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Sunday, May 8, 2022

Obesidade deve atingir 30% da população adulta no Brasil em 2030, aponta projeção - UOL

O Brasil deverá ter, em 2030, quase 30% de sua população adulta com obesidade. A projeção foi feita pela World Obesity Federation, uma organização internacional voltada para redução, prevenção e tratamento da obesidade.

Atualmente, dados da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) de 2021, uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, indicam que 22% da população brasileira adulta apresenta obesidade.

A condição é calculada por meio do IMC (índice de massa corporal), que consiste na divisão do peso pela altura ao quadrado.

Quando o resultado fica entre 25 e 30, considera-se que há sobrepeso —condição que atinge 57% da população adulta no país, segundo a Vigitel.

Se o IMC for maior que 30, o caso é categorizado como obesidade.

Os números da World Obesity Federation também apontaram que a condição pode ser uma realidade para mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo até 2030. Para efeito de comparação, em 2010 o número era aproximadamente a metade.

"Alguns fatores relativamente conhecidos para obesidade estão impactando países que anteriormente não tinham altas taxas, como um largo acesso a comidas muito industrializadas e de alimentos refinados", diz Carlos Schiavon, cirurgião bariátrico e coordenador da ONG Obesidade Brasil.

A federação utilizou dados já consolidados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Banco Mundial, além de realizar as estimativas por meio do histórico de obesidade dos países.

No Brasil, caso se confirme a projeção para 2030, o país vai se tornar a quarta nação com maior número absoluto de pessoas com excesso de peso no mundo, atrás somente dos Estados Unidos, da China e da Índia.

A possível prevalência de 30% da condição em toda a população adulta brasileira foi categorizada como alta pela federação. Outras regiões, no entanto, chegam a percentuais muito maiores, como a Samoa Americana, que, em oito anos, poderá ter quase 70% da sua população com obesidade.

"O índice no Brasil é muito alto. Comparativamente, está um pouco melhor, mas continua sendo muito alto", afirma Schiavon.

As estimativas também conseguiram identificar a diferença em relação a gênero. No total, conforme a projeção, a maior parcela de pessoas com obesidade no país seriam as mulheres, algo já reconhecido pela literatura médica.

"Se formos ver o número de cirurgias bariátricas, são três mulheres operadas para cada homem. Então realmente há uma incidência e prevalência maior em mulheres comparada a homens" afirma Ricardo Cohen, coordenador do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Segundo ele, o quadro pode ter relação com aspectos genéticos. Isso ainda está sendo investigado e pode ser de extrema importância para prevenção e tratamento da condição, já que, segundo o médico, "sabemos que o grande fundamento da obesidade é genético".

Os problemas de ter um maior número de pessoas obesas impactam diferentes facetas da sociedade, como no desenvolvimento de diabetes, hipertensão e colesterol alto.

Esse cenário reflete diretamente na situação econômica dos países, tanto em relação aos gastos no tratamento das doenças como na perda de capacidade produtiva.

Nesse caso, a projeção realizada pela organização também se debruçou sobre esse ponto. Para entender esses efeitos, os pesquisadores observaram os custos diretos e os indiretos que o excesso de peso acarreta.

Aqueles chamados diretos dizem respeito às despesas tidas no tratamento da obesidade e das doenças decorrentes dela, como diabetes, mas também às relacionadas ao processo de busca de serviço de saúde, como quando ocorre viagens para atendimento médico.

Os custos indiretos referem-se à perda de capacidade produtiva das pessoas obesas e às mortes prematuras relacionadas à condição de excesso de peso.

Com esses pontos definidos, foi mensurado que o Brasil iria mais do que quadruplicar seus custos envolvendo sobrepeso e obesidade. Estima-se que o custo total alcançou US$ 39 bilhões em 2019. A projeção é que subiria para US$ 181 bilhões em 2060.

Além dos adultos, a projeção observou a obesidade em crianças e adolescentes, que deve ter um incremento de quase 100 milhões entre 2020 e 2030 em todo o planeta.

Para o Brasil, o estudo encontrou que o aumento de crianças e adolescentes obesas entre 2010 e 2030 deve ser de 3,8% a cada ano. Esse quadro, segundo a federação, é categorizado como muito alto e deve ocasionar mais de 7 milhões de jovens obesos em oito anos.

"Um problema é que essas crianças e adolescentes com obesidade têm uma grande chance de também serem adultos obesos. Isso é muito preocupante porque o futuro já estaria comprado, ou seja, já teríamos números ruins", diz Schiavon.

Tratamento e prevenção

A obesidade, assim como outras doenças, tem modos diferentes de realizar o tratamento e a prevenção, mas isso ainda gera certa confusão.

