Rechercher dans ce blog

Saturday, June 25, 2022

O que é chocolate hidrogenado? Ele faz mal à saúde mesmo? - VivaBem

Você já deve ter comido um. Ele tem sabor diferente, mais industrial, e costuma ser usado na casquinha de bolos e doces. Estamos falando do chocolate hidrogenado, presente em muitas sobremesas, mas que pode ser um grande vilão para a saúde.

Nesse alimento, a manteiga de cacau, encontrada no chocolate tradicional, é substituída por gorduras hidrogenadas, obtidas a partir de um processo físico-químico de alta pressão que dá consistência e aparência pastosas aos óleos líquidos de origem vegetal —algodão, palmiste, de palma ou de coco, babaçu, milho, soja, girassol, entre outros.

A gordura hidrogenada adicionada ao chocolate favorece a manipulação em coberturas e recheios de bolos e doces, mantendo-o mais estável, independentemente da variação da temperatura.

Com o adicional, o chocolate hidrogenado se torna mais barato e versátil para o uso culinário, na confeitaria e nos produtos ultraprocessados, como bolachas recheadas, biscoitos, caldas, sorvetes, misturas para bolos e confeitos em geral. Além disso, a gordura proporciona crocância, por exemplo, na formação de casquinhas, no caso dos bombons, e amplia a durabilidade.

No entanto, perde a qualidade, sabor e benefícios à saúde, assim como a sensação de bem-estar, provocada pela serotonina que é estimulada quando se consome o chocolate. "Esse tipo de gordura não existe na natureza e há muitas pesquisas que apontam que o nosso organismo não está apto para lidar com esse tipo de substância. Por isso, o consumo não é recomendado", afirma Tatiana Martins Moreno, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo, SP.

Sabor e textura alterados

Pela ausência da manteiga de cacau, o sabor final é alterado, assim como a textura e o aspecto mais gorduroso. "O gosto é diferente. Segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), os produtos feitos com menos de 25% de cacau são considerados doces com sabor de chocolate, e não chocolate", diz Moreno.

De acordo com Daniely Santos, nutricionista residente em nutrição clínica no HC da UFPE (Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco), vinculado à Rede Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), como é modificado, haverá um residual que pode lembrar parafina. Por isso costuma-se dizer que esse chocolate tem sabor de vela.

"O ideal é que não se deguste e, se puder escolher, optar por outro mais natural, a partir de 70% de cacau. Se não for possível selecionar, a sugestão é que se coma pouco", orienta Carolina Rodrigues, nutricionista e educadora em diabetes da ADJ (Associação de Diabetes Juvenil). É preciso atentar, também, para a quantidade diária de chocolate, que não deve ultrapassar 30 g.

Doces, chocolate, bombom - Getty Images - Getty Images

A gordura proporciona crocância, por exemplo, na formação de casquinhas, no caso dos bombons

Imagem: Getty Images

Malefícios das gorduras trans

Considerada gordura trans, a hidrogenada está associada a diversas disfunções, como diabetes, obesidade, aterosclerose —acúmulo de placas de gordura nas artérias—, além de afetar sistema imunológico e provocar problemas nos ossos e tendões.

A OMS (Organização Mundial da Saúde), em 2019, alertou que ao menos 5 bilhões de pessoas em todo o mundo convivem com os riscos de desenvolver doenças associadas ao consumo das gorduras trans. Segundo a entidade, o ingrediente causa cerca de 500 mil mortes a cada ano.

A gordura trans reduz os níveis do bom colesterol, o HDL, que protege o coração, e aumenta os níveis do colesterol "ruim", o LDL, que pode causar o entupimento dos vasos sanguíneos. A ingestão excessiva está relacionada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, como derrame e infarto.

"Pessoas que já possuem alterações nas taxas de glicemia, doenças cardíacas e dislipidemias —colesterol e triglicerídeos alterados— não devem consumir esse tipo de chocolate", alerta a nutricionista da ADJ.

