintomas da ômicron são "diferentes" das cepas anteriores do coronavírus e incluem:

  • Dor de garganta;
  • Dor no corpo, principalmente na região da lombar;
  • Congestão nasal (nariz entupido);
  • Problemas estomacais e diarreia.

No Brasil, as variantes delta e gama ainda são predominantes. Seus sintomas podem incluir:

  • Perda de olfato e paladar;
  • Dor no corpo;
  • Dor de cabeça;
  • Fadiga muscular;
  • Febre;
  • Tosse.

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Covid e influenza ao mesmo tempo: casos crescem no Brasil; entenda o que acontece - Yahoo Noticias Brasil

Portrait of a cute african american boy in mask at home - contagion of the Novel Coronavirus 2019- ncov - virus incubation isolation
No Brasil, estão sendo mais comuns casos de pessoas com coinfecção simultânea de Covid-19 e Influenza. (Foto: Getty Images)

Casos de pessoas com coinfecção simultânea de Covid-19 e Influenza estão tornando-se comuns no Brasil. 

As ocorrências das duas doenças ao mesmo tempo, já registradas e sob investigação nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, são chamadas informalmente de "flurona" — uma combinação dos termos "flu" ("gripe", em inglês) e "corona" (derivado "coronavírus")

No domingo (2), o Ministério da Saúde de Israel confirmou o primeiro caso de "flurona" no país. A paciente é uma mulher grávida internada com sintomas leves no Rabin Medical Center, na cidade de Petah Tikva. 

De acordo com a unidade de saúde, ela não recebeu as vacinas contra o novo coronavírus nem o influenza. As autoridades do país estudavam o caso para saber se a contaminação ao mesmo tempo poderia acarretar um quadro mais grave de qualquer uma das doenças.

No Brasil, três casos foram diagnosticados e confirmados pela Secretaria de Saúde do Ceará, na semana passada. 

As duas crianças chegaram a ser internadas, mas receberam alta, enquanto o caso de "flurona" em adulto de 52 anos não necessitou de hospitalização.

Um outro caso está sendo investigado no Rio de Janeiro, envolvendo um adolescente de 16 anos. O jovem é vacinado contra a Covid-19 e Gripe, e apresenta apenas sintomas leves e cumpre isolamento em casa.

Médicos relatam vários casos de "flurona" em São Paulo

Na capital paulista, médicos do Hospital Israelita Albert Einstein relataram "vários casos" da associação dos dois vírus. Um deles ocorreu com uma criança de 4 anos, no final de dezembro, com a confirmação laboratorial das duas infecções.

Os primeiros sintomas começaram a aparecer no dia 27 de dezembro, segundo relato da mãe da criança. 

"No dia 27 à noite, meu filho começou a ter febre. Chegou a ter 40ºC de febre. Tentamos dar medicação, mas como ele é bem difícil de tomar remédio. Eu e meu marido demos um banho nele para baixar a febre, mas no dia seguinte fomos de manhã ao pediatra porque a febre continuava bem alta", conta ela.

Entre os principais sintomas estavam abundância de secreção no nariz, dor no corpo, na cabeça e garganta. 

Na avaliação do pediatra, o quadro foi inicialmente diagnosticado como Influenza por conta do quadro geral. "Mas como estamos em pandemia, pedi para ele incluir um teste de Covid também", completa. 

No dia seguinte, os dois exames feitos no Laboratório Fleury, da República do Líbano, atestaram as infecções por Influenza A e Covid-19, ao mesmo tempo.

"Ligamos, imediatamente, para o pediatra e ele disse que é possível ter as duas infecções ao mesmo tempo. Ele me acalmou esclarecendo que no laudo do exame de Covid constava a informação de que tinha sido detectada amplificação tardia de RNA de Sars-Cov-2, o que corresponde a carga viral baixa, próxima ao limite de detecção do teste. Ou seja, o índice de transmissão era baixo e provavelmente era uma infecção já caminhando para o fim."

