Rechercher dans ce blog

Monday, August 29, 2022

No Dia Nacional do Combate ao Fumo, descubra qual seu grau de dependência do cigarro - R7

Resumindo a Notícia

Dados da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, de 2021, mostram que o percentual de fumantes com 18 anos ou mais no Brasil é de 9,1%, sendo 11,8% entre homens e 6,7% entre mulheres.

Desde 2006, o número de fumantes vem caindo. Naquele ano, mais de 15% da população tinha o vício em nicotina, a principal substância nos cigarros que causa dependência química. Parar de fumar não é fácil e está ligado ao reconhecimento de que se trata de uma doença e ao nível de dependência química de cada um.

Gustavo Prado, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, explica que o primeiro passo é entender o que é a dependência química.

"Dependência é todo conjunto de alterações do comportamento da cognição e das sensações do indivíduo trazidos pela necessidade do uso repetitivo de uma determinada substância ou da repetição de um determinado ato", conta o médico.

Ele detalha também as sensações causadas pela dependência.

"Tradicionalmente vemos dois fenômenos muito bem descritos. Um deles é a tolerância, que é a necessidade de doses gradualmente maiores daquela substância. E o segundo a síndrome de abstinência, caracterizada pelo conjunto de sinais desconfortáveis para o paciente se ele diminui ou para de usar a substância."

Nesta segunda-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo, saber qual é o nível de dependência que você tem em relação ao cigarro pode ser o primeiro passo para abandonar o vício.

Para medir esse nível, existe um teste simples chamado Teste de Fagerström. A pessoa precisa responder a seis perguntas, e o nível será mostrado com base na pontuação.

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz disponibiliza o teste em seu site (clique aqui para fazê-lo), e os resultados podem ser dependência muito baixa, baixa, média, elevada e muito elevada.

"Essa ferramenta é interessante porque pacientes com dependência elevada podem apresentar uma dificuldade maior de parar de fumar ou um risco maior de recaídas, que no longo prazo poderia estar associado a menores taxas de sucesso nesse processo de abandono do consumo de tabaco", afirma Prado.

Com os dados em mãos, o profissional de saúde também pode determinar de forma mais assertiva o apoio aos pacientes e o tratamento deles, valendo-se de recursos medicamentosos e não apenas de medidas não farmacológicas.

Dicas de como parar de fumar

Abandonar o cigarro não é tarefa fácil, e o pneumologista ressalta que no meio do processo as recaídas são normais e não representam o fracasso do trabalho.

"Quando tratamos dependência, precisamos nos preparar para abordar o lapso e a recaída e preparar o paciente para entender que são fenômenos frequentes e não devem ser encarados com uma carga de culpa ou de falência daquele esforço, ou de incapacidade do indivíduo. A imensa maioria dos ex-fumantes tem de três a quatro tentativas antes de obter sucesso", afirma Prado.

O médico passa algumas dicas, que podem ser vistas como um caminho para quem efetivamente quer parar com o vício.

"Primeiro ele precisa saber que ele não nasceu fumando e é capaz, sim, de parar de fumar, especialmente com a ajuda. Segundo, se tiver a possibilidade, procure um profissional. Terceiro, avisar as pessoas com quem convive para que tenha não só apoio, mas conte também com a compreensão de todos."

Evitar os hábitos que são gatilhos para fumar é a quarta dica, conforme orienta o especialista.

"Se a pessoa está habituada a fumar depois da refeição, acaba a refeição e vai escovar o dente. Fazer alimentação saudável, praticar alguma atividade e procurar ambientes livres de tabaco vai aumentar demais a chance de sucesso", finaliza Prado.

Veja sete motivos que farão você largar o cigarro

Adblock test (Why?)


No Dia Nacional do Combate ao Fumo, descubra qual seu grau de dependência do cigarro - R7
Read More

'Tive leve inchaço na barriga': gordura no fígado não costuma dar sinais - VivaBem

O aposentado Heides Paulo Pinto, 67, sempre cuidou da saúde. Mas, na pandemia, deixou o check-up para depois, principalmente no momento mais crítico, com aumento de casos e mortes por covid-19, e ainda sem vacina contra a doença.

Quando as coisas foram melhorando, no ano passado, procurou os médicos que já faziam parte da rotina dele, um urologista e um cardiologista. Um dos especialistas passou o exame de ultrassom abdominal, que identificou uma alteração do fígado, uma esteatose hepática não alcoólica moderada —a doença também é conhecida por "fígado gorduroso" ou "gordura no fígado".