A substância interfere no metabolismo e na absorção das gorduras. A nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo cita ainda o aumento de níveis de insulina, relacionado ao diabetes do tipo 2 e à diminuição da velocidade das respostas imunológicas.

De olho no rótulo

"Os amantes do chocolate devem dar preferência aos que contêm menos ingredientes e mais adoçantes naturais", ensina Santos.

Segundo Rodrigues, a indústria de alimentos precisa informar nos rótulos se há presença do chocolate hidrogenado. Preparações à base de chocolate, tendo as palavras trans ou hidrogenada, podem ser consideradas isentas ou com adição mínima de cacau ou manteiga de cacau.

Por isso, é crucial prestar atenção aos componentes que aparecem no início da lista de ingredientes no rótulo, pois isso indica que eles estão em maior quantidade na composição. O produto com maior concentração de açúcar refinado e gordura hidrogenada será mais prejudicial à saúde.

Recomenda-se, também, evitar o chocolate branco, pelo excesso de açúcar. Nos chocolates de boa qualidade, os itens que aparecem em primeiro têm origem no cacau, como a massa de cacau e a manteiga de cacau, por exemplo. "Quanto menos gordura hidrogenada for ingerida, melhor é para a saúde", enfatiza Moreno.

Fontes: Carolina Rodrigues, nutricionista e educadora em diabetes da ADJ (Associação de Diabetes Juvenil) Diabetes Brasil; Daniely Santos, nutricionista residente em nutrição clínica no HC - UFPE (Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco), vinculado à Rede Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares); Tatiana Martins Moreno, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo, SP.

Referências: Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) e IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Adblock test (Why?)


O que é chocolate hidrogenado? Ele faz mal à saúde mesmo? - VivaBem
Read More

Alimentos que são considerados “ruins”, mas não são tanto assim - Escola Educação

A verdade é que não existem alimentos que você deveria excluir 100% da sua dieta. Segundo diversos nutricionistas, a chave para uma alimentação saudável está em equilibrar um pouco de tudo. Afinal, pesquisadores já descobriram que cortar algum alimento que você gosta muito pode causar efeitos contrários, como compulsão alimentar e ansiedade.

Por isso, veja neste artigo quais são os alimentos que você não precisa descartar por serem considerados “ruins”.

Leia mais: Confira as melhores opções de legumes, verduras e frutas para o outono

Quais são os alimentos considerados “ruins”, mas que podem ser consumidos?

Como dito anteriormente, a resposta para tudo é o consumo consciente e equilibrado. Nesse sentido, antes de começarmos nossa lista sobre os alimentos que podem ser ingeridos mesmo sendo considerados “ruins”, é preciso deixar claro que o seu consumo exagerado de fato pode levar ao mau funcionamento do organismo.

1. Ovo

Por aumentar os níveis de colesterol, o ovo foi rotulado como um vilão na alimentação. No entanto, estudos mostram que são excelentes fontes de nutrientes. Quando consumido com moderação, fornece nutrientes como riboflavina e vitaminas, além de diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

2. Chocolate

O chocolate sempre foi considerado um alimento que deve ser evitado. Contudo, existem benefícios para a saúde no chocolate amargo. Segundo estudiosos, quem consome o alimento tem índices de massa corporal mais baixos.

3. Margarina

O consumo de manteiga é mais recomendado que o de margarina. No entanto, esse alimento não precisa ser eliminado. Pesquisadores de Harvard descobriram que as vitaminas infundidas com margarina tiveram um resultado melhor na redução do número de pessoas que poderiam desenvolver doenças cardíacas.

4. Leite integral

Por fim, embora o leite integral possa ser mais gorduroso, foi descoberto que o seu consumo ajuda a evitar doenças cardiovasculares e até mesmo diabetes.

Adblock test (Why?)