Cohen explica que uma das principais interfaces para prevenção da obesidade é identificar os fatores genéticos que estão associados com ela, algo ainda sendo investigado pela medicina atual. Observando esses aspectos, seria possível já direcionar um estilo de vida específico para alguém que tem tendência a ser obeso a fim de evitar que isso venha a acontecer.

"Prevenção da obesidade e tratamento são coisas totalmente diferentes. Atividade física e orientação dietética são fundamentais para prevenção da obesidade, mas não para tratamento. O tratamento tem sempre esse binômio, faça mais atividade física e coma melhor, junto com uma intervenção medicamentosa ou cirúrgica", afirma.

No entanto, o médico afirma que ainda há um problema em identificar a necessidade de realizar esses mecanismos de tratamento —seja com remédio ou com cirurgia bariátrica— porque, às vezes, não se encara a gravidade da doença.

"A obesidade tem que ser levada a sério. A Covid é um exemplo: mortalidade, uso de respiradores e internação na UTI estão associados diretamente com a obesidade. Não adianta somente políticas de educação. Necessitamos de tratamentos eficazes e possibilitar esse acesso a população", conclui.

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Saturday, May 7, 2022

Estresse, preocupação financeira: como é saúde mental dos pais de autistas - VivaBem

"Minha vida, do acordar ao dormir, já não é a mesma. Minha relação com minha esposa é outra, minha relação com meu filho é outra, minha relação em casa é outra, na faculdade, em todos os lugares. A gente quase nem se olha em relação ao matrimônio como um todo, porque estamos totalmente focados em desenvolver aquela criança". Lucas Braga, 31, é pai de Pedro, 5, que é autista, e de Eliza, de 2 meses. Ele descobriu que o filho tinha TEA (transtorno do espectro do autismo) há pouco menos de três anos.

Segundo Lucas, que mora em Nossa Senhora do Socorro (SE), ele e a esposa "caíram de cabeça" nas instruções de tratamento em casa, porque faltava dinheiro para pagar as terapias necessárias e o que conseguiam não era uma quantidade de horas adequada. "A gente quase nem parou para sofrer, digamos assim. A gente percebe que é necessário cuidar da [nossa] saúde mental, mas não temos esse tempo hábil. Infelizmente, passamos por maiores dificuldades por não termos nem a questão financeira folgada nem a questão de tempo."

A falta de recursos financeiros para lidar com os onerosos tratamentos que o TEA demanda é um grande problema enfrentado por boa parte dos pais. Até por isso que cuidar da própria saúde mental fica ainda mais em segundo plano, pois não sobra dinheiro suficiente.

Anderson Marques, 31, de Brasília (DF), pai de Luísa, 4, e Dylan, 2, ambos com autismo, diz que sabe da importância de cuidar da própria saúde mental, mas que o tempo para isso é escasso.

Emocionalmente falando, é realmente uma rotina desgastante, porque tem semanas que a gente dorme 2, 3 horas por noite, dias que a gente passa cheio de compromissos com terapia, escolas, consultas, exames. É algo que conversamos de vez em quando, que seria importante fazermos uma terapia também, porque se não estivermos bem emocionalmente, com a cabeça no lugar, talvez a gente não consiga cuidar deles da melhor forma. Até mesmo o lazer a gente deixa de lado, por saber que para eles também não vai ser uma experiência agradável." Anderson Marques.

No caso dele, o baque do diagnóstico foi amenizado porque ele já desconfiava há algum tempo. Apesar de ter ouvido de um pediatra de confiança que os aparentes atrasos em sua filha eram "normais" para a idade, ele não se convenceu. Foi em uma consulta com o neurologista que confirmou sua suspeita.

"Para minha esposa foi mais difícil do que para mim, porque eu fui meio que aceitando e buscando informação antes. Depois que procuramos uma neuropediatra, ela apontou vários sinais que a gente percebia no dia a dia, e não sabíamos o motivo. Por exemplo, a questão de barulho. Na época, quando ligava o liquidificador, minha filha ficava extremamente nervosa, chorava, gritava", lembra o fotógrafo.

Segundo Anderson, foi mais fácil identificar o TEA no segundo filho, porque já sabiam mais sobre o assunto. "É óbvio que torcíamos para que não fosse, mas já estávamos mais preparados, não sentimos tanto o baque assim da confirmação", conta.

Ele pontua que cada autista difere entre si. Entre seus dois filhos, há demandas e dificuldades diferentes, mas com um empenho em dobro, o que deixa a saúde mental dele e de sua esposa ainda mais em segundo plano.