"Fiquei surpreso porque não sentia nada. Às vezes, tinha um certo inchaço na barriga, achava que era normal, da alimentação, que tinha comido demais, mas não passava", lembra o aposentado, que mora no Rio de Janeiro. Com o resultado, o cardiologista sugeriu que ele procurasse um hepatologista, especialista em doenças que afetam o fígado, para investigar melhor.

Quando a médica passou um outro exame, elastografia, que avalia a consistência do fígado, o resultado mostrou que a doença estava, na verdade, avançada.

"Na pandemia, fiquei muito ansioso e comia mais. Morando no Rio, tinha o costume de andar de bicicleta e fazer academia, mas, neste período, parei", conta Heides.

Tratamento envolve hábitos mais saudáveis

De acordo com Andreia Evangelista, hepatologista do Centro Avançado Hepatobiliar do HSVP-RJ (Hospital São Vicente de Paulo do Rio de Janeiro), não existe um remédio específico que vai resolver o problema. "Estudos mostram benefícios de alguns medicamentos que auxiliam a esteatose: melhorando a inflamação, mas sem tirar a gordura do fígado", explica a médica que, inclusive, tratou Heides.

Heides Paulo Pinto, 67 - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Heides voltou a ir à academia e ganhou massa muscular

Imagem: Arquivo pessoal

O que ocorre, na maioria dos casos, é o tratamento da obesidade ou do diabetes com medicamentos que, consequentemente, também auxiliam reduzindo o excesso de gordura presente nas células do fígado.

Por isso, a principal forma de tratar a doença é com mudanças de estilo de vida: alimentação equilibrada e atividade física com frequência. Então, o aposentado começou a ser atendido também por uma nutricionista —momento em que retomou hábitos alimentares mais saudáveis.

"Aprendi a ler melhor os rótulos dos alimentos que comprava. Mudei totalmente, e não foi nada radical", conta.

As mudanças alimentares de Heides envolveram as seguintes medidas:

  • Cortou bastante o consumo de alimentos industrializados, principalmente os ultraprocessados, como sucos de caixa, molhos prontos e presunto;
  • Incluiu mais frutas e verduras na dieta;
  • Inseriu mais cereais e grãos;
  • Reduziu consumo de álcool --que já era baixo.

Em quase 4 meses, Heides já conseguiu controlar o problema, contando também com a prática constante de atividade física. Inclusive, foi de 75 kg para 66 kg. "Já perdi 9 kg e ganhei massa muscular. Com ajuda de um personal, comecei a fazer atividade física", conta o aposentado, que retomou o hábito de andar de bicicleta.

É aquela coisa do equilíbrio. Eu estava muito desequilibrado. Agora estou bem, a gente não se dá conta que fazer exercícios e ter uma boa alimentação são coisas tão primordiais. Heides Paulo Pinto, 67

"Claro que, às vezes, quando dá vontade de comer algo, eu compro, sem exageros como fazia antes. Mas, hoje, como mais frutas e cereais, por exemplo, e reduzi bastante a alimentação gordurosa."

Heides Paulo Pinto, 67 - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Heides tratou problema sem mudanças radicais

Imagem: Arquivo pessoal

Heides conta que as médicas o parabenizaram pelo esforço desde o começo. "Vendo fotos antigas, me dou conta de como estou melhor hoje."

Silenciosa, doença pode ser perigosa se não tratada

A esteatose hepática é quando as células do fígado (hepatócitos) ficam repletas de gorduras em seu interior. Por isso a doença é conhecida por "gordura no fígado" ou "fígado gorduroso". As principais causas envolvem excesso de peso (sobrepeso e obesidade), sedentarismo, diabetes e colesterol e triglicérides alto.

Como a doença geralmente não dá sintomas, o diagnóstico é mais difícil de fechar. "O exame de rastreio é o ultrassom de abdome, que faz parte da rotina de pessoas com sobrepeso, obesidade, diabetes ou pré-diabetes, além de quem tem colesterol alto", explica a médica do Hospital São Vicente de Paulo.

Ainda segundo a hepatologista, a maioria dos casos são benignos, sendo "apenas" um marcador de risco ao paciente. No entanto, é preciso ter muito cuidado com o diagnóstico, já que uma esteatose hepática não tratada pode aumentar o risco de outras doenças, como esteato-hepatite, uma inflamação do órgão que resulta no processo de fibrose (cicatrização).