Alimentos que são considerados “ruins”, mas não são tanto assim - Escola Educação
Read More

Por que pequenos ácaros que vivem e se reproduzem nas profundezas do seu rosto estão ameaçados - Globo

Os ácaros Demodex folliculorum, como os cientistas os chamam, têm apenas 0,3 mm de comprimento — Foto: UNIVERSITY OF READING via BBC

Os ácaros Demodex folliculorum, como os cientistas os chamam, têm apenas 0,3 mm de comprimento — Foto: UNIVERSITY OF READING via BBC

Esfoliar, hidratar e passar protetor solar todos os dias são o padrão na rotina de cuidados com a pele de muitas pessoas.

Mas e os ácaros que limpam nossos poros, como o Demodex folliculorum, que passam a vida inteira no fundo de nosso rosto?

À noite, esses organismos de 0,3 milímetro de comprimento saem dos poros para encontrar um novo folículo da pele e acasalar com um parceiro.

Um novo estudo acaba de descobrir que esses pequenos ácaros podem estar enfrentando um problema dos grandes: o DNA deles está se erodindo, o que significa que estão perto da extinção.

Nós podemos imaginar o que você está pensando agora. Não adianta correr para o banheiro, pegar todos os sabonetes faciais e esfregar cada centímetro de sua pele.

Essa faxina não terá efeito: os ácaros vivem em camadas muito profundas da pele, que não podem ser lavadas com água e sabão.

Mais de 90% dos seres humanos carregam esses bichinhos no rosto. Nós fornecemos um lar desde quando nascemos — eles geralmente são transmitidos pela nossa própria mãe, durante a amamentação.

Sim, este é o ácaro que vive na nossa cara — Foto: Getty images via BBC

Sim, este é o ácaro que vive na nossa cara — Foto: Getty images via BBC

A bióloga Alejandra Perotti, professora da Universidade de Reading, no Reino Unido, e coautora do estudo publicado recentemente, diz que devemos ser "gratos" por oferecer um lar aos ácaros e ter um relacionamento tão íntimo com eles.

"Eles são muito pequenos e fofos. Não há nada para se preocupar em tê-los. Eles limpam nossos poros e os mantêm em ordem", esclareceu a especialista à Radio 1 Newsbeat da BBC.

"Não se preocupe. Fique feliz por ter uma pequena criatura microscópica vivendo com você, pois eles não causam nenhum dano."

O estudo mostra o quanto nosso relacionamento com esses bichinhos é próximo, mas também como os ácaros têm o menor número de genes em comparação com insetos, aracnídeos ou crustáceos.

O gene que protege o corpo do ácaro da luz ultravioleta, por exemplo, foi perdido. Mas isso até faz sentido, já que eles só estão ativos à noite, em momentos de pouca luminosidade.

E é justamente essa "atividade noturna" dos ácaros que pode te deixar assustado.

"À noite, enquanto dormimos profundamente, eles visitam os poros para fazer sexo e ter bebês", conta Perotti.

Sim, essas criaturas estão usando nossos poros como esconderijos do amor. Uma noção bastante romântica e agradável.

Pesquisas sugerem que essa espécie pode estar a caminho de ser completamente dependente de nós para sobreviver — Foto: UNIVERSITY OF READING

Pesquisas sugerem que essa espécie pode estar a caminho de ser completamente dependente de nós para sobreviver — Foto: UNIVERSITY OF READING

O estudo mostra que, à medida que a diversidade genética dos ácaros diminui, a dependência deles aumenta — o que significa que correm o risco de uma possível extinção.

A pesquisa esperava encontrar um gene que acorda os ácaros e os faz dormir, mas ele não estava presente nas amostras analisadas.

Em vez disso, o Demodex folliculorum detecta uma pequena quantidade de hormônios secretados pela nossa própria pele enquanto dormimos — e é isso que os faz despertar.

Essas alterações estão causando problemas. Quanto mais esses organismos se adaptam a nós, mais genes eles perdem e, eventualmente, se tornarão inteiramente dependentes para continuar existindo.