Anderson Marques e sua família - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Anderson Marques é pai de Luísa, 4, e Dylan, 2, ambos com autismo

Imagem: Arquivo pessoal

Rede de apoio pode ajudar

De acordo com uma revisão de estudos feita por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, estar em contato com uma criança autista, na condição de cuidador, pode causar um impacto significativo e emocional nas famílias, além de gerar níveis mais altos de estresse, quando comparado com cuidadores de crianças com desenvolvimento típico.

Segundo o estudo, ainda que os cuidadores se queixem de algumas manifestações clínicas (como hiperatividade, impulsividade, auto e heteroagressões e outras condições), as maiores das tensões são atribuídas diretamente ao fardo financeiro das intervenções e à ausência de suporte social.

"Sabe-se que a criança diagnosticada com TEA necessita de cuidados especiais e terapias intensas. Todavia, sem os suportes adequados, as famílias não conseguem desenvolver estratégias de enfrentamento para uma boa qualidade de vida de forma geral", disseram os autores.

Para Alexandre Valverde, escritor, médico psiquiatra pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e também autista, a depender das dificuldades, a rede de apoio ajuda muito. "Imagina uma mãe que possui um filho autista não verbal. A estrutura e apoio que a criança e a mãe vão receber permitem um novo olhar".

O psiquiatra ainda pontua que a experiência dos pais de crianças com TEA vai ser muito distinta conforme o grau do autismo daquela criança. "Em casos do diagnóstico de autismo mais severo, não verbal ou com uma deficiência intelectual, é mais difícil e demanda muita atenção e dedicação dos pais. Só que em muitos casos, quem acaba assumindo esse papel é a mãe, e isso acaba tendo uma ação e influência sobre sua carreira, seus relacionamentos e gera um sentimento de solidão", conta.

Jaqueline e as filhas - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Jaqueline e as filhas

Imagem: Arquivo pessoal

Mães são mais afetadas

Um estudo publicado na revista de Iniciação Científica da Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense) mostrou que as mães são as mais afetadas pelo estresse, em razão da maior sobrecarga nos cuidados diários com a criança. Em muitos casos, chegam a abrir mão da carreira profissional e da vida social, vivenciando sentimentos de solidão e isolamento.

Jaqueline Araújo Muniz dos Reis, 37, de São Paulo (SP), é formada em administração, mas, no momento, não trabalha e tem toda a sua atenção voltada para suas duas filhas. A mais velha, Luiza, 12, enquadra-se no considerado "autismo leve", do nível de suporte 1. E, apesar disso, suas dificuldades, sobretudo no que tange a relacionamentos e sociabilidade, não são menores.

Eu faço terapia e fui encaminhada para um instituto de psiquiatria também, porque eu precisava estar bem para poder cuidar dela. Ela teve duas tentativas de suicídio por conta da depressão, que vem do autismo, porque ela começa a sentir que não pertence a lugar algum. Existe um capacitismo muito grande em cima do autista suporte nível 1, porque os outros agem como se ele estivesse inventando. E isso se dá em todos os lugares, da escola ao terapeuta. Cheguei a passar com um psiquiatra que falou que era impossível ela ser autista porque ela tinha empatia. É surreal o despreparo." Jaqueline Araújo Muniz dos Reis.

O diagnóstico de Luiza, assim como de tantas outras crianças, veio de forma tardia e depois de muito desencontro de informações. Desde que voltou à escola presencialmente, Jaqueline conta que sua filha já foi alvo de diferentes agressões, físicas e verbais, por ser "aparentemente normal", e então, descreditada.

"Toda mãe fica feliz quando o filho vai para escola, mas nós não. Ficamos com medo, porque já sabemos que quando ela voltar, vai ter sempre algo diferente acontecido. É com certeza o lugar mais cruel, e é utopia achar que existe alguma instituição perfeita para um autista, não existe, principalmente no grau da Luiza", diz Jaqueline.

A mãe diz que não pode se descuidar em nada. Além do medo de a filha tentar suicídio novamente, tem a questão dos horários de consultas e até de alimentação, porque a medicação depende de Luiza ter comido.

Um estudo feito por pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo sobre autismo infantil e estresse familiar mostrou que alternativas de enfrentamento são trabalhos de aconselhamentos, orientações, apoio social por meio de instituições de atendimento às crianças, principalmente, e os acompanhamentos terapêuticos.