Heides Paulo Pinto, 67 - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Aposentado durante treino com personal

Imagem: Arquivo pessoal

"Tudo que inflama no organismo, ele repara com uma cicatrização. E o fígado faz a mesma coisa. Só que em alguns casos, essa evolução pode resultar na cirrose hepática, que é fator de risco para o câncer de fígado", destaca Evangelista.

Para tratar o problema, os dois grandes pilares, de acordo com a médica, são alimentação e atividade física —conforme dito acima. "O paciente precisa mudar o estilo de vida. E isso não significa 'fechar a boca' para as comidas e, sim, reaprender a comer bem", diz.

A importância da alimentação

É essencial evitar alimentos industrializados —como Heides fez—, especialmente os ultraprocessados, que são produtos produzidos pela indústria que devem ser evitados. Alguns exemplos são: sucos de caixa, macarrão e sopas instantâneas, biscoitos, salgadinhos de pacote e sorvete.

"A alimentação saudável e equilibrada, de acordo com as necessidades de cada paciente, é a base para a prevenção e o manejo da esteatose hepática não alcoólica, assim como para diversas outras condições de saúde", explica a nutricionista Jamile Tahim, mestre pela UECE (Universidade Estadual do Ceará). "Neste caso específico, é essencial uma dieta a base de comida de verdade."

De acordo com Tahim, é importante inserir fibras, vitaminas e minerais, proteínas, gorduras poli-insaturadas e monoinsaturadas e carboidratos complexos. A especialista deu dicas e sugestões de alimentos que são importantes de incluir na alimentação.

  • Frutas: maçã, banana, melão, mamão, uva, kiwi, melancia;
  • Legumes e verduras: brócolis, chuchu, alface, cenoura e couve-manteiga;
  • Carboidratos em suas versões integrais: pães, arroz e macarrão;
  • Fibras, grãos e sementes: aveia, chia, linhaça, gergelim e girassol;
  • Tubérculos: batatas e mandioca;
  • Leguminosas: feijões, ervilha, grão-de-bico e lentilhas.

Segundo a nutricionista, é essencial restringir a ingestão de álcool, já que ele tem potencial inflamatório, intensificando a sobrecarga de funções hepáticas por gerar substâncias que aumentam o risco de toxicidade que são metabolizados no fígado.

Por fim, ela reforça que a prática de exercício físico é fundamental para o manejo da doença, pois ele melhora a capacidade funcional do nosso organismo e aumenta a sensibilidade da ação de insulina, um hormônio que regula o metabolismo de absorção da glicose após a ingestão de alimentos, evitando os picos de glicemia.

"Essa ação é importante para evitar que o metabolismo transforme o excesso de glicose em uma forma de gordura que entre outros lugares, passa a ser depositada no fígado, piorando a gravidade da doença", diz Tahim.

Adblock test (Why?)


'Tive leve inchaço na barriga': gordura no fígado não costuma dar sinais - VivaBem
Read More

Saturday, August 27, 2022

Alzheimer: Sintomas da doença podem ser adiados com diagnóstico precoce e atividades intelectuais - Saúde Estadão

Combater os fatores de risco conhecidos para a Doença de Alzheimer e fazer uma detecção precoce são as duas principais medidas para adiar ao máximo a evolução da enfermidade. Pessoas com mais de 60 anos devem buscar a interação social, as atividades intelectuais, o combate à depressão e a prática regular de exercícios físicos. São as principais formas de prevenção.

O psiquiatra e psicanalista Otelo Correa dos Santos Filho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é o principal investigador da parte brasileira do estudo internacional Davos Alzheimer Collaborative. Ele estuda as vantagens da detecção precoce do Alzheimer e as formas de postergar ao máximo o surgimento dos seus sintomas mais graves. Embora não haja cura, algumas medidas podem ser adotadas para minimizar o impacto pessoal e social da enfermidade.

“O impacto social e econômico é enorme, uma vez que a doença e os doentes ficam acamados, totalmente dependentes de outras pessoas para fazer as atividades mais básicas do cotidiano”, afirma Santos Filho.

Por isso, diz o especialista, se houver detecção precoce do problema e os tratamentos tradicionais forem adotados mais cedo, é possível postergar o surgimento dos estágios mais graves da doença. O tratamento para quem é diagnosticado com Alzheimer consiste no uso de medicamentos que retardam o avanço da concentração das proteínas no cérebro e atuam também sobre os sintomas. 

O Alzheimer tem sete fases, segundo definição do médico Barry Reisberg, diretor do programa de pesquisa e educação sobre a doença da Escola de Medicina da Universidade de Nova York. Essa divisão é usada por especialistas em todo o mundo, algumas vezes simplificada para cinco ou mesmo três estágios. 