Exames feitos no Laboratório Fleury comprovaram a infecção simultânea de Influenza A e Covid-19 no paciente de 4 anos. (Foto: Yahoo Notícias)
Exames feitos no Laboratório Fleury comprovaram a infecção simultânea de Influenza A e Covid-19 no paciente de 4 anos. (Foto: Yahoo Notícias)

Apesar de não haver casos confirmados oficialmente pelos órgãos de Saúde sobre infecções simultâneas em São Paulo, a mãe afirma que ocorrências da "flurona" têm sido conhecidas entre os profissionais de saúde.

"O que eu ouvi de todos os enfermeiros e médicos dos laboratórios que eu fui é que: sim, estão acontecendo casos de co-infecção de covid e influenza, 'flurona'". Na avaliação dela, há um erro no procedimento adotado até agora nos hospitais ao pedir um só exame. 

"Os hospitais estão lotados e há um equívoco em alguns médicos pedirem só exame de covid, ou só de influenza. Os médicos precisam pedir os 2 testes, para saber se há co-infecção, ou não."

Os casos de coinfecção costumam aparecer quando o paciente que apresenta sintomas é submetido a um teste do tipo painel viral — no qual uma amostra é analisada para vários tipos de vírus ao mesmo tempo. Esses testes normalmente são feitos em laboratórios privados. 

No cenário de pandemia de Covid-19, os laboratórios públicos estão priorizando a realização de testes para identificar o coronavírus.

O Yahoo Notícias procurou o Hospital Albert Einstein e o Laboratório Fleury para confirmação dos diagnósticos, mas não houve retorno até a publicação desta matéria

As internações por influenza começaram a crescer no mês de dezembro e, desde a 49ª Semana Epidemiológica (entre os dias 5 e 11 de dezembro) há mais hospitalizações por gripe do que por covid-19 na cidade de São Paulo. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
As internações por influenza começaram a crescer no mês de dezembro e, desde a 49ª Semana Epidemiológica (entre os dias 5 e 11 de dezembro) há mais hospitalizações por gripe do que por covid-19 na cidade de São Paulo. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Com confusão de sintomas, casos de gripe e covid sobem em SP

Com o aumento dos casos de influenza nas últimas semanas, ficou mais difícil identificar os sintomas para diagnosticar a gripe ou a Covid.

A transmissão comunitária da variante ômicron e o surto de gripe têm enchido farmácias e hospitais na região metropolitana de São Paulo em meio às festas de final de ano e estão causando preocupações a médicos e autoridades.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, o atendimento de pessoas na rede pública com algum quadro respiratório mais do que dobrou neste mês de dezembro em relação a novembro.

De acordo com o governo estadual, a taxa de internação por covid voltou a subir após meses consecutivos de queda progressiva.

Para médicos, as semelhanças entre a gripe influenza e a nova variante do coronavírus têm criado confusão nos pacientes e dificultado ainda mais o diagnóstico e a contenção dos dois vírus.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, até a última segunda (27), foram registrados 238.081 atendimentos a pessoas com quadro respiratório, um aumento de 112% em relação ao último mês.

A prefeitura não informa a quantidade exata de casos confirmados da gripe influenza H3N2, que tem causado o novo surto, mas "outros vírus respiratórios" representam 54% dos atendimentos —em novembro, eram 49%.

Saiba como diferenciar os sintomas da Ômicron, Delta ou gripe

Em meio ao surto de influenza e à pandemia, no Brasil, a alta das doenças respiratórias já foi constatada em várias cidades.

Saiba como identificar cada uma delas para proteger a sua saúde e também a do próximo. Veja os sintomas mais comuns de cada variante; Ômicron, Delta e gripe.

Gripe (Influenza A ou B)

A gripe - infecção pelo vírus da influenza apresenta sintomas agudos nos primeiros dias. A nova cepa H3N2 está provocando surtos atípicos em várias cidades brasileiras, suspeita-se que tenha se espalhado aqui fora de hora devido a baixa adesão de vacina da gripe e o relaxamento das medidas restritivas.

A vacina da gripe está disponível para todos os brasileiros nos postos de saúde, e ajuda a proteger contra a nova cepa.