Por causa dessa dependência, eles não poderão sair de nossos poros e encontrar um novo parceiro para se acasalar. E isso, por sua vez, representa uma ameaça ao futuro da espécie.

Mas qual é o problema se os perdermos para sempre?

"Eles estão associados a uma pele saudável. Então, se forem extintos, poderemos enfrentar mais problemas dermatológicos", alerta Perotti.

Adblock test (Why?)


Por que pequenos ácaros que vivem e se reproduzem nas profundezas do seu rosto estão ameaçados - Globo
Read More

Thursday, June 23, 2022

Losartana: Anvisa determina recolhimento e interdição de lotes; veja o que fazer - Globo.com

Prédio da Anvisa em Brasília — Foto: Adriano Machado/Reuters

Prédio da Anvisa em Brasília — Foto: Adriano Machado/Reuters

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (23), o recolhimento e interdição de diversos lotes de vários fabricantes do medicamento losartana, usado para tratar pressão alta.

A agência recomendou que os pacientes que usam o remédio, mesmo que ele esteja entre os lotes afetados, devem continuar o tratamento, pois a medida é preventiva.

Em caso de dúvida ou se precisar de orientação, o paciente deve conversar seu médico.

"A hipertensão e insuficiência cardíaca exigem acompanhamento constante e qualquer alteração no tratamento deve ser feita somente pelo médico que acompanha o paciente. Deixar de tomar o medicamento pode trazer riscos para a saúde do paciente", reforçou a Anvisa.

Veja as orientações completas:

  1. A minha losartana está entre os lotes recolhidos. O que eu devo fazer?
  2. Como faço para trocar a minha losartana?
  3. Por que a Anvisa está recolhendo ou interditando os lotes?

1) O que eu devo fazer se a minha losartana estiver entre os lotes afetados?

Nesse caso, a Anvisa orienta que você continue o tratamento e converse com o seu médico se precisar de orientações.

É importante que você não pare o tratamento. Só troque de remédio quando já tiver uma nova caixa em mãos, pois parar o remédio pode trazer problemas imediatos à saúde – como derrame, ataques cardíacos e piora da insuficiência cardíaca, inclusive com risco de morte.

Como eu sei se a minha losartana está entre os que devem ser recolhidos do mercado?

Você pode conferir o fabricante e o número do lote do seu medicamento nesta lista, disponibilizada pela Anvisa neste link. A lista é extensa e inclui remédios dos laboratórios: Aché, Biolab Sanus, Brainfarma, Cimed, Eurofarma, Geolab, Teuto e Prati, Donaduzzi & Cia.

Como eu sei se a minha losartana está entre os lotes interditados?

Você pode conferir o fabricante e o número do lote do seu medicamento na lista abaixo:

Lista de lotes do medicamento Losartana interditados pela Anvisa em 23/06/22 — Foto: Reprodução

Lista de lotes do medicamento Losartana interditados pela Anvisa em 23/06/22 — Foto: Reprodução

2) Como faço para trocar a minha losartana?

Depois de falar com o seu médico, se for trocar o medicamento, você deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório que fabrica a sua losartana para se informar sobre a troca.

O contato das empresas aparece na embalagem e na bula do remédio. É dever da empresa fazer a substituição ou a troca do remédio – os lotes que foram mantidos no mercado são considerados seguros e podem ser consumidos.

3) Por que a Anvisa está recolhendo ou interditando os lotes?

A agência detectou a impureza “azido” – uma substância que pode causar mutações – em uma concentração acima do limite de segurança aceitável nos remédios. A medida é preventiva.

A presença do azido no insumo farmacêutico da losartana foi identificado no mundo em setembro de 2021. O contaminante pode aparecer durante a produção do insumo farmacêutico ativo, que é utilizado pela indústria farmacêutica para fabricar o medicamento final.

Adblock test (Why?)