No primeiro estágio, por exemplo, não há nenhum sintoma de demência. No segundo momento, aparecem algumas dificuldades cognitivas e/ou funcionais. Pessoas mais velhas com esses sintomas reclamam de não conseguir lembrar de nomes com a mesma facilidade com que faziam cinco ou dez anos antes. 

Em estágios iniciais da doença, segundo especialistas, atividades intelectuais e exercícios físicos podem ajudar a retardar o avanço da doença. Uma vez que a doença é diagnosticada, tem início o tratamento - que também contribui para que o Alzheimer progrida de forma mais lenta. 

“Já sabemos que existem vários fatores de risco para o Alzheimer, como perda auditiva, isolamento, depressão, além de outros mais conhecidos, como pressão alta, sedentarismo, abuso de álcool, diabete”, diz o médico. 

“No caso das pessoas com índice de suscetibilidade alta à doença, podemos agir sobre esses fatores de risco conhecidos, retardando muito a evolução do Alzheimer. No caso de pessoas diagnosticadas precocemente, conseguimos encaminhá-las aos tratamentos disponíveis atualmente muito mais cedo do que o normal.”

50 milhões de pessoas têm a doença, estima a OMS

O estudo multicêntrico é feito nos EUA, Japão, México, Jamaica, Escócia, entre outros países. Um dos seus principais objetivos é preparar os países para o grande impacto da doença. Atualmente, diz a Organização Mundial de Saúde (OMS), 50 milhões de pessoas sofrem com a doença de Alzheimer em todo o mundo. Isso equivale a um novo caso a cada dois segundos. Com o aumento da longevidade, a espera-se que os diagnósticos sejam 80 milhões em 2030 e 150 milhões em 2050.

No estudo, os especialistas avaliam idosos com mais de 60 anos com uma avaliação cognitiva feita digitalmente. O exame, diz o médico, tem alto nível de sensibilidade. Detecta o comprometimento cognitivo dos idosos. Aqueles com algum problema, mesmo mínimo, são encaminhados para um exame de sangue. É um busca por biomarcadores da doença.

Veja a seguir algumas dicas para se prevenir do Alzheimer

  • Mantenha sua mente ativa com estudos
  • Cuide da sua audição

A perda auditiva ao longo da vida pode ser um fator de risco para o desenvolvimento de demências

  • Abandone vícios como álcool, cigarro e drogas
  • Proteja a cabeça

Traumatismos cranianos podem ser causadores de demências. Use capacete quando for andar de skate, patins ou bicicleta.

  • Pratique exercícios físicos

Mexer o corpo ao longo de toda a vida é recomendação para evitar o Alzheimer e outras demências. 

  • Cuide da saúde cardiovascular

A pressão alta ou hipertensão arterial, ao longo da vida, é danosa para a saúde, inclusive a do cérebro

  • Fuja da poluição e do fumo passivo
  • Alimente-se bem
  • Tenha um hobby e mantenha uma vida social ativa

Adblock test (Why?)


Alzheimer: Sintomas da doença podem ser adiados com diagnóstico precoce e atividades intelectuais - Saúde Estadão
Read More

Friday, August 26, 2022

Caso inédito: homem contrai varíola do macaco, HIV e covid-19 ao mesmo tempo - Correio Braziliense

Camilla Germano

postado em 25/08/2022 12:05 / atualizado em 25/08/2022 14:32

 (crédito: Ernesto BENAVIDES/AFP)

(crédito: Ernesto BENAVIDES/AFP)

Médicos da Universidade de Catania, na Itália, reportaram o primeiro caso de infecção simultânea de covid-19, HIV e varíola do macaco. O paciente italiano de 36 anos teve as três doenças ao mesmo tempo em julho de 2022.

O caso do paciente foi reportado na revista científica Journal of Infection e, segundo os pesquisadores, o paciente testou positivo para a doença depois de uma viagem de quatro dias para a Espanha.

Nove dias após retornar da viagem, o homem começou a apresentar sintomas da covid-19 como febre, garganta seca, fadiga e dor de cabeça. Em 2 de julho, o teste para SARS-CoV-2 foi o primeiro positivo que ele teve.

Na mesma tarde, começou a apresentar sintomas da varíola do macaco com erupções na pele do braço esquerdo. Os sintomas foram se intensificando e, em 5 de julho, ele foi até a emergência do Hospital Universitário de Catania, e depois transferido para a unidade de doenças infecciosas.