Apesar de fazer terapia, Jaqueline diz que falta acesso a locais onde poderia criar redes de apoio e dividir experiência e conhecimento. "Dentro da comunidade autista tem palestras e congressos. Mas isso é acessível para nós, os pais? Só pessoas muito conhecidas ou ricas vão, eu não vejo isso chegar na grande maioria: pessoas de baixa renda, pessoas que necessitam muito estar ali", conta.

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As cinco principais doenças decorrentes da hipertensão arterial - Estado de Minas

Médica aferindo a pressão arterial da paciente
Enjoo e tonturas são alguns dos sintomas de quem tem hipertensão (foto: Freepik/DIvulgação)

hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, é considerada um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, renais e até mesmo neurológicas.

A circulação sanguínea tem uma pressão normal de 120 x 80 mmHg. Quando essa pressão aumenta, alcançando um índice maior ou igual a 140 x 90 mmHg, por tempo prolongado, caracteriza-se como hipertensão.

Os sintomas tendem a aparecer apenas nos estágios mais avançados como, enjoo, tonturas, cansaço excessivo, visão embaçada, dificuldade para respirar ou dor no peito e, se não tratados adequadamente, podem evoluir para outras doenças.

Médicos especialistas da Doctoralia - maior plataforma de saúde do mundo, apresentam os principais problemas consequentes da pressão arterial alta.

AVC

De acordo com o neurologista Carlos Henrique Carneiro, a hipertensão pode contribuir para vários tipos de AVC. Com o aumento da pressão e a incapacidade de dilatação das artérias da cabeça, amplia-se o risco de entupimentos. A consequência pode ser obstrução ou rompimento de vasos sanguíneos no cérebro.

Leia também: Estações mais frias do ano podem aumentar o risco de AVC

Insuficiência Renal

A hipertensão arterial pode acometer as artérias renais e fazer com que os rins percam, progressivamente, a função, levando ao quadro de insuficiência renal. Segundo o nefrologista Carlos Eji Koga, no estágio inicial, a insuficiência renal não costuma apresentar sinais: "É o que chamamos de doença silenciosa. Já em casos mais avançados, os sintomas estão relacionados à diminuição do volume de urina, náuseas e vômito, alteração do hálito, espuma na urina e retenção de líquido".

Pacientes com hipertensão mal controlada, com fator de risco, problemas cardíacos, diabetes, obesidade, sedentarismo, e doenças genéticas, como pedras nos rins, têm maior propensão para a falência renal.

Infarto

A hipertensão arterial é um dos maiores fatores de risco para o processo inflamatório crônico das paredes das artérias com acúmulo de colesterol, plaquetas, fibrinas, cálcio e restos celulares que leva à formação de placas enrijecidas e reduz a elasticidade. Consequentemente, os vasos sanguíneos são obstruídos e podem levar ao infarto.

Por isso, pacientes com fatores de risco como diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade, predisposição genética e a hipertensão arterial mal controlada devem prestar atenção aos sinais. "O infarto costuma se apresentar com dor torácica em aperto ou pressão que piora aos esforços e melhora no repouso, podendo também estar associado a falta de ar progressiva, enjoo, vômitos, suor frio" alerta a cardiologista Bárbara Pires.

Arritmia

Outra doença cardiovascular que pode ser resultado da hipertensão é a arritmia. Os principais sintomas são palpitação, dor no peito, falta de ar, cansaço, tontura e desmaio. Já o tratamento da arritmia vai depender dos sintomas, da gravidade e dos riscos de complicação da arritmia.

Qualquer pessoa, independentemente da faixa etária e sexo, pode sofrer arritmia cardíaca. No entanto, "a maioria das ocorrências está relacionada a quem apresenta doenças cardíacas prévias e que tem histórico dessas doenças na família, como é o caso de pessoas com hipertensão", ressalta a especialista Bárbara.

Insuficiência Cardíaca

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipertensão e o entupimento das artérias coronárias, frequentemente associado à hipertensão arterial, são responsáveis por mais da metade dos casos de insuficiência cardíaca. "Quando a hipertensão arterial é controlada, a longo prazo, a pressão elevada sobrecarrega o músculo cardíaco, deixando-o cada vez mais fraco e com dificuldade para bombear o sangue em quantidade adequada para atender às necessidades do corpo", conclui Pires.

O principal sintoma da insuficiência cardíaca é o cansaço ao realizar esforços habituais. Além disso, também pode apresentar inchaço nas pernas, dor ou desconforto no peito, dificuldade para dormir com a cabeceira baixa, despertar noturno devido à falta de ar.

Apesar de não ter cura, as chances de controle da hipertensão são muito altas. Então é fundamental manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e prática de atividades físicas. O acompanhamento médico também é importante para verificar se há necessidade de tratamento medicamentoso.