Os principais sintomas:

  • coriza

  • tosse

  • dor de garganta

  • dor no corpo

  • dor de cabeça

  • fraqueza, e

  • febre

Os pacientes com esses sintomas devem passar por um isolamento de 7 dias para evitar contaminar outras pessoas, além de fazer repouso, ter boa alimentação e hidratação.

Ômicron (nova variante da Covid-19)

A variante designada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detectada e anunciada pelo Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul (NICD). Segundo a OMS, já se sabe que a ômicron é uma variante altamente transmissível e com grande número de mutações. A notícia da nova variante provocou uma reação rápida em vários países.

Sintomas mais comuns:

  • cansaço extremo

  • dores pelo corpo

  • dor de cabeça, e

  • dor de garganta

Delta (variante predominante em 2021 da Covid-19)

A maioria dos casos de Covid-19 surgem entre cinco a 14 dias após a infecção, mas a grande maioria permanece assintomática. Em casos graves, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que se procure ajuda médica. A boa notícia é que as vacinas contra Covid-19 já confirmaram ser capazes de neutralizar o vírus e suas variantes.

Dados do Centro Europeu para Controle e Prevenção de Doenças indicam que os vacinados infectados com a Delta tendem a ser assintomáticos ou apresentar sintomas leves.

Sintomas mais comuns:

  • febre

  • tosse persistente

  • corizas

  • espirros

  • dor de cabeça, e

  • dor de garganta

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Monday, January 3, 2022

Confira 5 técnicas para combater a insônia e dormir melhor - Tudo Bahia

O maior aliado de um dia cheio de estresse e cansativo é uma noite mal dormida. Diversas pessoas no mundo sofrem com a insônia, que pode estar relacionada com outros problemas, como ansiedade. A insônia é um distúrbio do sono que faz com que a pessoa não consiga adormecer ou, quando consegue, não tenha muita duração.

Existem algumas técnicas que podem nos ajudar a vencer a insônia sem que haja a necessidade de, diretamente, recorrer a medicamentos. Todo mundo já teve situação de insônia. Porém, quando ela se torna constante, é motivo de preocupação maior e precisa de uma ajuda médica.

Veja as cinco técnicas para combater insônia

Alimentação antes do sono

O recomendado é optar por comidas leves na janta e comer cerca de duas horas antes de dormir. Uma alimentação leve ajudará você a não ter dificuldades no sono.

A comida muito pesada, ou seja, de digestão mais complexa, pode ser ruim para quando você for dormir, podendo apresentar desconfortos que geram a insônia.

Evite aparelhos celulares na hora de dormir

Já se tornou um hábito antes de dormir. A gente fica na cama assistindo vídeos ou batendo papo no aparelho celular. Isso acaba prejudicando o processo de sono. O mesmo acontece com algumas pessoas que preferem ler antes de dormir.

O cérebro ativo faz com que aumente a tensão no corpo e retira o estado de repouso da nossa mente, que é essencial para o sono.

Evite bebidas estimulantes

Algumas bebidas são excelentes para tirar o sono, principalmente refrigerantes e cafés. Evitar essas bebidas ajuda a você conseguir pegar no sono mais rápido.

Muitas pessoas que desenvolvem trabalhos noturnos e querem se manter acordados por algum motivo, por sua vez, costumam tomar muito café e guaraná.

Tenha horários para dormir e acordar

Manter um hábito de dormir e acordar em determinados horários acaba ajudando o corpo a se habituar com essa rotina. O relógio do nosso corpo acaba reconhecendo que aquele determinado horário é o momento de dormir.

Pratique exercícios físicos

Quando praticamos exercícios físicos, principalmente pela manhã, nós conseguimos dormir mais rápido e, ao mesmo tempo, de forma mais profunda. As atividades físicas são aliadas por vários motivos, mas o mais importante é elas podem aliviar estresse e deixar nossa mente mais tranquila.

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Dilton Coutinho | Governo Municipal lamenta morte do médico Nantes Belas Vieira - Acorda Cidade

Publicado em 02/01/2022 09h31.