No hospital, o homem informou que estava em tratamento para a sífilis desde 2019 e que, em setembro de 2021, tinha realizado teste de HIV, que havia dado negativo. Ele também toma remédios para o transtorno bipolar e já havia contraído covid-19 em janeiro de 2022.

Saiba Mais

Outro detalhe que ele informou no hospital foi que teve relações sexuais sem preservativos durante a viagem à Espanha. Assim, como a maioria dos casos da varíola do macaco está relacionada ao sexo, foram feitos outros testes para Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e o diagnóstico de HIV acabou confirmado.

Pela contagem de glóbulos brancos no sistema do paciente e como ele havia sido testado em setembro para HIV, os médicos acreditam que a infecção era recente. "Esse caso destaca como os sintomas da varíola do macaco e da covid-19 podem se sobrepor e corrobora como em caso de coinfecção, a coleta anamnésica (históricos clínicos) e os hábitos sexuais dos pacientes são cruciais para realizar o diagnóstico correto", explicaram os médicos no texto.

Eles enfatizam ainda que as relações sexuais podem ser a forma predominante de transmissão, "portanto, a triagem completa de DSTs é recomendada após o diagnóstico de varíola dos macacos", ressaltam.

Eles concluem o texto salientando que como este é o primeiro caso de coinfecção pelo vírus da varíola do macaco, SARS-CoV-2 e HIV ainda não existem evidências que suportem a ideia de que essa combinação possa agravar a condição do paciente.

Saiba Mais

Adblock test (Why?)


Caso inédito: homem contrai varíola do macaco, HIV e covid-19 ao mesmo tempo - Correio Braziliense
Read More

Thursday, August 25, 2022

Gustavo Corasini coloca sonda e se recupera de cirurgias: 'Conversamos bastante' - Marie Claire Brasil

Após cirurgia, família de Gustavo Corasini atualiza estado de saúde do ator (Foto: Reprodução / Instagram)

Após cirurgia, família de Gustavo Corasini atualiza estado de saúde do ator (Foto: Reprodução / Instagram)

Na manhã desta quinta (25), a mãe de Gustavo Corasini, ator que interpretou Tadeu na primeira fase da novela Pantanal, atualizou os fãs sobre o estado de saúde do filho em comunicado nas redes sociais. O artista, de 12 anos, foi atropelado na tarde de terça-feira (23) e está internado no Hospital Santa Marcelina, em São Paulo.

"Gustavo essa noite teve que colocar sonda pois não estava fazendo xixi, foi sofrido, mas passou. Ainda tem ânsia de vômitos devido a medicação. Foram feitos novos RX e hoje saberemos se está tudo 100% com as cirurgias", disse Fernanda Corasini, mãe do ator.

"Fica muito sonolento o dia todo, mas conversamos bastante agora na madrugada quando despertou. Oramos e agradecemos a Deus por seu milagre. Obrigada a todos por tanta mensagem linda e amor", continuou ela, que também fez um agradecimento especial ao hospital responsável pelos cuidados de Gustavo.

"Quero agradecer publicamente a toda equipe do Hospital Santa Marcelina que desde que meu filho entrou aqui foi atendido com todo amor, carinho e respeito. Apesar de ser um hospital público como sabemos falta muita coisa, mas a força humana e o amor dos profissionais superam todas as dificuldades. Ao Dr que o operou, anestesista e equipe de enfermagem, estamos gratos por todos que nos trazem além de cuidados, uma palavra de conforto e força", escreveu.

Entenda o caso

O acidente aconteceu dentro do condomínio em que a família mora em São Paulo. Gustavo e um amigo, Eduardo, estavam juntos quando foram atropelados. Eduardo não resistiu, e morreu.

Segundo a mãe do ator, a motorista do carro que os atropelou foi abrir passagem para uma ambulância, chamada para socorrer um pedreiro que se feriu numa obra na vizinhança, quando perdeu o controle e acelerou ao invés de frear o veículo.

"O resgate foi socorrer e eles, curiosos, foram ver o que tinha acontecido. Uma moradora foi tirar o carro do lugar para dar passagem e se perdeu no câmbio automático e atropelou os meninos", informou Fernanda.

+ Celebridades: Lucas Leto, de Pantanal, se surpreende ao ser reconhecido na rua: 'Me param muito'

"O Gustavo quebrou o braço, a perna e fraturou a bacia. Passou por cirurgia e está em recuperação. Seu amigo, infelizmente não resistiu. Peço orações para que todos os envolvidos tenham força e fé para seguir", continuou o comunicado. "Obrigado a todos pelas palavras e compreensão. Infelizmente não estou conseguindo responder todo mundo. Com fé em Deus, logo nosso menino estará de volta por aqui".