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Coração de porco usado em transplante inédito estava infectado por vírus - Estado de Minas

David Bennett
David Bennett (D) fez a cirurgia em janeiro e morreu dois meses depois (foto: UNIVERSITY OF MARYLAND SCHOOL OF MEDICINE/AFP)
No início deste ano, a notícia de que, pela primeira vez na história, um homem tinha recebido o transplante de coração de um porco animou médicos e pacientes. Em março, porém, David Bennett morreu, e os cientistas envolvidos na cirurgia inédita começaram a investigar a razão do óbito. Ontem, divulgaram que o órgão usado no procedimento continha um vírus, o que pode ter contribuído para o desfecho não desejado.
Em uma reportagem publicada no periódico MIT Technology Review, especialistas revelaram que o coração de Bennett foi afetado pelo citomegalovírus suíno. "Estamos começando a entender por que ele faleceu", disse Bartley Griffith, docente da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e um dos cirurgiões responsáveis pelo transplante.
Segundo o cientista, "talvez, o vírus tenha sido o ator, ou possa ser o ator, que desencadeou" a morte de Bennet. As informações descritas na revista foram apresentadas por Griffith durante um webinar transmitido on-line pela American Society of Transplantation, no mês passado. À época, o cirurgião também detalhou os esforços desesperados dos especialistas para derrotar a infecção. O vírus detectado é muito comum em porcos e, nesses animais, costuma provocar apenas espirros.
A empresa de biotecnologia que criou o porco usado no procedimento, a Revivicor, se recusou a comentar a morte do paciente e não fez declaração pública sobre o vírus. Ao detalhar o experimento em janeiro, a equipe responsável pela cirurgia destacou que os animais usados para procedimentos médicos deveriam estar livres de patógenos.
Doença grave
Bennett tinha uma doença cardíaca grave e estava à beira da morte quando recebeu, em 7 de janeiro, um coração de porco geneticamente modificado. Alguns dias depois do transplante pioneiro entre espécies, ele já conseguia sentar na cama, e seu órgão novo funcionava e bombeava como uma "estrela do rock", declarou, na ocasião, Griffith.
Cerca de 40 dias depois, porém, Bennett, que tinha 57 anos, apresentou pioras constantes e morreu algumas semanas depois. Em um comunicado divulgado pela universidade americana, um porta-voz da instituição de ensino informou que "não havia nenhuma causa óbvia identificada no momento da morte" e que um relatório completo seria revelado em uma revista científica.
À época, Muhammad Mohiuddin, diretor científico da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, expressou gratidão a Bennett "por seu papel único e histórico em ajudar a contribuir com uma vasta gama de conhecimentos para o campo do xenotransplante".

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Condição que faz com que pessoa tenha aparência de criança pode ser causada por deficiência hormonal; entenda - Globo.com

Homem com aparência de criança é morto em Castanhal — Foto: Reprodução

Homem com aparência de criança é morto em Castanhal — Foto: Reprodução

A morte de um rapaz de 20 anos no Pará com aparência de uma criança chamou a atenção da internet na última quarta-feira (4). José Roberto Gomes Alves era conhecido como Molequinho e foi morto a tiros em Castanhal.

O g1 procurou especialistas que explicaram que essa aparência pode ser causada por uma deficiência hormonal. A doutora em endocrinologia pela USP Lorena Lima afirma que a vítima parece apresentar hipogonadismo, um mal funcionamento das gônadas.

“Essa situação pode acontecer se a pessoas tem algum atraso puberal ou alguma situação de hipogonadismo, ou seja, ela tem um mal funcionamento das gônadas. As gônadas são os testículos nos homens e o ovário nas mulheres. Com isso, leva essa pessoa a não desenvolver características de pessoas com mais idade”, disse a médica Lorena Lima.
Homem com aparência de criança é morto em Castanhal — Foto: Reprodução

Homem com aparência de criança é morto em Castanhal — Foto: Reprodução

A aparência da vítima pode ter sido causada por uma deficiência na produção ou ação de hormônios. O endocrinologista João Eduardo Salles afirma que um eventual tratamento para caso como este envolveria reposição de hormônios.

"Provavelmente, ele tem alguma deficiência na produção ou na ação do hormônio de crescimento, que é o GH. Quando a criança não é estimulada pela presença do GH, isso faz com que ela não desenvolva aspectos de uma pessoa mais velha. Ou algum problema hipofisário, um defeito na produção do hormônio da hipófise que desencadeia a puberdade. Isso chama hipogonadismo. O tratamento pode ser feito com a reposição dos hormônios", diz Salles.