Em sua trajetória, o médico assumiu mandatos de vereador do município e atualmente era supervisor da Atenção Primária à Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde.

Governo Municipal lamenta morte do médico Nantes Belas Vieira
Foto: Arquivo Pessoal

O prefeito Colbert Martins Filho lamenta o falecimento do médico Nantes Belas Vieira, conhecido como doutor Bibi, ocorrido neste sábado. (1°).

Em sua trajetória, o médico assumiu mandatos de vereador do município e atualmente era supervisor da Atenção Primária à Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde.

"Neste momento expresso minhas condolências e me solidarizo com os amigos e familiares do doutor Bibi", disse o prefeito ratificando os agradecimentos aos serviços prestados pelo servidor à administração municipal.

As informações são da Secretaria de Comunicação Social

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Sunday, January 2, 2022

Arma contra diabete ganha espaço contra a perda de peso - Terra

Um método desenvolvido para tratamento do diabete tem se revelado um importante aliado no combate à obesidade. A caneta de semaglutida, aprovada no Brasil para tratar o diabete tipo 2, pode fazer com que pacientes percam, em média, 15% do peso corporal em pouco mais de um ano. A substância consiste em um hormônio que sinaliza ao cérebro a sensação de saciedade. A aplicação subcutânea ocorre uma vez por semana, com supervisão profissional, e já é testada por pesquisas científicas.

Caneta de insulina vai facilitar a vida dos diabéticos Divulgação/Secretaria de Saúde

Caneta de insulina vai facilitar a vida dos diabéticos Divulgação/Secretaria de Saúde

Foto: Divulgação / Secretaria de Saúde

O principal estudo que indica como a caneta pode ser útil para pacientes com obesidade, segundo especialistas, foi publicado em março deste ano na revista científica The New England Journal of Medicine. Os pesquisadores demonstraram que, quando combinada a uma alimentação regrada e ao aumento da atividade física, a dosagem semanal de 2,4 mg de semaglutida propiciou perda média de peso de 15,2% em 104 semanas, ante 2,6% no grupo placebo. Participaram dos testes 1.961 adultos com alto índice de massa corpórea. Não houve ocorrência de efeitos colaterais graves.

Com os resultados, a caneta, cujo nome comercial no exterior é Wegovy, foi aprovada no meio deste ano pela agência reguladora dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) para tratar o sobrepeso e a obesidade, um dos principais problemas enfrentados pelos americanos. Também recebeu aval da Europa e do Canadá. No Brasil, a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, que comercializa o produto, solicitou há alguns meses o uso da caneta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar a obesidade. O pedido está em análise.

A caneta é liberada por aqui apenas para tratar o diabete, mas em dosagem diferente: 1,3 mg por semana. O produto, cujo nome comercial no País é Ozempic, custa por volta de R$ 1 mil por mês e não está incorporado no rol de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Bem como a liraglutida, que também é classificada como uma agonista do receptor GLP-1, o peptídeo que causa saciedade. Este segundo medicamento está aprovado no País não só para tratar o diabete, como a obesidade.

Outra opção

Sob o nome comercial de Saxenda, a caneta de liraglutida, também desenvolvida pela Novo Nordisk, é comercializada no País a R$ 600 por mês. Diferentemente da semaglutida, porém, ela é de aplicação diária. Não há estudo comparativo entre a efetividade das duas substâncias para tratar a obesidade, mas uma pesquisa conduzida pela farmacêutica dinamarquesa apontou que a Saxenda pode diminuir a massa corporal em até 8% após administração por um ano - índice menor que o apresentado pela semaglutida.

Moradora de Sinop, no Mato Grosso, a estudante de medicina veterinária Laura Foss, de 22 anos, conta ter perdido cerca de 12 kg desde que começou a usar a liraglutida há cinco meses. "Tem dado muito certo, do jeito que nenhum tratamento deu até hoje", conta a estudante. "Mas o medicamento por si só não faz milagre. Eu também fiz atividade física, regulei a minha alimentação e estou tentando fazer isso virar um hábito de vida", pondera.