Em conversa com a Marie Claire na última quarta (24), Fernanda disse: "Estamos gratos a Deus pelo livramento, mas devastados com a perda do amigo Eduardo, eles eram muito ligados, como irmãos", disse

+ Celebridades: Silvero Pereira posa com cobra no Pantanal e brinca: 'Não é a maior'

Segundo ela, a mãe de Eduardo é diarista e a família não tem condições para arcar com as despesas do funeral. Uma vaquinha online foi organizada para ajudar a família - as doações podem ser feitas por Pix com a chave (celular).11947410940.

O personagem Tadeu, vivido por Gustavo na infância, é interpretado pelo ator José Loreto na fase atual da novela das nove.

Após cirurgia, família de Gustavo Corasini atualiza estado de saúde do ator (Foto: Reprodução / Instagram)

Após cirurgia, família de Gustavo Corasini atualiza estado de saúde do ator (Foto: Reprodução / Instagram)

Após cirurgia, família de Gustavo Corasini atualiza estado de saúde do ator (Foto: Reprodução / Instagram)

Após cirurgia, família de Gustavo Corasini atualiza estado de saúde do ator (Foto: Reprodução / Instagram)

Adblock test (Why?)


Gustavo Corasini coloca sonda e se recupera de cirurgias: 'Conversamos bastante' - Marie Claire Brasil
Read More

Homem testa positivo para varíola dos macacos, Covid e HIV - Globo

Em tratamento contra câncer, Simony apresenta novo visual: "Desapegando da vaidade" - QUEM Acontece

Simony apresenta novo visual (Foto: Instagram)

Simony apresenta novo visual (Foto: Instagram)

Simony apresentou um novo visual nesta quinta-feira (25). A cantora, de 46 anos de idade, descobriu recentemente um câncer no intestino e está atualmente fazendo tratamento em um hospital de São Paulo.

"Desapegando da vaidade e me apegando cada vez mais a vida. Ressignificar. De cara limpa e coração aberto amando meu cabelo curto me sentindo linda", contou ela.

Minutos antes, ela experimentou uma lace longa. "Hoje coloquei pela primeira vez a minha full lace. Olha que cabelo! O meu já não tem quase mais nada, gente. Está super ralinho. Não rolou, está ralinho, então pedi para fazerem uma full lace para mim. Eu que não vou ficar com cabelo ralinho, se bem que eu não estou ligando muito para isso. Mas estou adorando essa lace. Muita linda. Meu cabelo não está mais assim, mas está tudo bem. Estou super agradecida. Agora vou ser verdadeiramente a mulher de fases. Um dia vou estar com essa, um dia com uma mais curta, um dia de lenço... Vai ser uma loucura essa cabeça. Vou usar vários estilos. Meu cabelo está super ralinho nem sei se ele vai aguentar, mas meu marido vai gostar, cada hora uma mulher. Se cair tudo, tudo bem. Cabelo cresce depois. O importante é a gente ficar curada", contou. 

Recentemente, ela falou sobre a ausência nas redes sociais e explicou que o tratamento tem evoluído. 

"Sei que estou sumidinha, mas é assim mesmo. Estou focada na minha luta, na minha cura. Meu médico passou por aqui e contou para a gente que o tumor já diminuiu muito. Ele está impressionado, saiu me aplaudindo! Eu que estou impressionada. Agradecer todas as pessoas empenhadas", contou. "Estou superfeliz. Está dando tudo certo", acrescentou.

Simony descobriu o câncer durante um exame de rotina. A cantora, que estava com uma íngua, fez uma colonoscopia que detectou um tumor na parte final do intestino, perto da região do ânus, chamado epidermoide. A cantora falou sobre o diagnóstico em vídeos postados no Instagram no dia 30 de julho.

Simony apresenta novo visual (Foto: Instagram)

Simony apresenta novo visual (Foto: Instagram)

Adblock test (Why?)


Em tratamento contra câncer, Simony apresenta novo visual: "Desapegando da vaidade" - QUEM Acontece
Read More

Essa é a dieta que você deve seguir para emagrecer em 2023, segundo a ciência - Minha Vida

Estudo comparou cinco dietas diferentes e definiu qual é a mais eficaz para quem quer perder peso a longo prazo Perder peso ou ter um est...