Deficiência de hormônios pode causar complicações

A médica Lorena Lima disse ainda que a ausência de testosterona pode causar complicações, entre elas: depressão, anemia, osteoporose e infertilidade.

"Algo aconteceu no corpo dele e fez com que ele não tivesse acesso a testosterona. O que faz a criança tomar forma de adulto é a testosterona, no caso dos homens. Como ela não tem [o hormônio], ela não tem a forma de adulto. Ela fica com a forma de criança para sempre. A ausência de testosterona pode fazer com que ela tenha depressão, anemia, osteoporose, diminuição da massa muscular, infertilidade, disfunção erétil. Uma seria de situações".

Salles completa: "É um paciente que não desenvolveu a forma adulta. Ele pode ter doenças associadas a essa não produção de hormônio. Não faz com que ele aumente o risco de morte, mas ele (um paciente que não produz hormônios) vai ter uma qualidade de vida ruim", disse.

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Covid: Saúde convoca mais 13 mil pessoas para vacinação em Curitiba a partir de segunda (9) - Globo.com

Vacinação contra a Covid-19 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Vacinação contra a Covid-19 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

De segunda-feira (9) até 13 de maio, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba pretende vacinar 13 mil pessoas na nova fase de imunização contra a Covid-19.

O chamamento contempla:

  • Segunda dose de crianças de 5 a 11 anos
  • Doses de reforço para pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais
  • Repescagens de primeira dose, segunda dose e doses adicionais de reforço para pessoas anteriormente convocadas e que não compareceram
  • Quarta dose para pessoas acima de 60 anos que atingiram o intervalo mínimo de 120 dias após aplicação da terceira dose

A vacinação ocorre das 8h às 17h e os locais podem ser consultados no site Imuniza Já.

Os convocados para receber a terceira e a segunda dose anticovid e o público da repescagem são atendidos em nove unidades de saúde específicas.

As crianças de até 11 anos também podem se imunizar contra a Covid-19 na Unidade de Saúde Mãe Curitibana, no bairro São Francisco.

Cronograma da semana entre 9 a 13 de maio:

Vacinação Infantil

  • Repescagem de crianças de 5 a 11 anos com ou sem comorbidades

2ª dose (crianças de 5 a 11 anos)

Para quem recebeu Pfizer:

  • Segunda-feira (9/5): vacinadas com 1ª dose de Pfizer até 14/3
  • Terça-feira (10/5): vacinadas com 1ª dose de Pfizer até 15/3
  • Quarta-feira (11/5): vacinadas com 1ª dose de Pfizer até 16/3
  • Quinta-feira (12/5): vacinadas com 1ª dose de Pfizer até 17/3
  • Sexta-feira (13/5): vacinadas com 1ª dose de Pfizer até 18/3

Para quem recebeu Coronavac:

  • Segunda-feira (9/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 11/4
  • Terça-feira (10/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 12/4
  • Quarta-feira (11/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 13/4
  • Quinta-feira (12/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 14/4
  • Sexta-feira (13/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 15/4

Pessoas com 12 anos ou mais

  • Repescagem para pessoas com 12 anos completos ou mais

Para quem recebeu Pfizer:

  • Segunda-feira (9/5): vacinados com 1ª dose até 18/4
  • Terça-feira (10/5): vacinados com 1ª dose até 19/4
  • Quarta-feira (11/5): vacinados com 1ª dose até 20/4
  • Quinta-feira (12/5): vacinados com 1ª dose até 21/4
  • Sexta-feira (13/5): vacinados com 1ª dose até 22/4

Para quem recebeu Coronavac:

  • Segunda-feira (9/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 11/4
  • Terça-feira (10/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 12/4
  • Quarta-feira (11/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 13/4
  • Quinta-feira (12/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 14/4
  • Sexta-feira (13/5): vacinadas com 1ª dose de Coronavac até 15/4

Para quem recebeu Astrazeneca

  • Segunda-feira (9/5): vacinados com 1ª dose até 9/4
  • Terça-feira (10/5): vacinados com 1ª dose até 10/4
  • Quarta-feira (11/5): vacinados com 1ª dose até 11/4
  • Quinta-feira (12/5): vacinados com 1ª dose até 12/4
  • Sexta-feira (13/5): vacinados com 1ª dose até 13/4

Dose de reforço da dose única da Janssen (pessoas com 18 anos ou mais)

  • Segunda-feira (9/5): vacinados com dose única até 14/3
  • Terça-feira (10/5): vacinados com dose única até 15/3
  • Quarta-feira (11/5): vacinados com dose única até 16/3
  • Quinta-feira (12/5): vacinados com dose única até 17/3
  • Sexta-feira (13/5): vacinados com dose única até 18/3