Quando começou, por indicação médica, a fazer o tratamento com Saxenda, Laura conta que estava pesando mais de 90 kg e tinha índice de massa corpórea (IMC) de quase 34. Acima de 30, o indicador aponta que há obesidade. Ela relata que o quadro se agravou durante o primeiro ano de pandemia e que, entre outras complicações, estava apresentando resistência insulínica, o que a fez procurar a nova solução.

Cuidados importantes

Endocrinologista da Universidade de São Paulo (USP) e presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), a médica Cintia Cercato explica que o recomendado é começar a usar os chamados agonistas da GLP-1 com doses menores e, aos poucos, aumentar a aplicação.

A aplicação cheia, complementa, costuma ocorrer após alguns meses, quando o médico avalia que o corpo do paciente já está acostumado com a substância. Especialistas em saúde ouvidos pelo Estadão apontam que o acompanhamento profissional é imprescindível.

Segundo Cercato, uma das principais dúvidas de pacientes interessados pela caneta é o fato de as substâncias injetadas por elas terem sido estudadas, em um primeiro momento, para tratar o diabete. Porém, a endocrinologista aponta que isso não é um problema. "Este tipo de medicação (agonista da GLP-1) sensibiliza o pâncreas a produzir de forma mais eficiente a insulina para controlar a glicemia", explica a médica.

"Então, no caso de pessoas que são diabéticas, melhora a produção da insulina, mas em uma pessoa que não é diabética a glicemia vai continuar normal. Não é um remédio que vai causar a hipoglicemia", acrescenta Cercato. A aprovação da caneta de semaglutida pela agência reguladora americana, acredita a especialista, é importante para abrir caminho para o tratamento contra a obesidade no Brasil.

Para o médico Roberto Zagury, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), um ponto adicional é que os remédios desse tipo podem ainda combater complicações cardiovasculares. "É uma família de medicamentos que ganhou muito espaço recentemente, porque além de reduzir a glicose, promove perda de peso e reduz o risco de desfechos cardiovasculares", diz Zagury.

Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e responsável pelo Ambulatório de Obesidade, o endocrinologista Luiz Guilherme Kraemer explica que os estudos disponíveis demonstram que, na comparação com os ganhos gerados pela semaglutida, a incidência de efeitos colaterais não é tão significativa. Os mais recorrentes, explica, são eventos gastrointestinais, como náusea e diarreia.

Em nota, a Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) destaca que o uso da caneta de semaglutida "vem sendo apontado para o tratamento da obesidade, que é uma doença, e não deve ser encarado como medicamento para emagrecimento". A entidade defendeu ética profissional na prescrição e cautela no uso, especialmente para se evitar efeitos adversos e ganho rápido de peso após interrupção do tratamento. "A Asbran espera que estudos mais aprofundados sejam feitos para avaliação de uso prolongado do fármaco e que o mesmo, caso seja aprovado pela Anvisa, não esteja disponível sem a devida prescrição médica", acrescenta.

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Israel detecta primeiro caso de 'flurona', dupla infecção de Covid e influenza - Jornal O Globo

ISRAEL — O primeiro caso de uma rara mistura de duas doenças, gripe e Covid-19, apelidada de "flurona", foi detectado em Israel. Relatórios locais disseram que a paciente era uma jovem grávida, que estava no hospital, embora tivesse apenas sintomas leves.

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"Ela foi diagnosticada com gripe e coronavírus assim que chegou", disse Arnon Vizhnitser, diretor do departamento de ginecologia do Hospital Beilinson na cidade de Petah Tikva.

As autoridades de saúde israelenses estudam o caso para determinar se a combinação causa maior gravidade da doença. Esta é a primeira ocorrência documentada de "flurona" detectada no mundo, mas os médicos acreditam que poderia haver mais infecções do tipo no país.

O professor Arnon Vizhnitser falou sobre o assunto ao jornal local Hamodia:

— Ambos os testes deram positivo, mesmo depois de verificarmos novamente. A doença é a mesma. Elas são virais e causam dificuldade para respirar, pois ambos atacam o trato respiratório superior —  explicou, dizendo que a mulher deve receber alta na quinta-feira.