Losartana: Anvisa determina recolhimento e interdição de lotes; veja o que fazer - Globo.com
Read More

A cada hora, ao menos 3 brasileiros sofrem amputação de pernas ou pés - Revista Galileu

A cada hora, ao menos 3 brasileiros sofrem amputação de pernas ou pés (Foto: Vidal Balielo Jr/Pexels)

A cada hora, ao menos 3 brasileiros sofrem amputação de pernas ou pés (Foto: Vidal Balielo Jr/Pexels)

Um levantamento inédito produzido pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) aponta que, a cada hora, pelo menos 3 pessoas sofreram amputação de pernas ou pés no Brasil entre 2012 e 2021. A pesquisa foi divulgada pela entidade nesta quinta-feira (23).

Mais de 245 mil brasileiros tiveram os membros inferiores amputados no período avaliado, segundo a SBACV. O estudo, que contou com dados do Ministério da Saúde, sugere uma alta no número de amputações e desarticulações de pés e pernas, em especial durante a pandemia de Covid-19.

Em 2020, quando a crise epidemiológica se instalou no Brasil, a média diária de amputação dos membros inferiores era de 75,64. Em 2021, o número subiu para 79,19 cirurgias por dia. Acredita-se que o aumento estar relacionado à descontinuidade no acompanhamento de pacientes com doenças crônicas, como o diabetes.

Entre 2020 e 2021, 56.513 brasileiros foram submetidos ao processo de amputação ou desarticulação. Isso significa que a média mensal de procedimentos foi de 2,3 mil em plena crise sanitária — o que corresponde a uma média de 77,4 cirurgias por dia.

Os profissionais da SBACV veem a questão como um alerta para as consequências da suspensão de tratamentos clínicos na pandemia, com perspectiva de que o aumento das amputações continue em 2022. Dados preliminares de janeiro até março deste ano mostram uma média mensal que já ultrapassa a observada em 2021, com pelo menos 82 pessoas amputadas por dia.

O acúmulo de procedimentos até março de 2022 tem maior expressão nas regiões Sudeste e Nordeste, sendo a primeira responsável por mais de 42% de todas as cirurgias realizadas no Brasil, com um total superior a 103,5 mil pessoas amputadas. Já o Nordeste somou mais de 80,1 mil procedimentos de amputação ou desmobilização de membros inferiores. Na sequência, vem a região Sul, com 35,2 mil registros; o Centro-Oeste, com 13,5 mil; e o Norte, com 13,4 mil.

Condições relacionadas

Segundo os especialistas da SBACV, as cirurgias dos membros inferiores podem estar relacionadas a fatores de risco como tabagismo, hipertensão arterial, dislipidemia (níveis elevados de lipídios no sangue), idade avançada, insuficiência renal crônica, estados de hipercoagubilidade e histórico familiar.

No entanto, mais da metade dos casos de amputações envolvem pessoas com diabetes. Em comunicado, Mateus Borges, diretor de Publicações da entidade, explica que pessoas com a doença que desenvolvem úlceras e evoluem para quadros infecciosos demandam longos períodos de internação ou até mesmo reinternações, o que pode gerar afastamento do trabalho, aposentadoria precoce, queda na autoestima, depressão, etc.

“No mundo, uma em cada cinco pessoas não sabe que é portador dessa doença. A pandemia nos revelou isso. Muitos pacientes que chegam ao consultório ou aos serviços de urgência com complicações do diabetes só descobrem que a têm após o atendimento”, problematiza o médico.

Adblock test (Why?)


A cada hora, ao menos 3 brasileiros sofrem amputação de pernas ou pés - Revista Galileu
Read More

Pfizer pede à Anvisa para aplicar dose de reforço da vacina contra a covid em crianças de 5 a 11 anos - Crescer

A farmacêutica Pfizer entregou, na última terça-feira (21), à Anvisa seu pedido para a inclusão da dose de reforço na bula de sua vacina contra a covid (Comirnaty), para crianças de 5 a 11 anos. A aplicação da terceira dose deve ser feita pelo menos cinco meses após a segunda. 