Dose de reforço (terceira dose)

Pessoas com 18 anos ou mais:

  • Segunda-feira (9/5): repescagem dos anteriormente convocados vacinados com a 2ª dose até 9/1.
  • Terça-feira (10/5): vacinados com a 2ª dose até 10/1
  • Quarta-feira (11/5): vacinados com 2ª dose até 11/1
  • Quinta-feira (12/5): vacinados com 2ª dose até 12/1
  • Sexta-feira (13/5): vacinados com 2ª dose até 13/1

Pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais

  • Segunda-feira (9/5): pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais que receberam a 2ª dose até 14/3
  • Terça-feira (10/5): pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais que receberam a 2ª dose até 15/3
  • Quarta-feira (11/5): pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais que receberam a 2ª dose até 16/3
  • Quinta-feira (12/5): pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais que receberam a 2ª dose até 17/3
  • Sexta-feira (13/5): pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais que receberam a 2ª dose até 18/3

Segundo reforço (quarta dose)

Pessoas imunossuprimidas com 12 anos ou mais

  • Segunda-feira (9/5): vacinados com o 1º reforço até 9/1
  • Terça-feira (10/5): vacinados com o 1º reforço até 10/1
  • Quarta-feira (11/5): vacinados com o 1º reforço até 11/1
  • Quinta-feira (12/5): vacinados com o 1º reforço até 12/1
  • Sexta-feira (13/5): vacinados com o 1º reforço até 13/1

Pessoas com 60 anos ou mais

  • Segunda-feira (9/5): vacinados com o 1º reforço até 9/1
  • Terça-feira (10/5): vacinados com o 1º reforço até 10/1
  • Quarta-feira (11/5): vacinados com o 1º reforço até 11/1
  • Quinta-feira (12/5): vacinados com o 1º reforço até 12/1
  • Sexta-feira (13/5): vacinados com o 1º reforço até 13/1

Vídeos mais assistidos do g1 PR:

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Covid: Saúde convoca mais 13 mil pessoas para vacinação em Curitiba a partir de segunda (9) - Globo.com
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Friday, May 6, 2022

Como usar técnica de cromoterapia para dormir melhor, sem gastar muito? - Universa

Uma boa noite de sono é momento reparador necessário para o nosso organismo, garantindo que corpo e cérebro reponham todo o combustível gasto ao longo do dia. Porém, mesmo com tamanha importância, há quem ainda enfrente a insônia e outros empecilhos diariamente e, por isso, siga em busca de práticas para ajudar na questão.

Pensar em cromoterapia pode ser uma opção, já que a técnica tem se mostrado bastante eficaz nos problemas para adormecer. O método ainda é caminho para quem tem aquele sono que não descansa, devido ao aumento de trabalho, responsabilidades e correria do dia a dia.

"A cromoterapia é uma terapia holística complementar, que trabalha usando comprimentos de onda, os quais são interpretados pelo cérebro através de luz e cores. Assim, ela vai além de apenas olhar para uma cor, trabalhando com frequências e influências físicas e mentais", explica a espiritualista Juliana Viveiros, da iQuilíbrio.

Cores para o quarto e afirmações terapêuticas

A cromoterapia tradicional adota feixes de luz para trabalhar situações que envolvem o organismo. Para definir o melhor método, é preciso identificar o que está acontecendo com o emocional e só a partir daí é que um profissional qualificado consegue saber exatamente qual chakra e qual frequência deve trabalhar.

"Considerando a forma que os chakras agem sobre nossa vida, fica mais fácil identificar quando eles precisam de atenção e, consequentemente, agir para melhorar as noites de sono", diz Juliana.

Como ela explica, quem fica exposto a frequências de cores quentes, como vermelho, amarelo e laranja, durante todo o dia pode ter uma sobrecarga em alguns pontos, exigindo um trabalho de reequilíbrio para garantir o descanso de qualidade.

Cromoterapia em casa

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Cores e acessórios ajudam nos ambientes da casa: aprenda a usá-los

Imagem: 123ducu/Getty Images/iStockphoto

Na prática original, o cromoterapeuta busca alinhar e equilibrar todos os chakras para trazer bem-estar à pessoa, o que consegue após analisar a rotina e os sentimentos do paciente, e determinar o melhor tratamento.