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Segundo o médico, casos de mulheres grávidas com gripe tem sido frequentes no hospital.

— É definitivamente um grande desafio lidar com uma mulher que chega com febre no parto. Isso é especialmente quando você não sabe se é coronavírus ou gripe, então você se refere a eles da mesma forma. A maior parte das doenças é respiratória — relatou.

O fato ocorreu depois que o ministro da Saúde de Israel disse nesta sexta-feira que o país está estendendo sua oferta de uma quarta dose de vacina para idosos em instituições de cuidados.

O Ministro da Saúde Nitzan Horowitz anunciou a mudança, citando sua alta exposição e vulnerabilidade a infecções.

Israel já havia estendido o lançamento da quarta dose para pessoas com imunidade enfraquecida, tornando-se um dos primeiros países a fazê-lo, na esperança de conter o aumento de casos impulsionado pela variante Omicron.

O país vive um surto de casos, com mais de 5 mil casos registrados ontem. Houve 1.376.256 infecções e 8.243 mortes relacionadas ao coronavírus relatadas em Israel desde o início da pandemia.

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Saturday, January 1, 2022

O que acontece no corpo quando se para de beber álcool - globoesporte.com

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) mostra que 55% da população brasileira têm o hábito de consumir bebidas alcoólicas. Nos últimos anos, atravessados pela pandemia de Covid-19, 17,2% desse montante declararam aumento do consumo associado a quadros de ansiedade graves por conta do isolamento social. E agora, a luta de muitos é para largar ou ao menos reduzir o álcool, uma meta de Ano Novo para muita gente. E você sabe o que acontece com o nosso corpo quando paramos de consumir álcool?

Álcool em excesso pode afetar a saúde física e mental — Foto: Reprodução/Internet

Álcool em excesso pode afetar a saúde física e mental — Foto: Reprodução/Internet

Primeiro, vamos entender o que o consumo constante de álcool pode causar.

A curto prazo:

  1. Ganho de peso;
  2. Alterações de humor: irritabilidade, impaciência, depressão;
  3. Perda de memória;
  4. Sonolência;
  5. Resistência insulínica e diabetes;
  6. Hipertensão arterial;
  7. Obesidade;
  8. Infarto agudo no miocárdio e AVC- acidente vascular cerebral.

A longo prazo, o álcool prejudica todos os órgãos, em especial o fígado (o fígado sofre uma sobrecarga para metabolizá-lo), e causa:

  1. Gastrite;
  2. Hepatite alcoólica;
  3. Pancreatite;
  4. Fígado gorduroso;
  5. Cirrose;
  6. Ansiedade;
  7. Depressão;
  8. Envelhecimento celular precoce;
  9. Câncer - especialmente de mama, boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, fígado e intestino.
Para quem pratica atividade física:

O médico endocrinologista Guilherme Renke explica que o álcool reduz a capacidade de recuperação muscular. Além disso, sabe-se que associar exercícios a álcool pode aumentar a possibilidade de:

  • Arritmias;
  • Hipoglicemia;
  • Desidratação;
  • Fadiga;
  • Queda na concentração;
  • Perda de massa muscular;
  • Queda de rendimento;
  • Má recuperação muscular.

– As primeiras horas após o exercício são cruciais para a recuperação muscular. Portanto, o que você consome, especialmente após o treino, faz muita diferença. Um estudo mostrou que a ingestão de álcool prejudica as taxas de síntese de glicogênio muscular após o exercício. Esse resultado aparece principalmente devido aos efeitos indiretos do consumo de álcool: como os atletas estavam bebendo, eles não ingeriam carboidratos, conforme recomendado, para uma recuperação ideal – acrescenta Renke.