Para esta análise, a Anvisa vai avaliar os dados clínicos apresentados pela empresa. Segundo a agência de saúde brasileira, esses dados devem comprovar o benefício da dose adicional para este público específico. 

Veja como vacinar as crianças com segurança na pandemia (Foto: Getty)

Veja como vacinar as crianças com segurança na pandemia (Foto: Getty)

O prazo de análise da Anvisa para este pedido é de 30 dias e a avaliação será realizada pelas áreas técnicas envolvidas. 

Atualmente a dose reforço da Pfizer pode ser aplicada em crianças com 12 anos ou mais no Brasil. Em maio, a agência norte americana, Food and Drug Administration (FDA, sigla em inglês), aprovou uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. E, na semana passada, o órgão liberou as vacinas da Moderna e da Pfizer contra a covid-19 para crianças a partir dos seis meses

Saiba como assinar a Crescer para ter acesso a nossos conteúdos exclusivos

Adblock test (Why?)


Pfizer pede à Anvisa para aplicar dose de reforço da vacina contra a covid em crianças de 5 a 11 anos - Crescer
Read More

Wednesday, June 22, 2022

Varíola dos macacos: Saúde confirma 11 casos da doença; veja estados - UOL Confere

O Ministério da Saúde informou hoje que até agora 11 casos da varíola dos macacos foram confirmados no país. Segundo a pasta, sete pacientes estão em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul.

O estado de saúde dos pacientes e as cidades onde eles se encontram não foram informados.

De acordo com o ministério, outros 10 casos suspeitos estão sendo investigados. São dois no Ceará, quatro no Rio de Janeiro, um em Santa Catarina, um no Acre e dois no Rio Grande do Sul.

A pasta também informou que está monitorando os casos e rastreando os contatos dos pacientes por meio da Sala de Situação e do CIEVS (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde).

O primeiro brasileiro com varíola dos macacos em território nacional recebeu alta hospitalar ontem. Anderson Ribeiro ficou 14 dias em isolamento no Hospital Emílio Ribas, em São Paulo.

Como acontece a contaminação

A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. Esse contato pode ser, por exemplo, por abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias próximos e por tempo prolongado.

Prevenção e sintomas

Para prevenir a infecção, a recomendação é de evitar contato próximo/íntimo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado; evitar o contato com qualquer material, como roupas de cama, que tenha sido utilizado pela pessoa doente; e higienizar as mãos, lavando-as com água e sabão e/ou álcool gel.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início desses sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele que podem estar localizadas em mãos, boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

A varíola dos macacos pode ser letal, mas o risco é baixo. Existem dois grupos distintos do vírus da doença circulando no mundo, agrupados com base em suas características genéticas: um predominantemente em países da África Central - com taxa de fatalidade de cerca de 10% - e outro circulando na África Ocidental, com taxa bem menor, de 1%.

Complicações podem ocorrer, principalmente infecções bacterianas secundárias da pele ou dos pulmões, que podem evoluir para sepse e morte ou disseminação do vírus para o sistema nervoso central, gerando um quadro de inflamação cerebral grave chamado encefalite, que pode ter sequelas sérias ou levar ao óbito.

Além disso, como toda doença viral aguda, a depender do estado imunológico do paciente e das condições e acesso à assistência médica adequada, alguns casos podem levar à morte.

Na próxima quinta-feira (23), uma reunião será feita para debater o crescente número de infecções em todo o mundo. A OMS avalia se vai declarar ou não a disseminação de casos de varíola dos macacos uma emergência de saúde global.

São mais de 2100 casos confirmados da varíola do macaco, em 42 países do mundo.

Adblock test (Why?)


Varíola dos macacos: Saúde confirma 11 casos da doença; veja estados - UOL Confere
Read More

Essa é a dieta que você deve seguir para emagrecer em 2023, segundo a ciência - Minha Vida

Estudo comparou cinco dietas diferentes e definiu qual é a mais eficaz para quem quer perder peso a longo prazo Perder peso ou ter um est...