Entretanto, apesar de os procedimentos serem individualizados, existem algumas técnicas simples e eficazes que podem ser aplicadas por qualquer pessoa - muitas das quais se assemelham às práticas de Feng Shui -, e garantem bons resultados. Veja algumas recomendações:

  • Usar as cores branco e azul na cama para mudar a cultura do sono e conseguir noites melhores de descanso. "Vale apostar em lençóis e fronhas nesses tons e, ainda, potencializar o efeito pingando algumas gotas de óleo essencial de lavanda em algodão, que deve ficar na mesa de apoio lateral", sugere Juliana.
  • A cor verde também é boa opção para se investir, pois está ligada à natureza e significa esperança, vitalidade e equilíbrio. "Mas não é necessário pintar todas as paredes de verde; uma só já é suficiente, ainda mais se o morador mantiver por perto uma pedra amazonita", acrescenta a espiritualista.
  • Que tal um cantinho ou uma parede trabalhados no azul claro? A recomendação principal é que o espaço seja bem iluminado para receber efeitos como paz, harmonia e tranquilidade. Detalhes em azul celeste também são bons.
  • Já que foco é relaxamento, os elementos de Terra (jarros de barro, enfeites com madeira etc.) ajudam tanto quanto a pedra lápis-lazúli. Para um sono mais harmônico, deixe-os no cômodo de dormir.
  • Detalhes em amarelo suave ajudam pois, além de garantirem um sono melhor, trazem alegria e melhoram o humor.
  • Como o cinza representa equilíbrio e remete a viagens e alegria, vale apostar em objetos dessa cor, que lembrem lugares que a pessoa deseja conhecer. Também é indicado enfeitar o quarto com pedras ametistas e uma margarida. Tudo isso traz relaxamento.

Ou seja, pintar as paredes não é o único jeito de investir na cromoterapia. Papéis de parede, quadros e outros itens decorativos são bastante eficazes, desde que o morador saiba o significado energético de cada item e faça escolhas assertivas na composição.

A ação dos feixes de luz

Na cromoterapia conduzida por especialistas, um aparelho com filtro é usado para adaptar a frequência de ondas e cores e emite feixes de luz, que são posicionados nos pontos em que fica o chakra que precisa de tratamento.

Tudo isso, porém, só deve ser feito com cautela e por terapeuta, que define a dose de exposição necessária para cada parte do corpo. Juliana lembra que cromoterapia é uma terapia complementar, logo, deve ser feita em conjunto com outros tratamentos holísticos para tratar o físico, o emocional e o espiritual.

A aromaterapia é tida como uma das principais combinações, mas acupuntura e massoterapia são opções bem recomendadas.

Os 7 chakras e suas influências

Chacras - Wojtek Skora/Getty Images/iStockphoto - Wojtek Skora/Getty Images/iStockphoto

Veja relação dos chakras com as cores

Imagem: Wojtek Skora/Getty Images/iStockphoto

Já que os chakras são partes fundamentais no processo cromoterápico, vale entender melhor quais são eles, como funcionam e quais suas influências, segundo Juliana.

  • Chakra coronário (coroa da cabeça)

Cor: violeta

Frase: "Eu sei!"

Localizado na cabeça, este chakra conecta as pessoas ao universo e ao espiritualismo, promovendo calma. Já a cor está relacionada à carência afetiva, ao remorso e aos sentimentos de culpa.

  • Chakra ajna (terceiro olho)

Cor: índigo

Frase: "Eu vejo!"

Responsável por equilibrar processos mentais e emocionais, representa o campo das ideias e traz clareza nas decisões. Ainda tem ações anestésicas.

  • Chakra laríngeo (garganta)

Cor: azul

Frase: "Eu falo!"

Promove efeito calmante, relaxante e construtor, principalmente na saúde física. Tem função antisséptica, mas também auxilia contra a insegurança, irritabilidade e ansiedade.

  • Chakra anahata (coração)

Cor: verde

Frase: "Eu amo!"

Além de equilibrar as funções cerebrais, induz o organismo à autocura e se relaciona às emoções - por isso, é adotado para tratar comportamentos depressivos e complexo de inferioridade, por exemplo.

  • Chakra plexo solar

Cor: amarelo

Frase: "Eu faço!"

Este chakra age para promover conhecimento ao facilitar caminhos, ajuda na autoconfiança e pode eliminar preocupações excessivas, ganância e falta de confiança no futuro.

  • Chakra sacro

Cor: laranja

Frase: "eu sinto!"

Tem efeito descongestionante e revigorante. Ainda promove criatividade, autossatisfação e otimismo, mandando a fadiga para bem longe.

  • Chakra muladhara (raiz)

Cor: vermelho

Frase: "Eu sou!"

É o que potencializa a vida sexual, trazendo energia e vitalidade. Os instintos estão ligados a esse chakra.

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