O que acontece quando se para de beber:

Você sabia que as bebidas alcoólicas são muito calóricas? — Foto: Divulgação

Você sabia que as bebidas alcoólicas são muito calóricas? — Foto: Divulgação

Em uma semana:
  • Melhora do sono - o metabolismo do álcool atrapalha a produção dos hormônios como a melatonina, impedindo que o ciclo do sono seja completo para que possa reparar as células.
  • Mais energia - o álcool causa reações inflamatórias nas células, fazendo com que o corpo gaste muita energia para metabolizar o álcool, por isso o nível de energia é tão afetado diretamente.
  • Menor retenção líquida pelo melhor equilíbrio do ADH (hormônio anti diurético), responsável pelo controle da reabsorção de água pelo organismo.
Em um mês
  • Os índices glicêmicos diminuem em média 15%, ou seja, ocorre uma diminuição da quantidade de açúcar no sangue responsável pelo desenvolvimento do diabetes tipo 2.
  • Potencializa o processo de emagrecimento, por diminuir as respostas inflamatórias e otimizar a queima de gordura.
Em 6 meses
  • Melhora a pele, pois a desidratação celular causada pelo consumo de álcool acelera o processo de envelhecimento.
  • Redução dos níveis de colesterol, contribuindo para a saúde do coração e a diminuição do risco de infartos e ACV.
  • Menos chance de arritmias cardíacas;
  • Redução da pressão arterial, ajudando no tratamento da hipertensão, outro fator de risco para infarto e AVC.
  • Redução da esteatose hepática, que é a gordura do fígado, entre 15% a 20%. O excesso de gordura no fígado pode levar a um quadro mais grave de disfunção do órgão, causando uma cirrose hepática irreversível.
    A longo prazo, explicou a especialista, além de auxiliar no processo de emagrecimento, o álcool é uma substância tóxica ao organismo que acelera o processo de catabolização (mecanismos de quebra de proteínas que afetam diretamente o corpo a nível metabólico). Para que isso ocorra, as vias metabólicas são todas alteradas, e entre as consequências, ocorre o favorecimento de acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal, devido a ativação da secreção do cortisol, que estimula as células a guardarem essas gorduras!
    – Nosso fígado metaboliza o álcool da mesma forma que o açúcar, já que ambos servem como veículo para converter carboidratos alimentares em gordura, promovendo a resistência à insulina, fígado gorduroso e dislipidemia (níveis anormais de gordura no sangue), por isso eliminarmos o álcool da dieta implica em tantos benefícios – acrescentou Genaro.
  • Maior equilíbrio emocional, com menos alterações do humor e condutas antissociais, já que o álcool interfere negativamente no nível de estresse através da regulação do cortisol. Com isso, combate-se fatores de risco para ansiedade e depressão.
  • Redução da resistência insulínica, ajudando a prevenir a diabetes;
  • Diminuição do risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, especialmente os de boca, esôfago, intestino e reto.

Por que o álcool faz mal?

Ressaca é só a ponta do iceberg: estresse, ansiedade, depressão estão entre os malefícios causados pelo consumo excessivo de álcool — Foto: istock

Ressaca é só a ponta do iceberg: estresse, ansiedade, depressão estão entre os malefícios causados pelo consumo excessivo de álcool — Foto: istock

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) não existe um padrão de consumo de álcool que seja absolutamente seguro. O limiar de ingestão de álcool necessário para danos cerebrais é desconhecido. O impacto de um consumo moderado também ainda não está claro em relação aos efeitos do álcool sobre os desfechos cardiovasculares e cerebrais. Existem ainda dois problemas: toxicidade e superavit calórico. Do ponto de vista calórico, o consumo da álcool faz uma grande diferença na ingesta total calórica de uma pessoa. O álcool possui maior densidade energética (7kcal/g) do que o carboidrato, por exemplo (4kcal/g), assim o consumo exagerado do álcool, mesmo com restrição de alimentos, pode trazer prejuízo na composição corporal de um esportista. Ou seja, álcool engorda.

– Falando em efeitos tóxicos, o grande problema é o acetaldeído. Após a ingestão do álcool, duas enzimas do fígado, álcool desidrogenase (ADH) e aldeído desidrogenase (ALDH), começam a quebrar a molécula de álcool para que ela possa ser eliminada do corpo. O ADH ajuda a converter o álcool em acetaldeído. O acetaldeído permanece no corpo apenas por um curto período de tempo porque é rapidamente convertido em acetato por outras enzimas. No entanto, embora o acetaldeído esteja presente no corpo por um curto período de tempo, é altamente tóxico e conhecido como cancerígeno – explica Renke.

Para Roberta Genaro, médica atuante na área de nutrologia e medicina integrativa, palestrante e biohacker, o consumo de álcool afeta diretamente a nossa saúde, e há pesquisas que demonstram uma forte associação entre o consumo e doenças neurodegenerativas a nível de DNA. Em um estudo observacional feito por pesquisadores de Oxford com mais de 25 mil pessoas, foi demonstrado que existe uma forte relação entre o consumo de álcool e o processo de envelhecimento celular precoce.

– O álcool é uma droga psicoativa, ou seja, ele atua diretamente no cérebro como uma substância tóxica para o organismo, independente do tipo de bebida alcoólica consumida – comenta Roberta.

A recomendação, de acordo com o médico, é escolher não beber ou beber com moderação, limitando a ingestão a um máximo de duas bebidas (exemplo: duas long necks ou duas taças de vinho) por dia para homens ou uma bebida por dia para mulheres, nos dias em que o álcool é consumido.

– Na verdade, com a interrupção do consumo, evitamos o desenvolvimento de doenças crônicas, incluindo hipertensão arterial, doença cardíaca, acidente vascular cerebral, doença hepática e problemas digestivos e problemas de saúde mental causados pelo álcool incluindo depressão e ansiedade – completa Renke.

Outro benefício apontado pelo endocrinologista, é a melhora do sono, o que também beneficia a recuperação de atletas. Outros estudos mostraram efeitos na função cognitiva na manhã seguinte e sugeriram aumento do risco de lesões musculares nas pessoas que consomem bebidas alcoólicas.

De acordo com a médica e biohacker Roberta Genaro, ao eliminarmos o álcool da dieta, a curto prazo melhoramos a nossa capacidade metabólica do fígado, trazendo mais energia, disposição e bem-estar ao organismo e, no longo prazo, favorecendo uma longevidade saudável e diminuindo o risco do aparecimento de doenças que podem ser ativadas pelo consumo de álcool.

– A curto prazo, eliminando o álcool e a famosa ressaca existe uma melhora na nossa capacidade cognitiva, capacidade de pensamento e raciocínio lógico. Além disso, diminui a retenção líquida, logo melhora a sensação de inchaço do corpo causado pelo acúmulo de água que sai dos vasos para o tecido subcutâneo – completa.

Alcoolismo

Roberta reforça que o National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA) estabelece como dose padrão 14g de etanol puro e orienta as mulheres a limitarem seu consumo a uma dose por dia e, os homens, a até duas doses por dia. A ingestão acima desta quantidade já pode ser considerada "beber demais".

Segundo o Ministério da saúde, apenas um “sim” a algumas dessas perguntas sugere um possível problema e sinais do alcoolismo, sendo importante procurar ajuda:

  • Você já sentiu que deveria diminuir a bebida?
  • As pessoas já o irritaram quando criticaram sua bebida?
  • Você já se sentiu mal ou culpado a respeito de sua bebida?
  • Você já tomou bebida alcóolica pela manhã para “aquecer” os nervos ou para se livrar de uma ressaca?

– O álcool afeta diretamente os receptores celulares cerebrais e nível de DNA ligado a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina, implicando numa deficiência desses neuro-hormônios fundamentais para a felicidade e bem-estar. Logo, quanto maior o consumo de álcool, maior será a chance de piorar ou desenvolver algum grau de depressão – concluiu a especialista.

Fontes:
Guilherme Renke é médico endocrinologista, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e metabologia (SBEM), e médico do esporte, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBMEE) e da Sociedade Brasileira de Medicina e Obesidade (SBEMO).
Roberta Genaro é médica atuante em nutrologia e medicina integrativa, palestrante em Biohacker e fundadora da MAP, primeiro Master Mind de Saúde do Brasil. Pós-graduada em biofísica quântica e terapia ortobiomolecular e Master Health Coach em em Saúde Integrativa Sistêmica.

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